Regresso às normais crónicas de
fim-de-semana.
PO01 – Campeonato Nacional da 1.ª Divisão
Seniores Masculinos.
13.ª Jornada
Dia 15-02-17
Águas Santas – ABC
(21H00)
16.ª Jornada
Dia 08-03-17
ABC - SC Horta (21H00)
17.ª Jornada
14-02-17
SC Horta – Ismai (21H00)
19.ª Jornada
Dia 01-02-17
Belenenses - Águas Santas
20.ª Jornada
Dia 21-01-18
AA Avanca 27 – 25 Benfica
Boa Hora 21 – 31 Belenenses
Sporting 39 – 28 Arsenal
São Mamede 22 – 22 SC Horta
AC Fafe 27 – 28 FC Porto
Dia 22-01-17
ABC 26 - 26 Madeira SAD
Dia 08-02-17
Águas Santas - Ismai (21H00)
Tivemos a disputa neste fim-de-semana, da 20.ª jornada desta Fase da
Prova que corresponde à 7.ª Jornada da 1.ª Volta, mais uma vez ficou com um
jogo em atraso, o que vem demonstrar a total irregularidade da prova, com um
jogo das 1.ª volta a ser disputado depois de estarem disputadas nove (9)
jornadas da 2.ª volta, e agora não vemos nem ouvimos ninguém protestar
pelo tempo que a sua equipa está sem competir.. Pois como sabemos foram
argumentos utilizados para alterar o sistema de disputa da prova. Além de que a
moda de alteração da ordem dos jogos continuou agora com a reposição de uma
troca feita na 1.ª volta, repondo-se a agora a verdadeira ordem e logo por
sinal no principal jogo da jornada (nossa opinião), o ABC / Madeira SAD. Nos jogos
disputados até ao momento de salientar que não se verificaram ocorrências
disciplinares, e em apenas dois (2) encontros se confirmaram os
resultados verificados na jornada homologa da 1.ª volta.
Actualização
No Pavilhão do Funchal, completamente cheio, tivemos, um ABC / Madeira
SAD, que na nossa opinião seria talvez o encontro mais importante da
jornada, e que se disputou com a inversão do local, conforme já por nós
referido. E que foi o terceiro resultado da jornada que foi rectificado, em
relação ocorrido na 1.ª volta desta fase, e que desta vez terminou com uma
igualdade no marcador, obtida pelo Madeira SAD, nos últimos momentos do jogo,
através de João Gomes (4 golos, 67% de eficácia). De destacar que foi mais um
encontro sem situações disciplinares relatadas, o que se saúda. Foi um
encontro, com diversas fases de jogo, apesar de ter alguns momentos de
verdadeira paragem na marcação de golos de parte a parte. O ABC, entro bem e
comandou o jogo até cerca dos 17 minutos quando permitiu uma igualdade a 10
golos, chegando a desfrutar neste período de diferenças de 4 golos (8-4), mas permitiu
que o Madeira SAD equilibrasse o jogo e o resultado, e o intervalo fosse
atingido com uma igualdade a 14 golos, de referir que neste período de jogo e
depois no restante tempo de jogo as prestações de Fábio Magalhães (8 golos, 67%
de eficácia) no Madeira SAD, juntamente com Nuno Silva (7 golos, 70% de eficácia),
e no ABC, Pedro Seabra Marques (6 golos, e 55% de eficácia) em excelente
momento de forma e Pedro Spínola (4 golos, e 50% de eficácia). No segundo período
excelente entrada do ABC no jogo, com Nuno Grilo (7 golos, e 70% de eficácia)
em grande plano (Ainda esteve presente neste jogo),
comandou praticamente sempre o jogo e o marcador apesar da excelente réplica
que a equipa Insular ia dando, no entanto os continentais voltaram a ter 4
golos de vantagem cerca dos 40 minutos quando venciam por 22-18, para chegar
aos 58 minutos de jogo a vencer por 26-24, quando um time-OUT solicitado pelo
Madeira SAD, foi de uma excelente oportunidade pois no recomeço do jogo, a
equipa madeirense, chega á igualdade final. Com um forte destaque ainda para
Luís Silva na baliza do Madeira SAD com 39% de eficácia, contra os 31% de
Humberto Gomes na baliza do ABC.
