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domingo, 29 de junho de 2014

PO14 – Encontros Nacionais de Infantis Femininos – 2013 /2014 - III

Conforme já é do conhecimento publico desde a época de 2012 /2013 estas provas, sofreram uma forte alteração, deixando-se de designar por Campeonatos Nacionais, passando a designar-se em boa hora por Encontros Nacionais


VENCEDOR CS MADEIRA 
 
Disputou-se em Leiria este fim-de-semana a O Encontro Nacional de Infantis Feminino, realizando-se 60 jogos, em diversos recintos, como Juventude Lis e Gândara, entre outros, tendo como vencedor o CS Madeira, que venceu na final o CA Leça por 18-9, e que sucede assim á AD Sanjoanense vencedora na época anterior. 
Prova Feminina PO1424 equipas em Leiria, cerca de 480 participantes
 
Classificação Final – 1.º CS Madeira, 2.º CA Leça, 3.º Lagoa AC, 4.º Juventude Lis, 5.º Juventude Mar, 6.º Alpendorada, 7.º Colégio Gaia, 8.º Maiastars, 9.º CD B. Perestrelo, 10.º Didáxis, 11.º JAC-Alcanena, 12.º Porto Salvo, 13.º ADA Canelas, 14.º Almeida Garrett, 15.º AA Espinho, 16.º Santa Joana, 17.º ARE Porto Alto, 18.º Quinta Nova, 19.º CP Vacariça, 20.º AC Vermoim, 21.º Vela Tavira, 22.º São Pedro Sul, 23.º CC Ansião e 24.º ACD Monte. 
 
Conforme informação no Portal da FAP, existiu neste encontro o prémio de ética no Desporto, que foi entregue a equipa do CC Ansião, este é um prémio cujo valor simbólico é enorme, a quem teve a ideia os nossos parabéns.
 
Uma referência para o cumprimento de todas as atividades paralelas, e que constituíram um completo e grande êxito que não podem nem devem ser ignoradas, transformando estes encontros em verdadeiras festas do Andebol. Provando que tal como nos Masculinos também em Femininos somos uma modalidade de referência no Desporto Nacional, em especial nas modalidades de pavilhão. A continuidade está assegurada.
 
Conforme informação no portal da FAP, ver fotos do encontro no Facebook da FAP
 
“Uma palavra final, para o negativismo que a imagem da arbitragem transmitiu aos encontros segundo as informações que nos foram chegando. Pois não existiu qualquer informação acerca dos critérios que iriam ser aplicados nestes encontros, nem de quem os iria dirigir, o que se lamenta profundamente.”
 
O Formador

22 comentários:

Anónimo disse...

... desde a época de 2012 /2013 estas provas, sofreram uma forte alteração, deixando-se de designar por Campeonatos Nacionais, passando a designar-se em boa hora por Encontros Nacionais.

Mas infelizmente no site da FAP o título faz referência ao Campeão Nacional. Procura-se alterar, mas alguns ainda querem manter a "Campeonite" entre os mais jovens comprometendo a sua formação.

Anónimo disse...

FAP diz q se passa a designar enif e que assim n e instituído um campeão nacional.

curioso: Facebook da FAP hj: CS Madeira é campeão nacional de infantis feminino...

então em que ficamos FAP?

O Banhadas Andebol disse...

Um esclarecimento se impõe, pois vários comentários não foram publicados, por conterem palavras ou expressões, que a isso obrigaram. Também não é nosso costume justificar qualquer texto, que um dos nossos colaboradores tenha escrito. Mas importante salientar que o texto relacionado com a “imagem da arbitragem” e não com os árbitros individualmente está escrito a negrito e não a vermelho, conforme por norma, se pretende criticar com uma grande carga negativa. Por outro lado este texto está escrito entre plicas o que tem certamente para quem o lê e interpreta outro significado. Pois as informações que nos foram chegando de diversas formas e fontes, têm a maior parte delas a ver não com o trabalho efetuado nos jogos mas sim com a inexperiência demonstrada na maior parte dos casos. E por aqui ficamos. Com esta nossa justificação, que foi elaborado pelo autor dos artigos, tanto em masculinos, como em femininos.

