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- Vamos encher os Pavilhões - mas com dignidade a Modalidade merece
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domingo, 13 de novembro de 2016

Crónica de Fim-de-semana – 20 – 2016 / 2017 – I

Regressamos ás normais crónicas da PO01, dedicada aos jogos que faltavam disputar da 11.ª Jornada, após a interrupção da prova para trabalhos e jogos da Selecção Nacional Masculina

PO01 – Campeonato Nacional da 1.ª Divisão Seniores Masculinos.

1.º Jornada
3.ª Jornada
Dia 23-11-16
SC Horta – ABC (21H00)
4.ª Jornada
Dia 16-11-16
Ismai – SC Horta (21H00)
9.ª Jornada
Dia 22-12-16
Belenenses - ABC (19H00)
11.ª Jornada
Dia 09-11-16
Benfica 31 – 27 ABC (antecipado)
Dia 12-11-16
Águas Santas 31 - 30 Boa Hora
AAA Avanca 27 - 22 AC Fafe
Belenenses 28 - 20 São Mamede
FC Porto 39 - 25 Arsenal
SC Horta 20 – 36 Madeira SAD
Ismai 32 - 37 Sporting

Disputara-se os restantes jogos da 11.ª Jornada, que felizmente foram disputados sem o registo de ocorrências disciplinares, praticamente em termos finais sem grandes surpresas, pois o Águas Santas acaba por vencer o Boa Hora.

Na Maia disputou-se um dos encontros mais equilibrados da jornada o Águas Santas / Boa Hora, que foi um encontro que terminou com total equilíbrio, pois o Águas Santas, marca o golos da vitória quase no final dos 60 minutos através do inevitável Pedro Cruz. Jogo disputado com grande equilíbrio nos primeiros 30 minutos, com uma igualdade a 12 golos aos 17 minutos, após o Boa Hora ter estado na frente do marcador embora sempre pela diferença mínima, por algumas vezes, após esta igualdade a equipa maiata assumiu o comando do marcador e do jogo chegando ao intervalo a vencer por 16-14. No segundo período do jogo o Águas Santas dominou o marcador e o jogo até cerca dos 48 minutos quando vencia por 28-22, maior diferencial que se registou durante todo o encontro, para sofrer um parcial de 4-0 e aos 53 minutos apenas vencia por 2 golos de diferença (28-26), para a equipa neo divisionária que realizou uns minutos finais em grande plano igualar a 30 por Ricardo Barrão aos 59 minutos. Destaque-se na equipa maiata, a prestação de Diogo Santos na baliza (36% de eficácia), e Pedro Cruz (8 golos, 54% de eficácia), e Mário Oliveira (7 golos, 88% de eficácia). No Boa Hora o guarda-redes Henrique Carlota não esteve nos seus dias (12% de eficácia) e foi o “veterano” António Ribeiro a salvar a honra do “convento” com 30% de eficácia), Nuno Santos (7 golos, 100% de eficácia), e Rui Barreto (6 golos, 67% de eficácia), foram os seus principais marcadores.

No Pavilhão Adelino Costa realizou-se o encontro AA Avanca / AC Fafe, que foi um encontro onde a equipa local comandou o jogo e o marcador durante os 60 minutos, chegando ao intervalo já a vencer por 13-8. No segundo tempo permitiu inicialmente uma reação dos neo divisionários do AC Fafe que ainda reduziram o diferencial para 2 golos (13-11), para após fazerem um parcial de 4-0, voltarem assumirem a maior diferença que se registou durante todos o encontro que foi de 6 golos, por diversas vezes (17-11, 20-14 e 21.15, por exemplo). Mais uma vez na AA Avanca o seu guarda-redes Luís Silva esteve em evidência com 32% de eficácia, em contra ponto com a média dos dois guarda-redes utilizados pelo AC Fafe, que não passaram dos 21% de eficácia Global, Destaques na equipa visitada para Nuno Carvalho (4 golos e 100% de eficácia), e para Pedro Valdez (67% de eficácia), e Diogo Oliveira (55% de eficácia), ambos com 6 golos, enquanto na equipa de Fafe Vasco Santos (67% de eficácia) e Belmiro Alves (com apenas 46% de eficácia), ambos com 6 golos cada. Com esta derrota o AC Fafe mantem o 9.º lugar da classificação agora em igualdade com o Belenenses (-1 jogo).

