SENIORES FEMININOS
FASE DE QUALIFICAÇÃO
PORTUGAL PERDE NA ISLÂNDIA
TERMINOU UM SONHO
O EHF EURO 2026, cuja Fase Final será realizada de 3 a 20 de Dezembro de 2026, em cinco países. Polónia, Roménia, Chéquia, Eslováquia e Turquia.
Portugal, disputou a 6.ª Jornada do Grupo 4, última jornada desta ronda de qualificação, defrontando a Islândia fora, tendo perdido mais uma vez de forma clara o jogo, com esta derrota Portugal foi afastada da Fase Final do EURO, terminando de forma inglória esta sua participação nesta Fase de Qualificação, terminando em último lugar no seu Grupo.
Resultados
Dia 15-10-25
Montenegro
29 – 22 Portugal
Dia 19-10-25
Portugal
26 – 25 Islândia
Dia 04-03-26
Ilhas
Faroé 25 – 21 Portugal
Dia 08-03-26
Portugal
25 – 23 Ilhas Faroé
Dia 09-04-26
Portugal
26 – 34 Montenegro
Dia 12-04-26
Islândia
32 – 24 Portugal
Islândia
32 – 24 Portugal
Jogo na Islândia, num recinto completamente cheio, com Portugal a apresentar-se sem Joana Resende por lesão, mas com 3 guarda-redes, com uma boa prestação de Jéssica Ferreira (30% de eficácia, com 37% no primeiro tempo), de referir ainda a excelente prestação de Rita Campos (6 golos, 86% de eficácia) curiosamente com 100% de eficácia no primeiro tempo, onde foi uma pivô de mão cheia, mas não foi suficiente pois houve elementos que estiveram em dia não como Carmen Figueiredo (2 golos, 33% de eficácia), embora Luciana Rebelo (7 golos, 47% de eficácia) estivesse mais produtiva, mas apenas nos primeiros 30 minutos, destaca-se também a guarda redes da Islândia Hafdis (46% de eficácia), mas de referir que ao intervalo tinha 36%, mas no segundo tempo foi demasiadas vezes “agredida”, aumentando significativamente a sua eficácia, uma referencia para as falhas técnicas da equipa nacional, que foram demasiadas algumas delas até infantis, Portugal inicia bem o jogo com 20 minutos de grande qualidade, de tal forma, que comandou sempre o marcador, obtendo 4 golos de vantagem, pois aos 8 minutos vencia por 5-1, com a Islândia a usar de imediato um time out,, mas aos 14 minutos continuávamos na frente por 8-4, com a equipa da Islândia a crescer no jogo, mas aos 23 minutos ainda vencíamos por 12-10, para Portugal usar um time out aos 24 minutos com o marcador em 12-11, mas ao sofremos um parcial de 5-0, a maior parte em contra ataques, originados por falhas técnicas e perdas de bola no ataque por grande precipitação, permitimos que o marcador ao intervalo fosse favorável á Islândia por 15-12, sofrendo algumas exclusões de forma incompreensível, tal como a desqualificação direta de Minciuna aos 30 minutos, significando que iniciámos o segundo tempo em inferioridade numérica, situação sempre bem aproveitada pela equipa da Islândia, que transformou a equipa portuguesa numa banal equipa “sem rei nem roque”, pois Portugal nunca se entendeu com a defesa 5:1 da sua adversária, ainda fomos com algum sacrifício equilibrado o jogo até aos 40 minutos (19-16) mas de seguida entramos mias uma vez em sub-rendimento, de tal forma que aos 50 minutos perdíamos por 28-18, resultado completamente esclarecedor do que se estava a passar, 17 e a 22 a serem algumas das jogadoras mais da equipa da Islândia, com o marcador em 32-21 aos 55 minutos a Islândia entrou em modo de descontração, permitindo que Portugal terminasse com um parcial de 3-0, concretizado por Luciana Rebelo, por ser de inteira justiça temos de referir Neide Duarte (5 golos, 83% de eficácia, 2 em 3 de 7 metros), e as boas prestações de Elin Klara (7 golos, 70% de eficácia, 3 em 4 de 7metros) e Elin Rosa (6 golos, 86% de eficácia), que acabam por ser as melhores marcadoras da Islândia, arbitragem sem qualificação da dupla da Croácia, Matija Brodic / Matija Hodzic, péssima na sansão progressiva, e na lei da vantagem, em especial na faltado atacante e nos passos, sem princípios de equidade.
