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- Vamos encher os Pavilhões - mas com dignidade a Modalidade merece
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quinta-feira, 8 de maio de 2014

Meeting da EHF

EXECUTIVO DA EHF REUNIU-SE COM AS FEDERAÇÕES
 
Em 4 de Maio o executivo da EHF, reuniu-se com as Federações Europeias, estando Portugal representado pelo seu Presidente.
 
O que se pretende salientar, é que pela primeira vez a Federação através de uma “entrevista”, ao Presidente da Federação, e transcrita no seu Portal, deu a conhecer o que de importante se passou neste meeting, e por ser a primeira vez que tal acontece, merece da nossa parte o devido destaque. 
Chamamos todavia a atenção para o artigo que a EHF, fez sobre este meeting, e que pode ser consultado neste link.
 
Eis a Entrevista:
 
“- Qual foi o objetivo desta reunião dos Presidentes?

O objetivo da mesma era atualizar um conjunto de informações sobre processos relevantes que se encontram em curso, e preparar o próximo Congresso da EHF, que se realiza em Dublin (Irlanda), nos próximos dias 19 e 20 de setembro.

Uma das questões que ocupou parte significativa da agenda foi o aumento de seleções nacionais que participam nas fases finais dos Campeonatos da Europa, em Seniores Masculinos, que vão passar de 16 para 24, provavelmente já a partir de 2020, ano para o qual está a ser negociada uma organização conjunta das 3 candidaturas apresentadas (Áustria, Noruega e Suécia).

- O que pensa sobre este aumento de seleções nacionais nas fases finais?

Lembro que este processo foi desencadeado há cerca de um ano, por uma iniciativa conjunta de Portugal e da Finlândia, que agora é acolhida favoravelmente e desenvolvida pelo Comité Executivo da EHF.

Considero este passo muito importante para os países de média dimensão, num processo de valorização da modalidade no espaço europeu, que merece um amplo consenso de todas as Federações.

- Quando é que esta alteração se concretizará efetivamente?

Esta alteração será votada no Congresso de Dublin, tal como a alteração da forma de disputa dos campeonatos europeus dos escalões mais jovens, que vai regressar ao formato de Divisões, deixando de existir as fases de qualificação.

- Pode explicar-nos melhor como vai funcionar esta forma de disputa, em Divisões?

Este processo iniciar-se-á com os masculinos (nascidos em 1998/99), que disputarão o Europeu de 2016 Sub 18, com uma 1ª Divisão, composta por 16 seleções, e cuja composição resulta dos melhores resultados obtidos nos últimos 8 anos por cada País. Haverá uma 2ª Divisão, composta pelas outras seleções nacionais, tendo como objetivo dar mais jogos a todas as seleções à escala europeia, diminuindo por outro lado os grandes desequilíbrios de resultados registados nalgumas fases de qualificação. Esta competição apura para o Mundial 2017 Sub 19, participando no Europeu 2018 Sub 20 as primeiras 12 ou 14 seleções do Europeu de 2016 Sub 18, não estando ainda decidido se são 2 ou 4 as seleções a subir e a descer. Por sua vez, o Europeu 2018 Sub 20 apura para o Mundial 2019 Sub 21. Idêntico processo acontecerá com as seleções femininas em 2017 (nascidas em 2000/01), tendo o seu início com o Europeu 2017 Sub 17, processando-se tudo da mesma forma que nos masculinos, apenas com o desfasamento temporal.

- E as competições europeias de clubes, também vão sofrer alterações?

Outro tema que mereceu muita atenção foi a nova forma de disputa da Champions League a partir da época 2015/2016, cujo modelo nos masculinos vai determinar um maior número de jogos e a participação de mais clubes e mais países na fase de grupos, que contará com 2 séries de 8 equipas, mais 2 séries de 6 equipas.

A EHF, para além dos critérios desportivos, entende colocar como condição de acesso muito apertada a qualidade e dimensão das instalações desportivas a utilizar.

Quanto aos femininos não se registam alterações substanciais, mantendo-se a aposta no modelo de Final Four, depois de 4 torneios de qualificação, seguido de 4 grupos de 4 clubes, após o que se seguirão 2 grupos de 4 clubes, prevendo-se ainda a realização de 1/4 de final (1x4 e 2X3, consoante a classificação de cada grupo).