No Acácio Rosa, o realizou-se o Belenenses / São Mamede, que terminou sem nenhuma surpresa com a vitória do Belenenses por um dos resultados mais dilatados da jornada, mas que no entanto foi de total equilíbrio até cerca 21 minutos quando se registava uma igualdade a 8 golos, já depois da equipa de São Mamede ter estado na frente do marcador (sempre pela diferença mínima). A partir deste momento a equipa do Restelo assumiu em definitivo o comando do jogo e do marcador com Nuno Roque (5 golos, 71% de eficácia), a tomar as rédeas do jogo, e a levar a equipa a chegar a “bom porto”, chegando ao intervalo já a vencer por 14-9. No segundo tempo o Belenenses não abrandou e chegou aos 8 golos de diferença aos 48 minutos (22-14), e praticamente com o jogo resolvido, pois aos 57 minutos teve a maior diferença de todo o encontro, quando vencia por 28-19. Figura de destaque no Belenenses o seu guarda-redes João Moniz (43% de eficácia), e ainda Filipe Pinho (5 golos, 45% de eficácia), numa equipa com 10 jogadores a marcarem golos. No São Mamede com os dois guarda-redes a equivalerem-se Tiago Amorim (27% de eficácia), e Rui Ferreira (28% de eficácia), teve em João Baltazar o seu melhor marcador (7 golos, 58% de eficácia), com esta nova derrota a equipa de São Mamede, continua a ser a única equipa que ainda não regista qualquer vitória na prova.

No Dragão Caixa, disputou.se o FC Porto / Arsenal, que resultou num dos resultados mais dilatados da jornada, sem surpresas tal a diferença existente entre as duas equipas. Foi um encontro praticamente de sentido único, pois coube a honra ao Arsenal de inaugurar o marcador, para o FC Porto arrancar para um jogo onde foi paulatinamente construindo a diferença e aos 9 minutos de jogo já vencia por 8-2, sem grande dificuldade, para chegar ao intervalo já a vencer por 11 golos de diferença (21-10). No segundo tempo não se registou qualquer facto digno de registo, pois a superioridade do FC Porto, foi por demais evidente, e permitiu ao seu técnico gerir totalmente o seu plantel e dar tempo de jogo aos normalmente menos utilizados e mesmo assim ter 12 jogadores a concretizarem ocasiões de golo. Como é normal os seus guarda-redes estiveram em grande plano Alfredo Quintana (38% de eficácia) e Hugo Laurentino (41% de eficácia), enquanto no Arsenal o seu guarda-redes Ricardo Castro não foi além dos 18% de eficácia. Salina (6 golos e 100% de eficácia), José Carrillo (5 golos e 71% de eficácia), e Victor Alvarez (5 golos, 83% de eficácia), foram os principais marcadores do FC Porto. Curiosamente no Arsenal e com o desenrolar do resultado o seu técnico e bem também procedeu á gestão do seu plantel dando tempo de jogo aos menos utilizados, e desta forma, teve 11 jogadores a marcarem golos, com André Caldas (63% de eficácia) e Sérgio Caniço (83% de eficácia), ambos com 5 golos cada foram os seus melhores marcadores.

Na Maia tivemos outro encontro o Ismai / Sporting, que terminou com a vitória sem grande surpresa da equipa do Sporting, que construiu o resultado no primeiro tempo ao chegar ao intervalo a vencer por um claro 22-11, num jogo de sentido único, pois a equipa do Sporting comandou o marcador durante os 60 minutos de jogo, e aos 5 minutos de jogo já vencia por 5-0, para aos 8 minutos vencer por 8-1. No segundo tempo e apesar do abrandamento do ritmo e da utilização de todo plantel, dando cumprimento ao prometido pelo seu técnico, durante a semana, de que tinha de gerir o plantel, aos 49 minutos de jogo ainda vencia por 10 golos de diferença 33-23, permitindo após esta diferença que a equipa maiata, recuperasse e terminasse o encontro sofrendo apenas um diferencial de 5 golos. Destaque mais uma vez na equipa do Sporting para o seu guarda-redes Asanin com 42% de eficácia, e para os 13 jogadores que marcaram golos, com Igor Zabic (75% de eficácia), e Carlos Ruesga (75% de eficácia) com 6 golos cada a serem os principais marcadores. No Ismai, onde 11 jogadores marcaram golos o que atesta igualmente a boa rotação do plantel, Angel Zulueta () golos, e 64% de eficácia) e Tiago Heber (6 golos, 67% de eficácia) foram os seus melhores marcadores.