O Noticias

O senhor selecionador deve colocar o seu lugar à disposição. Falhou a qualificação onde o terceiro qualificado, num grupo de 4, tinha acesso ao europeu. Fraco, muito fraco.
ResponderEliminarÀ que existir responsabilidade pelo acontecido.
EliminarOra vamos pegar aqui nas palavras do Sr Selecionador: "De facto, creio que provamos ter condições para resolver alguns problemas, mas existem outros, em que se torna necessário investir mais, já que se tratam de questões estruturais que só serão resolvidas com a colaboração de todos.”
ResponderEliminarEstruturais em que parte? Empenho das convocadas?Trabalho dos Clubes? Estrutura dos campeonatos? Estrutura do Staff? Abram o site da Federação Norueguesa e façam uma comparação (https://www.handball.no/). E não, não serve de desculpa a tradição da modalidade. Estamos a anos luz das restantes equipas da europa. Com campeonatos desorganizados, pouco competitivos, onde quem tem dinheiro domina. E depois vemos estes belos resultados, com um andebol de á 20 anos, onde o selecionador anda a insistir num andebol não se sabe como. Epa eu nem sei descrever. É muito mau. Aproveite e siga o caminho dele. Venha uma cara nova, homem ou mulher, mas que venha com ideias novas e com um staff dedicado e sem vicios.
Eu acho que existem boas opções por ai. E a nivel de atletas, há mais clubes que aqueles 3 nacionais representados.
Comitivas de 10 pessoas, com 2 chefes de delegação e mais 10 entre marketingo (que não existe) e arrumadores de placares de fato é preciso investir mais,
EliminarQuerem mais polvo ?!!!! Só falta a seleção 'A' ... Selecionador Nacional/Treinador/Professor/ CV TOP, Experiência e Competência de Elite. As condições têm de melhorar a nível estrutural e com apoios sem os quais não crescemos. O Selecionador fará milagres?
EliminarFalso ou débil profissionalismo no andebol feminino, sujeito a dependências com que ninguém conseguirá fazer mais e melhor.
A formação feminina está limitada a 2/3 clubes gananciosos e destrutivos para o crescimento dos outros clubes em geral. A qualidade dos treinadores dos femininos é fraca. Poucas exceções. O trabalho de conjuntura esvai-se, clubes e seleção importam atletas grande e fortes e vão sobrevivendo. Gostava estar enganada mas é a minha visão como adepta um bocado desiludida com a modalidade tão nobre e ímpar. FELICIDADES.
Ontem houve reunião de federações, se calhar o Laranjeiro foi pedir uma trocos ao Proença a ver se se criam condições. Rua com essa gente.
EliminarComo uma pessoa disse se tivessem levado só as do garret agora estavam a festejar a passagem ao europeu
ResponderEliminarProf JAS, tá na hora de seguir o conselho do outro Zé: Addio, adieu, aufwiedersehen, goodbye.
ResponderEliminarÉ sem comentários !
ResponderEliminarUma coisa boa é que assim não gastam o dinheiro que a FAP não tem
Lol, a única coisa que não tem qualificação é o JAS e a seleção...
ResponderEliminarFoi só ridículo.
ResponderEliminarA Mariana Costa (e coitada da rapariga que não tem a culpa) não joga na primeira linha há anos e é a unica opção? Basicamente fomos ao jogo só com 4 primeiras linhas?
Quando se faz um estágio não se pode convocar apesar as amigas, pelo menos ter algum em casa pronto para estas situações.
Ridículo
Sonho? Eu sonho todos os dias.
ResponderEliminarPonham-se é a trabalhar em condições e ponham essa corja daí para fora.
