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quarta-feira, 1 de julho de 2015

Planeamento Desportivo – Época 2015/2016 - II

Está época a divulgação do Comunicado N.º 1 e seus anexos, foram acompanhados pela divulgação dos Regulamento Especifico das provas, que ainda não mereceram da nossa parte uma análise cuidada a fim de se verificar se existe diferenças em relação á época que está a terminar.  

Esta época, finalmente com a elaboração do seu CO N.º 2, ficamos a saber, quem são as equipas com direito desportivo a participar nas diversas provas Nacionais Fixas.

E deste modo a primeira conclusão a que chegamos, é exatamente a mesma que veiculamos na época transata, (por ventura outros chegarão a outras), e que voltamos a repetir, é que esta época voltamos, a ter um planeamento economicista e de transferência de responsabilidades, cada vez mais apertado, o que num País como o nosso não será de estranhar. Apesar de algumas alterações de valores, que já pudemos constatar no CO n.º 1.

Tal como dissemos na última época, duvidamos da capacidade organizativa de algumas Associações, onde como muito bem sabemos regras e normas regulamentares, serão “tabua rasa”, assim como temos fortes dúvidas da capacidade financeira de algumas para suportar os custos inerentes ao bom andamento desportivo de algumas destas provas.

No entanto importa dizer que é uma transferência de responsabilidades que concordamos em absoluto, apesar das dúvidas anteriormente colocadas, certamente obrigará muitas Associações a sair da letargia em que se encontram, pois esta época, já se verificou algumas melhorias, e só isso poderá ser um forte benefício.

Falando ainda sobre o CO N.º 1, as alterações mais significativas, que se verificam, são nos custos das arbitragens, que nos masculinos tiveram um aumento médio de cerca de 15%, com a circunstância de na PO02, apenas estarem previstos custos até á fase Final. Nos femininos, apenas está contabilizada a PO09 com um aumento de 50%, ou seja um aumento global próximo dos 25%. Já as alterações verificadas nos valores dos seguros também são significativas, sendo a média nos masculinos de cerca de 21%, e nos femininos de cerca de 15%, e estamos a falar apenas de praticantes, sendo de destacar que nos Bambis femininos se verifica uma descida de cerca de 33%.

Existem outras matérias nos Anexos ao CO N.º 1, que serão comentados em próximos textos, pois são indicadores preciosos, do planeamento que se seguirá.

O Banhadas Andebol

3 comentários:

Anónimo disse...

a quem se quere proteger com estes valores, é uma pergunta que deixo no ar.

Anónimo disse...

Esta direcção da Federação ficará na historia de como tão bem fazer MAL AO ANDEBOL PORTUGUES .
Foram dois anos de aumentos de custos , redução de receitas , passagem de responsabilidades ( Viagens e agora até seguros ) sem quaisquer vantagens ou resultados .
Esperemos ao menos que a divida tenha baixado mas tenho duvidas .

Anónimo disse...

O facto do Governo dar menos 30% às Federações do que dava há 5 anos não interessa para nada pois não?