Terminamos com o “duelo” insular disputado na Horta, o SC Horta / Madeira SAD, que foi um jogo praticamente de sentido único (encontro com o resultado mais dilatado da jornada), pois o SC Horta apenas deu alguma réplica nos minutos iniciais (4 minutos) quando se registava uma igualdade a 2 golos, a partir daqui o Madeira SAD, assume o comando do jogo e do marcador para chegar ao intervalo já a vencer por 21-8 (13 golos de diferença).Sofrendo um parcial de 6-0, entre os 18e os 24 minutos de jogo. Não esquecer que neste encontro o Madeira SAD já apresentou o seu novo reforço (Augusto Aranda, cedido pelo Benfica). Nos segundos 30 minutos o ritmo do jogo não sofreu grandes alterações com a equipa o Madeira SAD sempre no comando marcador chegando a ter um diferencial favorável de 17 golos (33-16) por exemplo, com 10 jogadores a marcarem golos, com a curiosidade de Nelson Pina ter concretizado os seus 7 golos todos no primeiro tempo, seguindo o central Nuno Silva com 6 golos, por sua vez no SC Horta que fez um exagerado número de faltas técnicas o seu melhor marcador não passou dos 5 golos e foi Noelvis Reve.

A Classificação ficou assim ordenada: - 1.º FC Porto (33 pontos), 2.º Sporting, e Benfica (31 pontos), 4.º Madeira SAD (25 pontos), 5.º AA Avanca (24 pontos), 6.º Boa Hora (+1 jogo) (23 pontos), 7.º ABC (- 2 Jogos), e Águas Santas (21 pontos), 9.º AC Fafe, e Belenenses (17 pontos), 11.º Arsenal, e SC Horta (-2 jogos), (15 pontos), 13.º Ismai (-1 jogo) (14 pontos), 14.º São Mamede (13 pontos, +1 Jogo). 

O Banhadas Andebol

8 comentários:

Anónimo disse...

Ai boa hora , boa hora, tinha sido tão bom

Anónimo disse...

O Sporting tem algo estranho, não dá um ar de estabilidade. Olha-se para os menos utilizados e nota-se a ansiedade. Será que já duvidam deles? Vem aí o grande jogo de Lisboa desta vez em casa do Sporting. Já se ganhou fora ao ABC e perdeu-se em casa com o Porto. Depois vão começar a haver cada vez mais jogos europeus e até ao Natal, logo se vai ver quem tem garras.

Anónimo disse...

Numa hora em que P. Solha passa por uma desconsideração espantosa, vemos Nikcevik no banco ou a nada fazer. Não se percebe é usar um rapaz mais novo. Três jogadores para a posição? Zupo é um tipo difícil de entender. O Sporting e os seus mistérios... a tal super-equipa parece ter um comandante louco. E espalhafatoso acrescento eu. Nota-se ali uma dúvida e um nervosismo que nesta altura não deveria existir. Folgo em saber que C. Carneiro e Pedroso estão vivos. Tavares tem pinta mas, está a estragar-se sendo suplente do melhor jogador da época passada. Mão esquerda não há em abundância e Portela é o melhor naquela posição, ou pelo menos o mais completo.

Anónimo disse...

Triste campeonato onde á vista desarmada se nota haver, umas duas a quatro equipas a mais. Onde os estrangeiros entram á toa. Onde os Cubanos podem fazer uma selecção competitiva.

Anónimo disse...

Sei que há agora dia 15 um jogo Sporting-Benfica, no pavilhão das Olaias. Sendo a meio da semana e não havendo futeboladas, esperemos que um pav. pequeno possa encher. Esperemos igualmente que, claques em jogo noturno e num sitío propício, não se envolvam em andebol com pedras ou algo que haja á mão!
Este jogo é daqueles em que perder, pode começar a fazer mossa.

Anónimo disse...

Quando ao sairmos do pav do Àguas Santas na Maia, ouvi elogios ao Boa-Hora, fiquei ciente que estamos no bom caminho. Jogamos fora e demos luta mas, gostei foi de ouvir dizer que, não jogamos á bruta como... mas que, tinhamos maneiras de resolver problemas muito adultos. recordo que o Boa-Hora subiu embora seja pensamento da equipa aguentar-se no Andebol 1. Faço recordar que, o orçamento do A Santas é bem maior, não falando nos apoios camarários e outros. Talvez por receio alguns dos jogadores abordados não vieram. Mas estamos em crer que, vamos ser a surpresa. Para já somos! E ninguém nos ouve queixinhas ou provocações a quem nos visita... o caminho é o trabalho. E há quem inveje o apoio de algumas empresas. Porque será?

Anónimo disse...

Custa muito ver o Nuno Roque no Belenenses. Tem categoria para mais, bem mais. E tem piada ouvir quem diga que ele agora vai abaixo, por ter sido pai...

Anónimo disse...

Ontem após o jogo Porto-Madeira And. teve piada o Tr que perdeu, elogiar tanto mas tanto, o adversário. È natural que causou boa impressão e se calhar se um dia correrem com o Costa, ele está na lista de espera. Resende foi campeão e andavam a correr rumores que, ia ser corrido! E foi! No ABC sem equipa lá vai levando a água ao moinho, e aproveitando as vicisitudes do sistema.