
TORNEIO NACIONAL DE MASTERS FEMININOS
2025/2026
Na continuação das informações já divulgadas, a Federação informa, organiza, tal como na última época uma prova, que designa por Torneio Nacional de Masters Femininos, que se baseia no Regulamento da PO40.
Publica através do CO N.º 64 (24-04-26), confirma os clubes inscritos na para a disputa da Prova, que são (9) - Oeiras Handball A.A. 1932, S.C. Nun’Álvares, A.A. Avanca; Arsenal Canelas, Esfera A.M., C.J. Almeida Garrett, S.C. Espinho, Académico F.C., e C.S. Juventude Mar.
O que se saúda, embora esperássemos mais, pois estão ausentes, o AC Lusitanos, o CA Leça e o ARC Moinhos, equipas que participaram na última época.
Local e Data prevista – Oeiras, em 27 e 28-06-26
Divulgam o local, mas não informam de quais o Pavilhão ou Pavilhões, sendo que a organização, é conjunta da FAP, AA Lisboa, CM Oeiras e Oeiras Handball A.A. 1932.
Finalmente divulgou o Modelo Competitivo.
1ª Fase - 3 grupos de 3 clubes TxT 1 volta
Fase Final
Apuramento 1º ao 3º classificado (1º
classificado de cada zona) TxT 1 volta;
Apuramento 4º ao 6º classificado
(2º classificado de cada zona) TxT 1 volta;
Apuramento 7º ao 9º classificado
(3º classificado de cada zona) TxT 1 volta;
Inscrição de atletas
Atletas que se encontrem a disputar os campeonatos nacionais de seniores femininos poderão, a título excecional para o Torneio Nacional de Masters Feminino e de acordo com as idades regulamentares presentes no Regulamento da PO.40, inscrever-se por outro clube para participar nesta prova, desde que o seu clube não tenha equipa de masters, sendo para isso necessária autorização do clube originário da atleta e execução de novo processo de inscrição, com respetivo seguro, por parte do clube que pretende inscrever a atleta, até ao dia 10.06.2026.
Não se entende como se prevê mesmo a título excecional que atletas de equipas seniores a disputar os Nacionais, sejam permitidas serem inscritas nesta prova, e até podem ser de clubes diferentes, mas com nova inscrição e novo seguro, ou seja é possível termos atletas inscritos na mesma época por dois clubes (já vimos isto em algures no Andebol).
O Analista
1 comentário:
Cada vez fica mais evidente que as regras parecem ser feitas à medida das cunhas e dos interesses de alguns, em vez de existir transparência, coerência e respeito pelos clubes e atletas que realmente sustentam a modalidade.
Começando pela organização do Torneio Nacional de Masters: custa perceber a lógica de realizar pela primeira vez o torneio feminino no Sul, numa zona onde nem sequer existe campeonato de masters femininos. Entre o Porto e Coimbra não havia nenhum clube com capacidade para receber e organizar a prova? Ou será que as decisões já vêm tomadas à partida sem pensar no que realmente faz sentido para a modalidade e para a maioria das equipas? Depois da vergonha organizativa do ano passado, esperava-se pelo menos mais critério, equilíbrio e respeito pelos clubes que mantêm o masters vivo.
Outra situação completamente absurda é permitir, “a título excecional”, que atletas que disputam os campeonatos nacionais seniores possam jogar esta prova de masters — e ainda por cima até por clubes diferentes, bastando fazer nova inscrição e novo seguro. Ou seja, na prática, uma atleta pode representar dois clubes na mesma época. Isto não é só ridículo, é uma falta de respeito para quem joga masters de forma séria e equilibrada. Qual é o sentido competitivo disto? Querem transformar o masters numa extensão dos campeonatos seniores?
Jogar contra atletas que competem regularmente nas seniores nacionais é simplesmente ridículo. Mata completamente o espírito da competição masters, cria desigualdade evidente e desmotiva quem participa pelo convívio, equilíbrio competitivo e paixão pela modalidade.
E como se tudo isto não bastasse, ainda obrigam os clubes a pagar arbitragens a preços dignos do barril de crude. Os custos são absurdos para uma competição que devia incentivar participação e crescimento, não afastar equipas.
A Federação precisa urgentemente de perceber que o andebol masters não pode continuar a ser tratado desta forma amadora, incoerente e cheia de decisões sem sentido. Quem anda no terreno vê perfeitamente o que se passa — e a paciência dos clubes começa a esgotar-se.
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