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domingo, 8 de fevereiro de 2015

Competições Europeias 2014 / 2015 – XXXII – No Feminino

Este fim-de-semana disputou-se a da 4.ª Eliminatória da Challenge CUP, onde participam as equipas do JAC-Alcanena e do Colégio de Gaia, que disputaram a sua participação em jornada duplas. Ambas saíram eliminadas. Portugal deixou deste modo de ter qualquer representação nas provas da EHF.
 
TERMINOU O “SONHO” NAS PROVAS EUROPEIAS NO FEMININO
 
Femininos
 
CHALLENGE CUP
JAC-ALCANENA ELIMINADA NA PROVA
 
O JAC-Alcanena, defrontou nesta 4.ª Eliminatória (16 equipas, 1/8 Final), o Pogon Baltica Szczecin (Polónia). Ao realizar os dois jogos em Portugal, poder-se-ia acalentar alguma esperança, e até mais público presente. No jogo da 1.ª Mão, durante cerca de 30 minutos, essa esperança foi concretizada, ao atingir-se o intervalo com um resultado desfavorável pela diferença mínima (16-15), com a equipa portuguesa a comandar por várias vezes o marcador, num jogo sempre equilibrado, e onde as igualdades se sucederam diversas vezes, mas mesmo com diversas falhas no passe na precipitação no ataque, deve em afirmar-se que perante um adversário que jogava ao ritmo que o JAC impunha, permitia que todas as esperanças se mantivessem imutáveis para os segundo 30 minutos, sobressaindo neste primeiro tempo a guarda-redes Diana Roque e a 1.ª linha Neuza Valente, já que Patrícia Rodrigues estava a confirmar o mento menos bom porque está a passar. No segundo tempo tudo se alterou, as polacas, aumentaram a sua velocidade de jogo, a sua defesa tornou-se mais agressiva, e os contra ataques com sucesso sucederam-se e aos 45 minutos já venciam por 23-17, ou seja em 15 minutos a equipa do JAC marcou apenas 2 golos contra os 7 do adversário, e nem o Time Out entretanto solicitado pelo técnico português teve qualquer efeito, no rendimento da sua equipa, que continuou a acumular erros atrás de erros, passes transviados, más receções, defesa “macia”, ataque sem rumo, enfim tudo o que era de “mau” acontecia á equipa portuguesa, que deixou de atuar em conjunto, passando a tentar resolver os problemas através de jogadas individuais, e que aos 56 minutos já perdia por 11 golos de diferença (31-20), diferença que se veio a verificar no final. Neste jogo destaca-se a Neuza Valente com 10 golos e melhor marcadora da equipa e do jogo, a polaca Koprowska, uma excelente jogadora a ser a melhor marcadora da sua equipa com 7 golos, numa equipa onde 10 jogadoras marcaram, contra as apenas 5 da equipa do JAC. No jogo da 2.ª Mão só não existiu uma fotocópia do jogo da 1.ª Mão, porque além do JAC ter melhorado no 2.ª tempo, e do treinador da equipa polaca, ter feito uma autêntica gestão do plantel, em especial no segundo período de jogo. De destacar o rendimento altamente positivo da Diana Roque na baliza do JAC-Alcanena, assim como a subida de rendimento de Patrícia Rodrigues (3 golos), e um especial destaque para Adriana Lage (3 golos) que se bateu excelentemente no meio daquele “muro” polaco nos 6 metros. A equipa portuguesa na nossa opinião voltou a claudicar fisicamente no segundo tempo. Neuza Valente voltou a ser a melhor marcadora do JAC com 9 golos, sendo ainda a melhor marcadora do jogo, na equipa polaca a melhor marcadora com 7 golos foi a polaca Agata Cebula, que teve 11 jogadoras a marcar, o que diz tudo acerca da real valia desta equipa. Não podemos terminar sem referir o trabalho que a equipa portuguesa desenvolveu, em especial no jogo da 2.ª Mão, endereçando os nossos parabéns á boa imagem transmitida para o exterior. Dirigiu os encontros a dupla de Montenegro composta por Bogdan Kaludjerovic e Ivan Vujacic, que demonstraram pouco valor para serem árbitros da EHF, pois por exemplo não tiverem um critério disciplinar coerente durante os 60 minutos, sendo demasiado permissiva, e com a aplicação da lei da vantagem pouco clara, além da sua interpretação dos 7 metros ser no mínimo bastante duvidosa.
 