- Houve lugar a debater algum outro assunto, nesta reunião?

Na agenda, destacou-se ainda o debate sobre o programa de desenvolvimento do andebol feminino a nível europeu, tendo a EHF como objetivos estratégicos a melhoria da imagem de marca do andebol feminino na Europa, com o fortalecimento dos produtos associados (Euro e WCL), um foco muito especial aos escalões mais jovens, o fortalecimento do estatuto a todos os níveis da modalidade (e não só nas competições) e um trabalho de proximidade com as nações emergentes.”

Esta oportunidade foi ainda aproveitada pelo Presidente da Federação de Andebol de Portugal, Ulisses Pereira, para expor a presente realidade do Andebol Português, articulando algumas iniciativas que possam ser desenvolvidas no âmbito de programas desenhados pela EHF.
(Fonte Portal da FAP)

O Noticias

5 comentários:

Jorge Almeida disse...

Se estiver a ver mal digam-me, mas acho que há problemas no que foi referido quanto às selecções nacionais. A saber:

- Alargam-se as fases finais de Europeus de Seniores Masculinos; e, ao mesmo tempo

- Criam-se divisões de competições de selecções jovens, ao estilo dos antigos grupos A, B e C em Seniores, que acabaram há 20 anos, mais ou menos quando passaram a haver Europeus de Seniores.

Pensando a mais longo prazo, e comparando com o actual panorama, o alargamento que se quer propor em Seniores Masculinos far-se-á com selecções de países compostas por praticantes que tenham passado as selecções jovens a jogar na 2ª divisão europeia.

Se tem havido um crescimento de nível de jogo ao nível dos Seniores Masculinos para se estar a pensar em alargamento (o recente grupo que Portugal disputou para o Paly-Off do Mundial é disso um bom exemplo. Onde dantes estes grupos eram um passeio, agora um erro custa bem mais a recuperar), para tal tem contribuído o facto destes países, desde os Sub 16 até aos Seniores, estarem a jogar contra os melhores. É certo que tem havido goleadas, mas parece-me que, dantes, havia mais goleadas.

Agora, com as 2 medidas propostas a serem aplicadas, arriscamo-nos a ver, na Fase Final de Europeus de Seniores, jogos e resultados bem piores que os que temos visto até ao momento, precisamente porque os jogadores que irão compor essas equipas terão feito o seu desenvolvimento jogando só contra equipas mais fracas que o que fazem na actualidade. Ou então, terão de recorrer a naturalizações em termos sistemáticos para manter o nível que as suas selecções jovens não conseguirão oferecer.

Por tudo isto, posso estar muito enganado, mas corremos o risco da aplicação destas 2 medidas só beneficiar os países clássicos da modalidade, onde têm um imenso campo de recrutamento de praticantes. Em camadas jovens, terão mais facilidade de arranjar praticantes com nível, logo estarão com mais facilidade na 1ª Divisão, e, quando chegarem a Seniores, jogam mais 2 jogos, mas contra equipas que não terão nem sequer hipóteses reais de discutir uma boa classificação.

O alargamento do nº de países na Fase Final dos Europeus pode ser uma aparente cedência desses países, mas apenas aparente (uma autêntica "Cenoura") para fazer aprovar a outra medida. Acho que não será do interesse do Andebol Europeu (em geral) e da FAP (em particular) a introdução de divisões nas competições de selecções jovens.

Jorge Almeida disse...

Fora de tópico:

Lista de transmissões de jogos de Andebol previstas na TV, Internet e Rádio entre 9 e 11 de Maio de 2014:

http://andeboltv.blogspot.pt/2014/05/lista-de-transmissoes-entre-5-e-11-maio_4.html

Jorge Almeida disse...

Em relação ao discutido face à Fase de Grupos da Liga dos Campeões de Seniores Masculinos, também não me parece bem haver 2 séries de 8 equipas cada e 2 séries de 6 equipas cada.

Se isso for avante, quem se apurar das séries de 8 equipas têm mais 4 jogos nas pernas que quem se apurar nas séries de 6 equipas.

Porque não considerar 4 séries de 7 equipas cada?

Interrogações disse...