Jorge Almeida disse...

Permitam-me comentar algumas coisas.

Não vi nenhum dos jogos, não conheço as equipas. Mesmo na Juve Mar só conheço os treinadores, a Raquel e o Bonfim; aproveito para endereçar a todo o grupo de São Bartolomeu do Mar os meus parabéns pelo bom resultado desportivo obtido. Parabéns extensivos a todas as equipas participantes, especialmente à equipa vencedora.

Parece-me que é preciso ter cuidado no uso da palavra "campeonite" nos escalões mais jovens. Dá ideia que as equipas vencedoras só o são porque os treinadores e os restantes oficiais pressionam as atletas para obterem resultados.

Da experiência que tenho de ter sido director de equipa (acho que agora se chamam "oficial"), é rara a equipa que chega às classificações cimeiras destes torneios com base em "campeonite" imposta pelos treinadores, directores e/ou pais. E mesmo essas equipas podem fazer um bom torneio, mas não conseguem mais bons resultados nas épocas seguintes pois as atletas tendem a desmotivar.
São muitos mais os casos de equipas que chegam ao topo das classificações nestes torneios porque as atletas têm brio em fazer bem as coisas, treinam muito e bem, dão no duro forte e feio, e têm prazer no que fazem e por andar naquele grupo de amigas que consegue bons resultados. E, assim, põem, na prática, desafios aos treinadores e oficiais, obrigando-os a serem cada vez melhores, a apresentar exercícios de treino mais variados e cada vez mais exigentes. E quem treina muito e bem, normalmente joga muito e bem, e os resultados aparecem. Felizmente, fui director de 2 grupos assim no Esposende Andebol Clube e na Juve Mar. Quando temos um grupo destes, atura-se bem melhor as agruras da função (nomeadamente os erros de arbitragem que não parecem ser casuais, o facto de perdermos parte substancial do fim-de-semana para os jogos, parte da semana para os treinos, etc ...).

Jorge Almeida disse...

Em relação a chamar-se "campeão" à equipa vencedora dos ENIF, parece-me que, em caso algum, mesmo que não se chame "campeão", não se deve apagar os vencedores dos ENIF do quadro de vencedores das provas oficiais. Têm tanto direito a lá estar como os vencedores de campeonatos nacionais, e não têm culpa de não haver um campeonato nacional como designação oficial para o seu escalão.

Os ENIF não devem ser encarados pela estrutura da FAP como filhos dum deus menor face aos campeonatos nacionais.

Esta minha advertência pode parecer fora do contexto, mas durante anos a fio organizaram-se estes ENIF (especialmente na época em que fui director, na década de 90), sempre uma organização da responsabilidade da FAP, mas os seus vencedores nunca eram considerados no mesmo pé dos campeões nacionais, assim menorizando e desprezando o esforço das atletas e dos oficiais das equipas vencedoras destes torneios, que eram sempre o ponto alto da época desportiva nestes escalões, quer se queira, quer não. A estrutura da FAP chegou ao cúmulo de declarar 3 vencedores, precisamente para retirar essa equiparação prática do vencedor do ENIF a campeão nacional, mas isso nunca foi compreendido pelas atletas, treinadores e directores dos clubes. Foi em parte como resposta a essa desvalorização que os clubes exigiram a criação de campeonatos nacionais.

Jorge Almeida disse...

Em relação à arbitragem, escreve quem já viu comportamentos inacreditáveis de árbitros durante ENIF, dentro do campo. Públicos e notórios.

Os ENIF sempre foram utilizados pela estrutura da arbitragem nacional para reunir duplas jovens de árbitros, e vê-las em acção. É um palco privilegiado para isso. É também um marco importante para a carreira dos jovens árbitros: um exemplo disso mesmo é a descrição que o Sr. Eng. Carlos Capela fez da importância que os ENIF tiveram na sua formação como jovem árbitro.

