Com
um novo colaborador, que se debruçar, sempre que possível sobre as nossas Juniores
Femininas, em especial sobre a PO11. Esta é a sua
PO11 – Campeonato
Nacional da 1.ª Divisão Juniores Femininos.
2.ª Fase
JAC
Claramente,
o favorito à conquista do título.
Assentando
o seu jogo, no tridente Patrícia Rodrigues, Neuza Valente e Vanessa Oliveira,
parece-nos que salvo qualquer imprevisto, será o vencedor desta fase.
A
única condicionante e aguardámos para ver, até que ponto, a ambição de obter um
lugar ambicioso na PO9, poderá afeitar os resultados da PO11, uma vez que, a
"manta" (equipa) é curta!
E,
pensámos que, nesta fase da época, o Marco, não irá conseguir adiar os jogos
quando quer e será forçado a jornadas duplas (seniores e juniores).
O
ponto mais fraco do JAC, são tal como, em anos anteriores, as suas
guarda-redes.
JUVE LIS
Será
a equipa que, em nossa opinião, poderá fazer frente ao JAC.
Tem a
melhor guarda-redes do escalão (Sofia João) mas que, esta época, não tem estado
ao seu melhor nível.
Tal
como o JAC, veremos como reagem as atletas às jornadas duplas.
CALE
O
CALE, parece-nos demasiado dependente de Sofia Mota, no entanto, dada a
experiência adquirida nas seniores, poderá continuar a resolver jogos.
Realça-se
a clara subida de forma da pivot Ana Carneiro enquanto no patamar oposto, a
central Daniela Mendes, revela um claro abaixamento de forma.
No
entanto, o CALE, é claramente um dos fortes candidatos à fase final.
VALONGO DO VOUGA
A
equipa mais jovem das presentes nesta segunda fase, o que não quer dizer a mais
fraca.
Dispõe
de uma das mais talentosas jogadoras jovens do andebol português (Sandra
Santiago) que, quando se preocupa, exclusivamente, em jogar andebol, ajuda a
decidir jogos.
A
acompanhá-la, embora num patamar inferior, Inês Veiga e Maria Coelho.
Apesar
da sua juventude, será uma equipa a ver com muita atenção.
MAIASTARS
O Maiastars,
quer pelo historial, quer pela qualidade de algumas atletas, será sempre um dos
candidatos à presença na fase final, apesar de, tal como nas seniores,
apresentar um modelo de jogo, já pouco visto.
Maria
Cerqueira e a pivot Ana Azevedo são duas atletas que fizeram regularmente parte
da equipa sénior A, adquirindo bastante experiência.
As
restantes juniores, foram jogando na equipa B.
Nesta
equipa aguardámos para ver a evolução da central Catarina Teixeira, bem como
das pontas Joana Sousa e Catarina Rodrigues.
Os
pontos fracos do Maiastars, são o modelo de jogo e as suas guarda-redes.
ALMEIDA GARRETT
Claramente,
a mais fraca de todas as participantes, nesta fase.
Para
nós, analistas, foi uma enorme surpresa, o não apuramento do AC. Porto mas,
erros administrativos, objetaram o seu apuramento.
Quanto
ao Garrett, vive do desempenho de Cristiana Morgado (Kiki) que, esta época,
andará com a cabeça, bem longe do andebol e isso tem-se refletido nos seus
fracos desempenhos.
Terá
sido, a não autorização, da transferência para o CALE, no início da época?
Inclusivamente,
tivemos conhecimento que, já esteve castigada pelo próprio clube!
Apesar
de todas estas condicionantes, a grande vitória do Garrett (apuramento para a
2ª. fase) já foi conseguida.
Neste
momento, já se jogou a 1ª. Jornada e confirma-se aquilo que se analisou
anteriormente, ou seja, os 3 favoritos à passagem à fase final (JAC, JUVE LIS e
CALE) ganharam os seus jogos.
Já este fim de semana, num torneio da Páscoa, obtivemos uma informação, de
que, tal como aconteceu no masculino, também o representante da Madeira, não
irá participar na fase final, logo, se se vier a confirmar essa informação,
Valongo do Vouga e Maiastars, discutirão entre si o 4º. Lugar.
Sousa (Ribeirinho)