
EHF EURO 2026
SENIORES FEMININOS
FASE DE QUALIFICAÇÃO
PORTUGAL VENCE 2.º JOGO C
/ ILHAS FAROÉ
O EHF EURO 2026, cuja Fase Final será realizada de 3 a 20 de Dezembro de 2026, em cinco países. Polónia, Roménia, Chéquia, Eslováquia e Turquia.
Portuga, jogou o seu 2.º jogo deste período da Ronda de qualificação, defrontando mais uma vez as Ilhas Faroé, vencendo de forma difícil, com o jogo a ser realizado no Recinto do Centro de Congressos de Matosinhos, onde se realizou igualmente um Seminário (Especial Dia da Mulher), com a curiosidade de os participantes, poderem ver o jogo de Portugal, saúda-se esta iniciativa.
Resultados e Calendário desta Fase
Dia 15-10-25
Montenegro
29 – 22 Portugal
Dia 10-10-25
Portugal
26 – 25 Islândia
Dia 04-03-26
Ilhas
Faroé 25 – 21 Portugal
Dia 08-03-26
Portugal
25 – 23 Ilhas Faroé
Dia 09-04-26
Portugal – Montenegro (19H00) RTP 2
Dia 12-04-26
Islândia – Portugal (17H00) RTP 2
Portugal 25 – 23 Ilhas Faroé
Encontro que tal como se tinha comentado em relação ao 1.º jogo, Portugal tinha equipa para derrotar as Ilhas do Faroé, mas o que se viu neste encontro, foi que a equipa nacional se apresentou com duas caras, e com algumas atletas que até entraram bem no jogo, a decaírem completamente com o decorrer do jogo, e com Portugal a terminar com um excesso de falhas técnicas, pois enquanto no primeiro tempo apenas cometeu 5, contra 6 das Ilhas do Faroé, no segundo tempo foi um autentico descalabro ao cometer (12) na maioria passes mal executados, faltas do atacante, etc…, de tal forma que foram sempre bem aproveitas pela equipa adversária, sendo a salvação da Seleção Portuguesa a prestação de Jéssica Ferreira (Merecidamente considerada a MVP do Jogo) na baliza do equipa, que ao intervalo tinha 50% de eficácia, para terminar com 42% (16 defesas) que diz bem da forma como se defendeu no segundo tempo em espacial, por sua vez a entrada para a baliza das ilhas do Faroé no segundo tempo de Annika Petersen (40% de eficácia) que foi “agredida” por diversas vezes pelos remates das portuguesas, mas que ajudou e de que maneira a sua Seleção, Portugal a ser lento na recuperação defensiva após golo, situação foi melhorando nos primeiros 30 minutos, e estava bem em termos defensivos, para aos 12 minutos estar a vencer pro 7-3 após um parcial de 4-0, destacando-se neste período Joana Resende (3 golos, 33% de eficácia), com as Ilhas do Faroé a usarem de imediato um time out, que teve efeitos imediatos, realizando um parcial de 3-0, obrigando Portugal a usar também um time out, resultou igualmente, pois realiza um novo parcial de 4-0 colocando o marcador em 11-6 aos 22 minutos, destacando-se Carmen (6 golos, 50% de eficácia), com Portugal a estar bem defensivamente, com Debora (3 golos, 100% de eficácia), bem acompanhada por Nádia Rodrigues (1 golo. 50% de eficácia) que acaba por ser desqualificada por sucessão de exclusões aos 53 minutos de jogo, destacando-se ainda a eficácia de Neide Duarte em especial nos 7 metros (4 golos, 3 em 3 de 7 metros), mas na nossa opinião Minciuna (1 golo, 100% de eficácia, 5 assistências), enquanto teve condições físicas foi uma das melhores jogadoras da equipa no comando do jogo de ataque, Portugal ainda jogou em 7x6 no ataque tal como as Ilhas do Faroé, colocando o marcador ao intervalo em 15-8 a favor da equipa portuguesa, para no segundo tempo chegar aos 35 minutos a vencer por 19-10, aproveitando bem o 7x6 da equipa adversária, mas aqui começou o declínio da Seleção Nacional, completamente disparatada em termos atacantes, falhas técnicas sucessivas, com o Selecionador Nacional, a entrar em desespero, com o que se estava passar em campo, de tal forma que Portugal em 6 minutos apenas concretiza um ataque, sofrendo 8 golos, com a equipa das Ilhas do Faroé aos 41 minutos a colocar o marcador em 20-18, destacando-se Palsdottir (5 golos, 83% de eficácia) e Permille (5 golos, 56% de eficácia, 1 em 2 de 7 metros) e em espacial Mittun (2 golos, 40% de eficácia, mas com 7 assistências) comandando muito bem o seu ataque, obrigando Portugal a usar um novo time out, o último neste momento, embora a equipa das Ilhas do Faroé, ainda colocasse o marcador na diferença mínima (22-21) aos 56 minutos e 24-23 aos 59, ficando a pairar, que o jogo ainda poderia ser um “desastre”, felizmente qua não aconteceu, é uma pena, mas infelizmente, esta equipa pode fazer grandes jogos, mas com grande facilidade, tem fortes quebras de rendimento em especial na força anímica, jogo dirigido, de forma positiva, embora com ligeiras falhas, em especial na lei da vantagem, pela dupla feminina polaca, Malgorzata Lidacka / Urszula Lesiak.
O Noticias
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