Não sei o que houve para que o Banhadas tenha classificado as arbitragens como negativas. Mas tratando-se de jovens árbitros em início de carreira, é natural que haja inexperiência. Devem ser mais específicos, relatando os casos em concreto, e mostrando provas. Se não, mais vale nem terem escrito nada sobre a arbitragem destes torneios.

Anónimo disse...

Eu sou um dos árbitros qu esteve em Fafe, mas escrevo aqui por que falou nisso, sou jovem e estou a dar os primieros passos, mas ninguem da arbitragem nacional esteve presente ou me deu qualquer conselho, ou me corrigiu, nos erros que cometi certamente, onde estavam, isso não sei mas que ninguem falou comigo isso posso afirmar categoricamente, nenhum dirigente da arbitragem falou comigo, nem sequer reuniões entre nós existiram.esta é que é a verdade pura, tudo o resto são balelas

Anónimo disse...

Nesta noticia o grande destaque tem de ser, em minha opinião, o facto da FAP ter instituído um prémio para a ÉTICA NO DESPORTO. Felicito a FAP por esta iniciativa sinónimo de estar a caminhar na direção certa, a dos valores da ética no desporto e na sociedade.

Nos escalões de formação, o mais importante é efetivamente a formação, dos atletas e dos jovens, e o Andebol deve ser uma escola de vida e de virtudes para todos eles. Esta será sempre a maior vitória que estes jovens irão ter na sua vida.

Realce maior para o facto da FAP ter anunciado no seu site ter subscrito um Código de Ética no Desporto. Congratulo-me por a minha modalidade estar a dar os passos certos.

Por fim, deixo o repto às Associações Regionais, às Associações representativas dos jogadores, treinadores e árbitros, para se associarem a estas iniciativas.

Deixo ainda o desafio à FAP, às associações supra referidas e até ao Banhadas para divulgarem melhor todas as iniciativas que contribuam para os valores da Ética no Desporto.

Jorge Almeida disse...

Há outro assunto que queria falar, e é sobre este modelo de competição no torneio.

Parece-me que seria melhor haver uma 2ª fase de grupos, em vez de partir logo para eliminatórias depois da fase de grupos actual.

Senão, vejam o caso do que aconteceu com a Juve Mar, que perdeu um jogo, ganhou os restantes, e ficou em 5º. Já o caso da Juve Lis, perdeu 2 jogos, e ficou em 4º, à frente da Juve Mar.

Outro caso do mesmo tipo é o que se passou com a equipa do CD Bartolomeu Perestrelo. Só perdeu um jogo, e foi parar ao 9º lugar ... Só porque teve um jogo mau ...

Com uma 2ª fase de grupos, coisas dessas são mais difíceis de acontecer. Parece-me melhor um formato de torneio em que se apurassem os 2 primeiros de cada grupo para essa 2ª fase de grupos, e em que o resultado entre eles contasse também para essa 2ª fase de grupos (para poupar nas datas).

Carla Ribeiro disse...

Senhor Jorge Ferreira, para a próxima tentaremos filmar os jogos, ou melhor a arbitragem.
Se são jovens árbitros não é culpa nem dos atletas, nem dos pais que assistem a estas tristes figuras do andebol. Pagámos o que nos pediram para estarmos presentes e não nos avisaram que era para dar formação a árbitros, essa que a paguem eles ou os pais assim como eu pago à minha filha.
A quem tanto medo teve da assistência exaltada apenas tenho a dizer que o fair play começa na arbitragem, quando não se sabe mais erra-se para os dois lados, quando se é tendencioso só para um, e não é por aparecer alguém representante da federação (que não vi, não sei quem é, apenas ouvi dizer que estava presente) que vamos deixar de defender as nossas atletas, filhas, e treinadores sempre que estivermos com a razão do nosso lado.
Ao fim da 1ª jornada e após uma vista de olhos pelos resultados e comentários de arbitragens, já apostava na equipa vencedora, sim, já só apostava apenas numa, errei por pouco, foi à final mas quem a levou ao colo deixou-a morrer na praia.
Parabéns Madeira, quem fica em 1º é sempre um campeão, e chamem-lhe o que quiserem.