Falhamos na preparação dos jogos, as lesões, não são desculpas, ou apenas desculpas de mau perdedor, porque poderiam ter sido chamadas outras jogadoras para colmatar essas lesões, por exemplo, Ângela Pessoa do Garrett, que para a defesa 5:1 do Islandia poderia ter sido muito útil, Luisa Freitas também do Garrett, do ABC poderiam ir a Maria Rita, a Laranjeira ou a Matilde Figueiredo, para não falar na Patricia Rodrigues ou da Mariana, não sabendo se alguma destas está lesionada, mas não acredito que estejam todas lesionadas.
ResponderEliminarContra Montenegro, entendo a preparação do jogo com especial enfase na Babovic, lateral esquerdo possante, mas não reagir e perceber que a defesa demasiado aberta estava a dar muito espaço para as outras atletas, nomeadamente a Pletikosic, com 7 golos e 9 assistências, mais de metade dos golos da equipa passaram por ela, e alterar a defesa e as dinamicas defensivas foi um enorme erro.
Contra a Islandia, entramos bem em termos de marcador, mas quem nos deu a vantagem foi a Jéssica na baliza, quando voltou a eficácias ditas normais, o jogo desenrolou-se de outra forma, iniciamos com a Luciana e a Carmen a defesas centrais, quando a débora, no jogo com o Montenegro foi provavelmente a nossa melhor defensora, a defender no meio, e a Luciana acabou a defender na ponta (????) não percebi a preparação inicial do jogo. Depois faltou estarem devidamente preparadas para o ataque a uma defesa 5:1, não demos largura, utilizavamos, após entrada dos pontas, muitas vezes apenas 2/3 do campo para atacar, e o defesa avançado nessa situação conseguia causar muitas dificuldades na criculação e na continuidade das ações.
Não compreendo como com tanto tempo para preparar estes jogos, tenham sido dados estes tiros nos pés
Não obstante, de até aqui, achar que o trabalho do professor josé antónio tem sido meritório, nestes dois últimos jogos, esteve longe de o ser
O andebol feminino em Portugal precisa de uma mudança urgente. Quando os resultados não aparecem, quando o projeto não evolui e quando há uma clara sensação de estagnação, é inevitável questionar quem lidera.
ResponderEliminarA continuidade só faz sentido quando há progresso — e isso não se tem verificado. A falta de transparência, decisões discutíveis e a perceção de pouca valorização da modalidade feminina só agravam o problema.
Defender a demissão não é atacar pessoas, é exigir responsabilidade. É abrir espaço para novas ideias, nova liderança e um rumo diferente. O andebol feminino merece mais ambição, mais competência e mais respeito.
Está na altura de mudar.
Sem duvida... se fossem as do garret tinham ganham por falta de comparencia das outras (por medo com certeza)
ResponderEliminarNeste momento os arbitros respiram de alivio. Talvez ja recebam o maio do ano passado, isto se o "contabilista" nao decidir que agora há margem para as seleções de baby andebol de praia...
ResponderEliminarEu no jogo com Montenegro ouvi o comentador dizer que a seleção estava limitada a nivel de atletas. Eu na altura ri-me com tal afirmação pois entendo eu que essa limitação era para os clubes e nunca para uma seleção, onde todas as atletas são convocáveis, portanto falta de "mão de obra" não faltava. Podia faltar qualidade, ou experiência, mas havia gente para jogar. Afinal e após os colegas de 14 de abril de 2026 às 00:59 e 14 de abril de 2026 às 11:05 aqui também falarem no assunto, o que faltava era preparação para estas andanças. Todas as seleções têm 40 atletas prontas a entrar. Para representar a seleção A de Portugal pelos vistos só temos 18. O Feminino precisa de uma mudança e já andamos a dizer isto aos anos. Vamos continuar com este Staff por mais quanto tempo? Pedir demissão não é vergonha, é sinal de carater, assumir os erros e perceber que já não tem competência para estes voos. Deem oportunidade a outras pessoas, sejam uteis noutras areas, no scouting, nas seleções regionais, a dar formações e treinos a clubes ou mesmo a fazer tiktoks ou a bater palmas nas bancadas, mas já chega destes espetaculos.
