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sábado, 2 de julho de 2016

Regras De Andebol - Época 2016/2017 - II

REGRAS 2016 - POSSÍVEIS EXCEÇÕES
A
APLICAR PELAS FEDERAÇÕES


Normalmente a Federação, através de um CO a que dá o nome de orientações técnicas para a época, onde são esclarecidos alguns dos pontos já aqui mencionados por diversas vezes, no entanto está época como o silencia sobre as novas regras têm sido “de ouro”, decidimos publicar, as regras onde é permitido as Federações fazerem diferentes aplicações, com limitações impostas pelas próprias, e pela IHF.

Regra 2:1 (Tempo de Jogo)

A IHF, informa, nesta Regra em termos de nota, que as Federações, têm o direito de aplicar nas provas de sua responsabilidade, de alterações ao tempo de intervalo, O tempo máximo de intervalo será de 15 minutos.

Regra 2:2 (Prolongamentos)

Não é obrigatório, que num encontro onde seja necessário definir um vencedor, que exista desempate por livres de 7 metros, pois o que a IHF, diz, é caso o jogo continue empatado, o vencedor será determinado de acordo com as Regras particulares da competição em curso. Pode até definir-se o vencedor através dos chamados Shoots-Outs.

As Regras definem que quando o desempate é feito através de lançamentos de 7 metros, quais os procedimentos a seguir.

Regra 2:10 (Time OU de equipa)

Na realidade as regras apenas preveem 2 Time-OUT de equipa de 1 minutos, um em cada metade do tempo.

Mas em Nota a IHF informa, que as Federações nas provas de sua responsabilidade podem alterar o número de Time-Outs, estabelecendo regras para tal:

a)      Cada equipa pode utilizar 3 time-out por jogo, no máximo dois por cada parte (excluindo prolongamentos):
b)      Apenas poderão ser usados o máximo de  2, em cada meio tempo;
c)      Nos últimos 5 minutos do jogo, cada equipa apenas pode fazer a utilização de 1 Time-out.

Regra 4:1 (Número de jogadores)

A Regra estabelece que uma equipa é constituída até um máximo de 14 jogadores.

A IHF, informa, nesta Regra em termos de nota, que as Federações, têm o direito de aplicar nas provas de sua responsabilidade, de alterações ao número de jogadores. No entanto, o número máximo de jogadores não pode ultrapassar os 16 Atletas.

Regra 17:5 (Lesão de um árbitro)

A Regra estabelece que em princípio, todo o jogo será dirigido pelos mesmos árbitros.
Estabelecendo que se um árbitro ficar incapaz por lesão de terminar o jogo, o outro árbitro continuará o jogo sozinho.

A IHF, informa, nesta Regra em termos de nota, que as Federações, podem aplicar regras especiais no âmbito da sua responsabilidade com respeito ao indicado anteriormente por nós, relativo a esta Regra. Poder-se-á por exemplo nomear uma dupla de reserva, que substituiria a dupla como existe em grandes provas Internacionais.

Regra 17:8 e 17:9 (responsabilidade do controlo do tempo de Jogo, e da contagem dos Golos)

Os árbitros devem ser possuidores de cronómetro e de documento para anotação dos golos porque são os responsáveis pela contagem dos golos, e também porque são elas os responsáveis por solucionar qualquer problema relacionado com o tempo de jogo, sendo ainda responsáveis pelas anotações das advertências, exclusões e desqualificações.

A IHF, informa, nesta Regra em termos de nota, que as Federações, podem aplicar regras especiais no âmbito da sua responsabilidade com respeito ao consignado nas Regras 17:8 e 17:9, por exemplo delegar algumas dessas tarefas, em delegados técnicos que estejam nomeados.

Existe agora uma exceção devido a uma nova Regra

Regra 4:11 (Substituição Obrigatória)

A Nova regra de 2016, indica que se um jogador recebe assistência médica em campo, deve abandonar o mesmo e ser substituído por outro jogador, e só pode voltar ao jogo após se completarem três (3) ataques da sua equipa. Constituíndo esta norma o paragrafo 2 da Regra.

A IHF, informa, nesta Regra em termos de nota, que as Federações, podem aplicar regras especiais no âmbito da sua responsabilidade com respeito á suspensão do parágrafo 2 desta Regra, mas somente nas categorias jovens. O Significa de imediato que as categorias de Seniores não têm qualquer exceção.

Proibição de Modificação

A IHF, reforça mais uma vez que não é possível ás Federações, ou aos árbitros, fazer exceções e autorizarem que os jogadores atuem usando capacetes, mascaras ou proteções dos joelhos com partes sólidas.

Usando exemplos de forma clara, não havendo exceções a esta Regra (Na parte Final do livro de Regras, em Esclarecimentos e Interpretações

Ficamos na expectativa, das orientações que a Federação irá fornecer sobre estas matérias.

O Analista

2 comentários:

MIGUEL ORLANDO PINTO RIBEIRO disse...

A IHF no seu melhor...

Anónimo disse...

Melhor pior ou seja o andebol não vai melhorar em nada bem pelo contrario complicando e muito o papel da mesa(control) e os treinadores.
As comissões técnicas da IHF e EHF deveria estar somente 2 mandatos e depois dar lugar a outras ideias e principalmente com elementos afectos ao jogo(ex jogadores e ex treinadores qualificados no mínimo e não afectos a Amizade e profs universitários com pouco experiência nesta área. Temos lá alguns portugueses que dentro são fracos como podem ser bons fora!
Estas alterações descaracterizam a Essencial do jogo de HANDBALL retirando a importância do GR! e se estava mal a camisola rota agora bem pior 7 jogadores de campo!(bastava que todos os jogadores jogavam com o mesmo equipamento(1,12,16) e mantendo o HANDBALL tal como está. O cartão AZUL para quê!lesionado fora 3 ataques porquê! num momento crucial do jogo!!!!!! e PASSIVO 6 PASSES O ANDEBOL NÃO É BASQUETEBOL!
A comissão técnica da IHF queria apresentar serviço e pelas piores razões o MUNDIAL DE JUNIORES NO BRASIL DEMONSTROU O FIASCO DAS NOVAS REGRAS!
adc