1.ª Mão
JAC-Alcanena 22 – 33 Pogon Baltica Szczecin (Polónia)
2.ª Mão
Pogon Baltica Szczecin 26 – 21 JAC-Alcanena
 
COLÉGIO DE GAIA ELIMINADO DA PROVA
 
O Colégio de Gaia, Defrontou nesta 4.ª Eliminatória (16 equipas, 1/8 Final), o DHC Sokol Poruba (República Checa). Equipa que na eliminatória anterior tinha eliminado a Juventude Lis, com os dois jogos a serem disputados na República Checa. O Colégio de Gaia perante uma equipa, cuja forma de jogar era do seu conhecimento, realizou uma partida equilibrada, chegando a comandar o marcador com uma diferença de quatro (4) golos, mas conforme já tinha provado em Leiria na eliminatória anterior a equipa checa têm variadíssimos recursos e rapidamente recuperou, chegando ao intervalo já na frente do marcador, embora pela diferença mínima (14-13). Nos segundos 30 minutos apesar do aparente equilíbrio verificado a equipa checa comandou sempre o marcador, e fazia uma autêntica gestão do esforço, permitindo que a equipa de Gaia aos 55 minutos de jogo, apenas perdesse por um diferencial de 2 golos, mas todos nos devemos lembrar dos jogos de Leiria e dos índices físicos desta equipa Checa, que terminou este primeiro encontro a vencer por um diferencial de 4 golos, e deixando aparentemente tudo em aberto. No Colégio de Gaia, mais uma vez Vanessa Silva com 7 golos foi a sua melhor marcadora, seguida de perto por Fernanda Carvalho com 6 golos. na equipa checa a melhor marcadora igualmente com 7 golos foi a eslovaca Alzbeta Rechtorisova, logo seguida pela checa Sarka Marcikova com 6 golos, uma atleta que já tinha chamado a atenção na eliminatória anterior. No segundo jogo, um Colégio de Gaia cheio de confiança, entrou em jogo, disposto a virar a eliminatória, defendendo a preceito e com uma finalização bem mais eficaz que o normal, impôs um forte ritmo de jogo e liderou toda primeira parte, chegando ao intervalo a vencer por 18-11, o que a colocava na frente da eliminatória. Um segundo período de jogo que começou bem, mas em que a equipa checa a oferecer uma excelente réplica, de tal forma que o tempo regulamenta terminou com o Colégio Gaia a vencer por 28-24, precisamente o mesmo resultado do jogo da 1.ª Mão, mas agora a favor do Colégio de Gaia. Sendo necessário nos termos do Regulamento de desempates da EHF, proceder-se á marcação de livres de 7 metros, pois as equipas encontravam-se empatadas até nos golos marcados fora. Aqui a sorte foi adversa e as checas converteram 3 contra apenas 1 do Colégio, que assim venceu por 29-27, mas que apenas serviu de “consolação”. Fernanda Carvalho com 7 golos foi a melhor marcadora do Colégio, enquanto a checa Leona Svirakova com 8 golos foi a melhor marcadora do encontro e da sua equipa. Endereçamos igualmente os nossos parabéns ao Colégio Gaia pela dignidade da sua prestação desportiva
 
1.ª Mão
Colégio Gaia 24 – 28 DHC Sokol Poruba (República Checa)
2.ª Mão
DHC Sokol Poruba 27 – 29 Colégio Gaia
 
O Noticias

6 comentários:

Anónimo disse...

o banhadas por acaso viu algum jogo dos que comentou??? 1º, a Gante nunca jogou, nem joga no Alcanena, fez sim um excelente jogo pela sua equipa, o Colégio de Gaia. 2º as checas nunca jogaram em Leiria,ou seja, a Juve Lis é que se deslocou à Republica Checa e fez os dois jogos,estão esclarecidos? Tenham um poco mais de respeito pelo andebol feminino. Já agora, parabéns para o Colégio de Gaia que fez 2 excelentes jogos.

Jorge Almeida disse...

Lista de transmissões de jogos de Andebol na TV, Internet e Rádio previstas entre 9 e 15 Fevereiro 2015:

http://andeboltv.blogspot.pt/2015/02/lista-de-transmissoes-entre-09-e-15.html

Anónimo disse...

Muito bem estiveram todos os clubes portugueses em ação esta época. Que apesar de todas as limitações financeiras, que apesar de todas as dificuldades a nível de preparação e de todo o amadorismo de todos (sim porque em Portugal não há equipas profissionais) representaram e bem o andebol português.
Quer tenham perdido por 20, 30 ou 40 ou tenham "morrido na praia", não se pode comparar com a realidade de lá fora.
Lá fora os clubes treinam todos os dias 1 ou vezes por dia com toda a equipa a treinar e têm todas as condições para isso. Cá, uma equipa só está completa pelo menos uma vez por semana (e é quando é) e treina 3 ou 4 vezes por semana e além disso as vezes que treina é sempre com atletas de escalões inferiores.

Por isso, Parabéns a todas as equipas do feminino.

Anónimo disse...

É permitido pela Federação Internacional ter atletas a fazer 4 jogos em apenas 24 horas???

E Pela Federação Portuguesa?

Anónimo disse...

subscrevo inteiramente o comentário das 12:40, é a nossa realidade

Anónimo disse...

De salientar a exibição da Raquel Sarmento no jogo de domingo e é triste ninguém falar disso. Má fase de Patrícia Rodrigues? Não andamos a ver os mesmos jogos