Sporting 39 – 28 Arsenal
Jogo disputado no pavilhão do Casal Vistoso, com uma fraquíssima assistência,
e que foi um dos jogos onde se confirmou o resultado da 1.ª Volta,
defrontaram-se duas equipas com argumentos diferentes, pois enquanto uma tenta
discutir o título nacional o Sporting, a outra que é primo divisionária, luta
essencialmente para se manter na divisão, o Arsenal. A equipa do Arsenal, que
possuiu fortes princípios de jogo, e disputa os seus encontros sem grandes
preocupações defensivas, mas alterna sempre que entende o seu sistema
defensivo, procurando desta forma não deixar que o adversário crie demasiadas
rotinas no encontro, e apresenta um andebol, baseado em especial na rapidez da saída
para o contra ataque e nos ataques rápidos, foi conseguindo os seus intentos,
até cerca dos 15 minutos, quando resultado era de 8-7 a favor do Sporting, que
fez um oportuno time-OUT, e obteve de seguida um parcial de 4-0, onde Edmilson Araújo
(3 golos, 100% de eficácia) e Francisco Tavares (5 golos, 100% de eficácia)
foram letais, e mais uma vez os bracarenses alteraram o seu sistema defensivo,
que não evitou que o resultado ao intervalo se situasse em 18-11, com o
guarda-redes do Sporting Cudic (32% de eficácia) em bom plano, enquanto no
Arsenal, João Ferreira (7 golos, 100% de eficácia) demonstrava ser um dos seus
jogadores mais produtivos, inclusive no segundo tempo. No segundo tempo a
equipa do Sporting teve momentos que mais parecia “anestesiada e dormente” do
que uma equipa com dinâmica de jogo, apesar de nunca ter perdido o comando do
jogo e do marcador nunca conseguiu acentuar a sua potencial diferença por
mérito da equipa do Arsenal, com as diferenças a registarem-se na parte final
do encontro onde o jovem Bruno Gaspar do Sporting (5 golos, 83% de eficácia),
foi juntamente com Frankis Carol (6 golos, 46% de eficácia), mas várias assistências),
dos melhores elementos em campo, destaque no Sporting, para a rotação do
Plantel, onde os jovens portugueses desta vez foram os principais “atores”,
onde 12 jogadores marcaram golos. Uma palavra de agrado para o jovem guarda-redes
do Arsenal David Cunha (22% de eficácia), mas com uma excelente prestação (na
nossa opinião), e para o jovem Lateral Oleksandr Nekrushets (5 golos, 56% de eficácia). Dirigiu o
encontro a dupla portuense constituída por André Rodrigues e Nuno Gomes, que
não estiveram coerentes em especial na aplicação da sanção progressiva e na lei
da vantagem que foi aplicada de uma forma catastrófica, para não falar na falta
do atacante onde as falhas foram elevadas, esqueceram-se de um princípio
fundamental em arbitragem, a equidade.
A grande surpresa da jornada deu-se no pavilhão Adelino Costa no jogo AA
Avanca / Benfica, onde a AA Avanca venceu com grande surpresa de muita
gente, retificando desta forma o resultado verificado na 1.ª volta, num
encontro equilibrado em determinados momentos, com a equipa do Benfica ainda no
primeiro tempo a ter uma vantagem de quatro (4) golos, quando estavam
decorridos cerca de 21 minutos e vencia por 10-6, para permitir ao seu adversário
uma excelente reação e chegar à igualdade a 10 golos aos 23 minutos, com nova
igualdade os 28 minutos a 13 golos, para ainda conseguir dois golos de vantagem
através de Belone Moreira (9 golos, 69% de eficácia, 6 em 6 de livre de 7
metros), e chegar ao intervalo na frente do marcador por 15-13. No segundo
tempo a equipa visitante apesar de comandar mais vezes o marcador nunca obteve
margens que lhe dessem conforto, e aos 54 minutos verifica-se nova igualdade no
marcador desta feita a 23 golos. Com a AA Avanca a marcar dois (2) golos nos 30
segundos finais, e a construir a sua vitória. A prestação de todos os guarda-redes
se situaram em bom plano, Alejandro Carreras (32% de eficácia), e Luis Silva
(33% de eficácia pela AA Avanca e Hugo figueira com (31% de eficácia) pelo
Benfica. Uma palavra ainda para Pedro Valdez (6 golos, 75% de eficácia), e para
Miguel Batista (70% de eficácia) e Jenilson Monteiro (100% de eficácia), ambos
com 7 golos cada na AA Avanca. No Benfica mais ninguém a destacar pois a equipa
foi demasiado previsível.
Outro resultado que foi retificado, foi o Boa Hora / Belenenses,
disputado no pavilhão Fernando Tavares, onde a equipa do Belenenses foi vencer,
e demonstrar a sua nítida subida de rendimento nos últimos jogos. O Belenenses
comandou praticamente o jogo e o marcador durante os 60 minutos, com o seu
guarda-redes Miguel Espinha (45% de eficácia) em grande evidência, chegando ao
intervalo já na frente do marcador por 13-8, apesar de ter sofrido uma
desqualificação (Fábio Semedo) aos 23 minutos de jogo, onde Gonçalo Ribeiro (9
golos, 64% de eficácia) e em especial o experiente Carlos Siqueira (8 golos, 89%
de eficácia), em especial na linha dos 6 metros, estiveram em grande evidência.
De assinalar ainda que a equipa de Belém chegou a ter uma vantagem de 12 golos
aos 48 minutos quando vencia por 26-14, a equipa do Boa Hora que se mostrou
demasiado previsível e permissiva em especial em termos defensivos, permitindo
que o seu adversário realizasse 7 ações de contra-ataque que deram golo, e onde
nem a boa prestação de Henrique Carlota (34% de eficácia) na Baliza, foi
suficiente, teve no entanto em Nuno Santos com 7 golos e 88% de eficácia um dos
sue mais produtivos elementos.