Anónimo disse...

Eu sou arbitro nacional e estive em Fafe, e posso corrigir o meu colega, pois foram efectuadas reunioes todos os dias, e as correções muitas vezes feitas por quem dirigiu este encontro e por os arbitros mais experientes aos mais jovens... a mentira e falsidade de quem escreve tem perna curta e a careca é descoberta depressa... não estraguem o que foi execelente e tentem transformer o mediocre em bom, ou o bom em mediocre, o seu a seu dono e este encontro foi muito proveitoso, para a arbitragem isso não há dúvidas!!!

Eu arbitrei muitos jogos, mas ajudei os mais jovens em ainda mais jogos ao longo do torneio !!!

Anónimo disse...

Só estes palhaços se preocupam com Arbitragem nestes escalões !

Anónimo disse...

Só estes palhaços se preocupam com Arbitragem nestes escalões !

Anónimo disse...

Oh anónimo das 30 de Junho de 2014 às 13:10
ÉS TANTO ÁRBITRO DE BRAGA e estiveste em Fafe, como eu sou dono de um lagar de Azeite !

Vai passar banha para a Calçada.
Uma velha Raposa !!

JM

Anónimo disse...

A senhora, que se diz chamar Crala Ribeiro e eu acredito, penso que tem um espirito de demasiada campeonite, inserida em si própria, e se entende que dar formaça humana a jovens sejam eles masculinos ou femeninos é da forma que escreve e pensa, deve estar noutro mundo que não o desporto, onde se deve começar primiero por formar seres humanos e não robot's, e a formação humana custa, e já não falo em termos financeiros, mas em qualidade humana. e mais não digo.
Pois sou pai a minha não ganhou em termos desportivos mas as suas qualidades humanas estão ser muito bem aproveitadas, e eu para isso apgo de bom agrado. Nem que fosse para árbitro. Porque ser humilde e saber ganhar também é uma grande virtude.

Carla Ribeiro disse...

Em resposta ao senhor de 1 de Julho de 2014 às 21:44, não tenho qualquer razão para omitir a minha identidade (nem entendo porque o fazem, afinal temos direito à nossa opinião).
As minhas criticas foram mesmo para a arbitragem, e porquê? Porque nestes escalões já compreendem quando estão a ser prejudicadas (e o pior é que é intencional) e daí a desmotivação. Acredite que não é fácil ouvir dizer frases do género "se forem estes (árbitros) outra vez mais vale rematar na nossa baliza" e uma que me deixou a pensar no mesmo, " o que é que eles tem contra nós?, nem somos das equipas mais fortes!" O que me preocupa mesmo é o fato de desmotivarem as crianças para o desporto.
A injustiça desmotiva até na nossa vida quando já devíamos estar calejados quanto mais em miúdas de 11, 12, e 13 anos. Não podemos incutir nem na formação humana nem na desportiva das nossas filhas comer e calar, há que lutar pelos nossos direitos, assim como respeitar os dos outros.
Este encontro foi desmotivante para as miúdas, não pelos resultados (o que nem está em causa) mas pelas injustiças em campo.

Interrogações disse...

Verdadeira e claramente a competição apoderou-se dos Pais (educadores), treinadores e Jogadores... Os únicos que se excluíram foram os árbitros. Porque será que o CA da FAP principal responsável e nomeador destas provas, encontros nacionais, se demite de assumir a responsabilidade na organização da Arbitragem nestas provas... Delega como delegou em AR que contam como árbitros agentes da modalidade que não estão inscritos como árbitros... E depois estranhamos o sucedido nestas provas... Questionamos a competência para arbitrar de quem nem árbitro é... pelo menos inscrito...