ResponderEliminarConcordo que os jogos se calhar foram mal preparados, o plantel muito limitado tudo isso, mas a culpa não é só da equipa tecnica, como explicar tantas falhas, desde passos, atacantes passes mal efectuados ate se dava a bola ao adversário, faltas desnecessárias e ainda ficam espantadas. O problema é que os vicios estão enraizados, no campeonato portugues, tem atletas que lhes é permitido fazer isto e muito mais, depois chegam aos jogos lá fora que é a sério e da asneira os árbitros apitam, se viram os jogos sabem bem do que estamos a falar. E depois tem atletas que demonstram uma falta de compromisso com a seleção. É uma falta de respeito pelas colegas que levam a modalidade a sério, falta de respeito pelo público que apoia e falta de repeito por PORTUGAL, quem veste a camisola das QUINAS e canta os HEROIS DO MAR, havia de esquecer os protagonismo dar nas vistas ou jogar para um futuro contrato, e sim jogar como um todo na ajuda no sacrificio na luta pelo resultado que é a Vitória. Enquanto a mentalidade de algumas atletas titulares da nossa seleção não mudar, podem mudar de treinador que vai continuar tudo na mesma. FORÇA PORTUGAL
ResponderEliminarNa cabeça desse iluminado elas são as melhores. Há muitas miudas que sonham um dia representar a seleção, miudas com raça e vontade, miudas que mereciam uma oportunidade de ir a um estágio, miudas que treinam e se empenham todos os dias e jogos, miudas que gostam de andebol, mas estão fora dos radares por estarem em equipas "não grandes", ou mesmo em escalões inferiores. Não é vergonha nenhuma chamar essas miudas sejam elas da honra, da terceira ou mesmo sub-18. Se o talento está lá, se o trabalho está lá, SE A VONTADE está lá, porque não dar uma oportunidade? Ninguém nasce ensinado. A Patricia Rodrigues fez o primeiro jogo na seleção A aos 15 anos. Não venham com essa desculpa da idade.
EliminarToda a gente tem medo de falar da pessoa que há muito está por de trás da DTN e do Selecionador Nacional Feminino e que condiciona tudo e todos. Essa pessoa continua a dar cabo do andebol. Como no masculino foi corrido pelo PP (e por isso hoje os masculinos estão onde estão) anda agora atrás do feminino com as suas ideias do século passado. Até os funcionários da FAP têm medo dele. O Presidente é manipulado por ele e faz tudo o que ele diz. Enquanto esse “problema” não for resolvido o andebol feminino continuará como está.
ResponderEliminarE quem é essa pessoa? Não lhe posso chamar de Senhor, porque se faz isso que dizem, não merece o meu respeito.
EliminarMas é melhor divulgarem o nome, para as pessoas, como eu, ficarem acautelados.
Diga lá quem é essa pessoa! Ou também tem medo?
EliminarTem nome? Ou continuamos a falsr por falar?
EliminarEstamos a falar do DTN?
EliminarNão te preocupes com as limitações da equipa neste jogo Zé, porque quando fores embora essas limitações desaparecem. E voltam as jogadoras que, contigo nesse teu cargo vitalício, não querem jogar.
ResponderEliminarEssa agora também é boa. Então agora uma atleta não quer ir? Opa, meninas mimadas dessas Portugal não necessita. Precisamos de gente com raça e vontade. O JAS não consegue unir um grupo e isto já não é de agora. Peça dispensa temporária pra sempre do cargo e vá dar palestras mais a Sheila Bate-palmas.
EliminarVolta ULISSES PEREIRA, que saudades...
ResponderEliminarE ja agora aquele senhor que nao aparece mas que dizem ter sempre uma palavra a dizer, aquele senhor la da zona de braga, um tal de Augusto, esse que vá á vidinha dele e deixe o andebol feminino evoluir e ser melhor!
ResponderEliminarO que é engraçado é que noutros posts a malta bate no Garrett e na Miriam Maio ao ponto de ter 150 comentários. Aqui temos 24 e tá tudo joia. E enquanto andarmos preocupados com coisas sem jeito e a assobiar para o lado, é isto que merecemos ter...
ResponderEliminarExatamente caro colega, falar tanto de uma miúda que fez uma prestação incrível no europeu, e também de um
EliminarClube de excelência como é o Garret! O problema do português é que só critica, em prol do próprio ego e não em prol do que é o melhor para o país, uma seleção!