Outro encontro onde o resultado
foi retificado em relação ao ocorrido na 1.ª volta, disputou-se no pavilhão
Eduardo Soares, e foi o São Mamede / SCH
Horta, que terminou numa igualdade a 22 golos. Com este resultado a equipa
do São Mamede continua a ser a única equipa nesta Fase da Prova, que ainda não
registou qualquer vitória. Num encontro de grande equilíbrio a equipa insular
sobre o comando de Rui Santos, esteve a maioria do tempo na frente do marcador,
embora s suas vantagens nunca ultrapassassem os três golos (3) e somente no
primeiro tempo, cerca dos 13 minutos, quando vencia por 7-4, mas sempre com
excelente reação dos homens do São Mamede que igualam aso 24 minutos a 9 golos,
para permitirem que o SC Horta chegasse ao intervalo a vencer por 12-10. Os
segundos 30 minutos foram disputados com a equipa do SC Horta quase sempre no
comendo do marcador, para permitir uma igualdade a 19 golos aos 53 minutos, mas
sem nunca conseguirem passar para a frente do marcador, e aos 59 minutos de
jogo venciam por 22-21, para permitirem a igualdade nos segundos finais do encontro.
Mais um encontro com os guarda-redes em plano aceitável, Rui Ferreira (30% de eficácia)
no São Mamede, e Nuno Silva (33% de eficácia) no SC Horta. Destacando-se
Ricardo Ávila com 9 golos (90% de eficácia) no São Mamede, por outro lado Hugo
Freitas (60% de eficácia), e Noelvis Reve (86% de eficácia), ambos com 6 golos
foram os mais produtivos pelo SC Horta. Como nota final, não ficaria mal aos
senhores da estatística atualizarem os seus dados, pois o técnico do SC Horta
chama.se Rui Santos e não Filipe Duque.
No Municipal de Fafe bem composto
de público, ia-se registando a maior surpresa da jornada, na disputa do
encontro AC Fafe / FC Porto, quando
a equipa local chegou a ter ainda nos primeiros 30 minutos de jogo uma vantagem
de 7 golos cerca dos 20 minutos de jogo, quando vencia por 11-4, e se tinha um
FC Porto completamente á “deriva”, pois na nossa opinião encarou este encontro
com excesso de confiança na sua natural superioridade, mas a equipa de Fafe,
deu mostras de uma excelente organização quer defensiva, e nunca se precipitou nas
suas ações atacantes, e onde o guarda-redes Miguel Marinho (33% de eficácia),
estava em dia sim, no entanto ao sentir o perigo que a equipa adversária estava
a ser o FC Porto, foi recuperando e chegou ao intervalo a perder apenas pela diferença
mínima (13-12), onde o Time-OUT solicitado aos cerca de 15 minutos foi um
enorme alerta para o que poderia acontecer. Nos segundos 30 minutos com a
equipa local a fazer pela sua vida continua a comandar o marcador chegando por
diversas vezes aos 4 golos de vantagem, a última das quais aos 54 minutos
quando vencia por 26-22, com o FC Porto a apresentar algumas fragilidades que
lhe eram desconhecidas em especial nos seus processos defensivos. Dizer que aos
58 minutos de jogo o AC Fafe ainda vencia por 27-26, para Spelic (1 golos, 33%
de eficácia) e Rui Silva (4 golos, 67% de eficácia) resolverem o jogo nos
momentos finais do encontro, onde nem a prestação positiva de Alfredo Quintana
(37% de eficácia), na baliza do FC Porto, ia evitando a possível grande
surpresa não só da jornada, mas na nossa opinião da prova até este momento. No
AC Fafe, destaque especial para o seu coletivo, onde Paulo Silva (7 golos, 54%
de eficácia), Belmiro Alves (100% de eficácia) e Mário Lourenço (75% de eficácia),
ambos com 6 golos cada foram dos elementos mais produtivos da sua equipa. No FC
Porto onde 10 atletas marcaram golos, o principal destaque vai para José
Carrillo (5 golos, 63% de eficácia, 4 em 5 de livre de 7 metros), e para o
jovem Miguel Martins (4 golos, e80% de Eficácia), exatamente os mesmos dados de
Alexis Borges.
A
Classificação está assim ordenada: - 1.º FC Porto (60 pontos),
2.º Sporting (56 Pontos), 3.º Benfica (50 pontos), 4.º ABC (47 pontos,
-2jogos), 5.º Madeira SAD (43 Pontos), 6.º AA Avanca (40 pontos), 7.º Águas
Santas (35 pontos, -3 jogos), 8.º AC Fafe e Boa Hora (34 Pontos), 10.º Belenenses
(-1 jogo), e Ismai (-2 jogos) (32 pontos), 12.º Arsenal (28 pontos), 13.º SC
Horta (26 pontos, -2 jogos), 14.º São Mamede (23 pontos).
O
Banhadas Andebol