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quarta-feira, 19 de abril de 2017

Arbitragem – Acções de Formação – CA - II

ACÇÕES DE FORMAÇÃO PREPARATÓRIAS
DE
FASES FINAIS (PO01 E PO09)

Pode parecer que ao voltarmos a este tema, o mesmo vêm em atraso em relação ás datas em que a mesma foi realizada, mas entendemos deixar serenar o ambiente, pois o mesmo na referida acção parece que não foi o melhor, e mantemos tudo o que dissemos em relação à mesma, em especial “… pelos vistos Oficiais de Mesa não necessitam, é pena. A realizar nos dias 17, 18, e 19-03-17 …” Pois segundo as informações de que dispomos, é intenção declarada do actual elenco deste CA, proceder à extinção desta função, em termos federativos, passando a responsabilidade para outras entidades. E sobre esta função dissemos e mantemos, o seguinte “…Levanta-se uma questão vai ou não haver Oficiais de Mesa nestas Fases destas Prova? Se vão existir porque não foram convocados, ou será que é para acabarem…” É triste, mas Confirma-se.

No decorrer da acção temos ainda de lamentar, e com veemência, o facto dos técnicos nacionais, passarem o tempo a protestarem, e a queixarem-se das arbitragens, foram convidados a estarem presentes, e apenas um Clube esteve representado, o FC Porto, através da presença de Luís Graça. E depois falam, e gesticulam durante os jogos.

Nesta formação já foi evidente o mal-estar existente entre os elementos que compõem o actual elenco do CA, pois os elementos do CA, que poderão ser os elementos tecnicamente mais aptos, para transmitirem informação, sobre as Regras de Jogo, nem uma palavra disseram, pois quem falou sobre as novas Regras de Jogo, e a sua intreptação foram, repare-se o assessor jurídico do CA Hugo Virgílio, e o vogal do CA José Jorge, com todos os outros presentes, mas calados, com António Marreiros também a estar em silencio, quando internamente já era conhecida a sua nomeação para a EHF.  

Também sabemos que as prelecções com grande qualidade, e que versavam temas comportamentais, de motivação emocional para a liderança, e de evolução foram apresentados por Raul de Orofino, e por António Salvador. De lamentar alguns comportamentos dos quadros presentes, que estavam mais interessados em telemóveis e outros temas do que o que se estava a passar nos diversos momentos da acção de formação.

De destacar ainda a intervenção esclarecedora do técnico José António Silva, que foi igualmente uma mais-valia, para os elementos presentes.

Não podemos deixar de dizer, que esta acção, não revelou qualquer novidade, nem provocou qualquer esclarecimento adicional ao que já era conhecido. Apenas o quero posso e mando quando se falou de dívidas á arbitragem por parte do Sr. Presidente do CA. (sobre este tema será motivo de um texto próprio).
Para terminar porque o texto já é longo, questiona-se o motivo por que as orientações que foram fornecidas sem qualquer suporte documental, nem sequer foram divulgadas, por todos os intervenientes na modalidade, incluindo publico, para se evitarem problemas nos pavilhões, ficou tudo no segredo dos “Deuses do CA”. 

O Regras

4 comentários:

Anónimo disse...

estão todos feitos, ou vocês são anjinhos

O Velho

Anónimo disse...

Banhadas vocês disseram tudo o resto é conversa.

No entanto não embandeiramos em “arco” com esta nomeação, pois a mesma têm como consequência a saída de um membro português do referido comité, saída esta que permite a António Marreiros, alcançar os seus objectivos primários, depois de conseguir a substituição de João Costa como delegado da EHF, e da sua nomeação para a mesma função (até ao momento desconhece, qual a acção de formação que frequentou, para adquirir esta qualificação), agora obteve o seu segundo objectivo, afastar António Goulão, e só falta, a substituição de Manuel da Conceição, que deverá ser o próximo “alvo”, pois ainda falta a entrada para delegado da EHF do assessor do CA Hugo Virgílio, seu antigo companheiro na Direcção da Apaoma.

Anónimo disse...

Estou de acordo com quase tudo o que o Banhadas escreveu, menos com uma parte: a intervenção de António Salvador. Nem foi de qualidade, nem sem qualidade, foi insípida, de autoelogio, vazia e sem qualquer interesse pratico. Eu pessoalmente e quase todos a julgar pelas opiniões gerais, não aprendemos nada com esta intervenção.

Anónimo disse...

Foi, sem dúvida alguma, a melhor ação de formação dos últimos 15 anos!
Alguns árbitros e observadores presentes manifestaram publicamente esse sentimento, sendo inclusive o CA bafejado com uma salva de palmas a final por TODOS os presentes.
Os observadores tiveram uma ação pratica como nunca tinha ainda sido feita pela FAP.
José António Silva apresentou uma visão critica de todos os treinadores da PO1, identificando problemas e sugerindo soluções.
Duarte Gomes teve uma intervenção brilhante que permitiu ver como se processam as coisas no "desporto rei". Afinal, apesar das diferenças, existem muitas semelhanças com as praticas atuais da FAP.
António Salvador fez uma apresentação sobre a liderança, comunicação e evolução no mundo, que apenas pecou por o levaram com algum saudosismo para o tempo da LPA.
Raul de Orofino fez uma teatralização de grande qualidade sobre os comportamentos, motivação e liderança.
As apresentações do CA foram feitas por aqueles que considero serem os seus melhores preletores: António Marreiros, José Jorge e Hugo Virgílio. Acabando-se com as incongruências do Goulão (que ora diz uma coisa e depois diz outra), e com as anedóticas ordens, gritos e bocas do Manuel da Conceição.
Razão pela qual não concordo com o texto do Banhadas (O Regras) que demonstra claramente algum ressabiamento.
Termino como comecei: foi, sem dúvida alguma, a melhor ação de formação dos últimos 15 anos!