Esta enganado caro colega, quem bate no Garrett e nas jogadoras do Garrett são os pais da Miriam Maio nos outros posts eles são os unicos que se fartam de criticar em prol do proprio ego.
EliminarCaro colega de 17 de abril das 17:23! Agora anda por estes lados!!! Já lhe disse e repito EU NAO SOU PAI NEM MÃE da miúda e já me atirei a si muitas vezes por vir falar mal dela sem qualquer respeito e sem razão nenhuma! Já agora seu abestalha nem do Garret falei mal apenas defendi quem merece ser defendido! Já o caro ilegal insiste na perseguição não será o colega pai do alguém do Garret a falar mal dela! Identifique ou invés de sempre vir aqui falar mal dela e tentar denegrir os pais!!! Com todo o respeito que tenho pelo andebol os abestalhados que insultam miúdas menores deviam ser comunicados as autoridades!
EliminarAss João Pinto
17 abril das 17:23 deve ser funcionário público pelo horário que sempre escreve deve de estar a sair do emprego? Quem está ocupado a crescer não perde tempo preocupado com a vida dos outros, quem está ocupado a evoluir não se distraí criticando!
EliminarOlha aqui a alma penada again, and again! Não está a tentar inverter a situação? Não é a alma penada do Garret que sempre vem falar mal da miúda e agora está a tentar justificar as suas tristes ações! Passa a vida a vir aqui insultar e falar mal de uma criança, perseguição é crime, e agora está a tentar inverter os lados! Caro colega pelo que sei as autoridades já andam em cima de si, por isso continue, para ver se a comunidade do andebol se livra de si rapidinho!!!!
EliminarClaramente terá que haver mudanças. Penso que quem está no andebol sabe o que se passa, que temos que ser agregadores e não divisores. É preciso alguém que saiba o caminho, que tenha conhecimento, experiência internacional e tenha um ego menor que o cargo que ocupa. Sugiro dois nomes: Florêncio (Muitos anticorpos na federação) ou Herlander (já houve a primeira abordagem).
ResponderEliminarVolta Ulisses Pereira ou Ana Seabra..
ResponderEliminarMas atenção correr com a restante comitiva que lá está.
Apoio o Herlander para selecionador nacional, como é meu amigo, pode ser que me leve nas gigantescas comitivas da FAP, nem que seja para bater palmas ou carregar as bolas.
ResponderEliminarIas para o lugar da Sheila portanto.
EliminarEntão prefiro carregar as bolas e os equipamentos 😂
Eliminaranónimo 17 abril das 17:23, o que toda a gente sabe é que não existe comentários, se o caríssimo não vier falar mal da miúda, e atacar o pais, para o seu próprio ego! ou seja é isso que o alimenta!
ResponderEliminarPara falar tanto nos pais, deve de os conhecer bem? Então deve de saber que o pai pertence à autoridade, mais propriamente ao Núcleo de investigação criminal, sabe não sabe? Pois eu sei porque é meu colega, sendo ele desse meio, o Caríssimo acha que já não existe um processo, ou algo até maior no seu encalce? Não sei eu ficaria atento, ou acha que deixariam barato atacar a filha e eles? quem não se sente não é filho de boa gente! fica a dica.
Calma pessoal, não era pra vir aqui falar na miúda. Há novidades por parte da FAP ou tá tudo igual?
ResponderEliminarBom selecionador, o melhor sem dúvida, mas com precária estrutura devido a opções de gestão financeira e de outros recursos. O selecionador e Coordenador é um técnico e bom sem dúvida, mas a ser responsabilizado por tudo !!! Não é justo. É Técnico competente na sua área mas as outras áreas são da responsabilidade de outras pessoas que afetam muito os objetivos desportivos e cujas funções devem produzir as condições necessárias para o êxito desportivo. Vá lá, aprofundem bem as razões. Abraço a todos e viva o Andebol.
ResponderEliminarGestão financeira e recursos? Com todo o respeito vou fazer uma pergunta: você tá bêbado?
EliminarO senhor pode não estar bêbado, cheira-me que poderá ser o próprio JAS a desculpar-me e a empurrar as culpas para outros.
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