"Esta oportunidade foi ainda aproveitada pelo Presidente da Federação de Andebol de Portugal, Ulisses Pereira, para expor a presente realidade do Andebol Português, articulando algumas iniciativas que possam ser desenvolvidas no âmbito de programas desenhados pela EHF."

Será que os Senhores da EHF também darão uma ajudinha ao CA?! Será que existe algum programa de salvação ou temos mesmo de apelar a um plano de Salvação Nacional da Arbitragem?!

Não existe nenhum programa de ajustamento, ou Troika da Arbitragem Europeia?! Esta SIM era muito bem vinda. Dado que a Direção da FAP insiste em não deitar mão ao CA da FAP mantendo o total e completo desnorte de todos os Seus Membros. Claro que alguns dizem que nada têm a haver... Só lá estão para relações internacionais e para se mostrarem e valorizarem externamente (em benefício próprio) outros quereriam o mesmo mas não têm engenho ou arte para tal.

Agora também se gasta dinheiro com Observador num Jogo de Árbitros separados que não são dupla? Ou será que o jogo 2158 da PO05, precisa de Delegado?! Dado se tratar de um jogo entre o 2º/6º(último sem vitórias)...

Depois mantenho o reparo feito anteriormente... Jogo 2764 da PO09, ser o único Jogo da Prova este fim de semana sem Delegado/Observador nomeado?!
Existem coisas estranhas não é?!

Outros reparos já foram sucessivamente feitos... E??! tudo na mesma. Falta empenho das pessoas que aceitaram competências para exercerem funções mas que demonstram que não as possuem...

A Nomeação de Árbitros Regionais para Jogos Nacionais de Provas Não Fixas... Realmente devem estar todos a fazer exames de admissão à classe?! Para quando a Lista Definitiva de Quadros Nacionais?! No final da época quando saírem as Notas?! Porque não se entende a pertinência da Observação de Árbitros Regionais e consecutiva não Observação de Árbitros Nacionais?! Competência?!

jogos que em poucas horas rodam 2 e 3 duplas... Só para pessoas mais atentas certamente... Mas por exemplo esta semana no Jogo 2782 da PO09...

Realmente devem andar mesmo a poupar... Pagar (ou não), porque dizem que não receberam nada esta época... Enviar um delegado no Sábado ao Porto fazer um Jogo desde Coimbra e Depois reenviá-lo no Domingo? Ou será que vão pagar Hotel?! E já agora refeições?! Estas atitudes são de bradar aos céus?! Depois até dá para andar de Avião à conta da Modalidade...

Realmente era criticável ter um delegado ao Sábado e Domingo na Andebol1... Agora é criticável a dobrar... Realmente a conjectura sócio económica deve mesmo condicionar estas nomeações...

A Transparência nas Dispensas e Impedimentos parou no Fim de Semana de 22 e 23 de Fevereiro de 2014... Depois deve ter sido algum problema do funcionário administrativo que se esquece... Assim é fácil argumentar...

Muitas vezes parece que o CA ficou parado no tempo... Se não querem continuar não continuem... Sejam sinceros. Mas se mantêm funções cumpram-nas... Não criem cenários onde quem saem prejudicados são os árbitros... Que chegam aos Pavilhões e nada sabem responder... Só dizem que não entendem e não receberam nada este ano... Depois dizem que não têm motivação (compreensível) mas continuam a subsidiar o CA e a FAP (incompreensível).

Competência e Profissionalismo deve ser exigido a TODOS não apenas aos Clubes. A Arbitragem tem a obrigação de zelar pelo cumprimento e não pode ser o Próprio CA (quem comanda mas nada manda) a destruir esta visão surda da modalidade.

VAmos continuar a assistir de cadeira sentados à destruição do que já andava MAU?! Esperemos pela destruição do que vem sendo destruído ano após ano?!?

Anónimo disse...

Oh HS tu não és o Vice para a Arbitragem?
Então porque será que não tomas uma posição sobre o que se passa ?
Oh será que eles deram-te com o chinelo e tu agora vai de desanca-los aqui!
Isso não é correto e cobardia ou então bate com a Porta.
E tu que és pago a fatura de Táxi e na hora, quando os árbitros á 9 meses que não recebem. E Correto?
Companheiro olha lá os teus telhados que são de vidro.
Andas a cuspir no prato onde comes seu maroto!

FS