Já não época 2012/2013 erros destes foram cometidos... Repetir os erros é o quê? falta de Competência ou despudor pelos valores e regras que gerem a modalidade?

Enganar com nomeação de árbitros de nível para depois cruzarem com outros árbitros... e depois jogos arbitrados só por regionais em provas nacionais... Não é mais que promover a ascensão honoris causa que caraterizaram este CA na época em curso.

Realmente o CA parece aquele réu muito arrependido que vai a tribunal pedir clemência ao juiz por ter ultrapassado uma linha contínua... pena é que a primeira coisa que faz ao sair do tribunal é ultrapassar numa linha contínua... Isto sim parece o CA... Que erra e erra... Não atenta aos erros... Não lê o Título XV... Não atende às críticas construtivas aqui feitas... Apenas atropela e ignora os erros cometidos... Seria útil para a Arbitragem que estes 17 meses tivessem sido de aprendizagem... Mas a única coisa que passa pelo pensamento... é... Quando termina este mandato sem fim? Porque a Direção da FAP apesar das críticas... parece que as vozes de burro (os clubes) não chegam ao céu (Direção da FAP)... realmente sentimos que somos assim tratados... É triste...

Se duvidam do que dizemos atentem às nomeações e questionem o Presidente, Todo-Poderoso, omnipresente ausente, do CA.

Assim poderão dissipar as Vossas dúvidas em vez de acreditarem cegamente em quem omite e não cumpre os regulamentos regularmente...

Atendam a quem vos alerta... Ou será que poderemos solicitar uma fiscalização sucessiva? é que se a Direção da FAP ou o CA precisar de uma aclaração o Andebol está disponível para lha dar... Em caso de dúvida, consultem o portal...

Anónimo disse...

Quando leio comentários de pais, mães, ou seja lá quem for, sobre arbitragens nos infantis, digo a mim mesmo Arbitragens nos infantis? Vitórias e derrotas nos infantis? Que país desportivo é este? Que formação têm vocês?
É tão lindo o por do sol e vocês não o vislumbram pois não?
Gente inculta!

ENIF disse...

Eu estive no ENIF, parece que a maioria dos comentadores só falam pela boca dos outros , que se calhar nem estiveram lá. Posso afirmar que ao nível de arbitragens nos mais 60jogos realizados a vossa crítica é mínima.
Tenho a minha filha num clube que foi ao ENIF assisti a vários jogos (cerca de 20) doutras séries pois íamos para o pavilhao mais cedo e depois do que vi o CS Madeira foi um justo vencedor sem ajudas.
Ps: Infelizmente vi alguns treinadores e dirigentes que gritavam, jesticulavam e descarregavam o mau trabalho nos árbitros e outros agentes.
Por aqui me fico

NO FINAL FESTA BONITA E A MINHA FILHA ADOROU DORMIR NO ESTÁDIO.

ENIF disse...

Continuando

Tres jogadoras me impressionaram.

O CS Madeira tem uma jogadora que faz a diferença e que faz lembrar a Patrícia Rodrigues. Será que temos aqui a futura lateral direita da selecção nacional.

O Lagoa tem uma jogadora infantil de 1 ano que faz da velocidade física e mental a sua arma.

A Juvlis a Pivot compleição física e movimentação.

Anónimo disse...

João Silva

Srª Carla Ribeiro pode fazer muitas coisas para corrigir os grandes "injustiças" dentro de campo!! a mais fácil será tirar o curso de arbitro de andebol e assim exercer essa "carreira", corrigindo todas essas injustiças.. Fácil não?

é tão fácil criticar os outros quando se está na bancada...

Carla Ribeiro disse...

Não é fácil, foi mesmo triste, porque a parte que realmente me incomoda são as agressões físicas graves que passam em branco. Era pura malícia da parte de algumas miúdas. Era um vale tudo onde eu também achava que o importante e bonito era estar lá, e é esta parte que mesmo nestas idades não pode passar impune, nem na arbitragem, nem nos treinadores nem em casa.