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segunda-feira, 13 de abril de 2026

Europeu 2026 Seniores Femininos – X

 
EHF EURO 2026

SENIORES FEMININOS

FASE DE QUALIFICAÇÃO

PORTUGAL PERDE NA ISLÂNDIA

TERMINOU UM SONHO

O EHF EURO 2026, cuja Fase Final será realizada de 3 a 20 de Dezembro de 2026, em cinco países. Polónia, Roménia, Chéquia, Eslováquia e Turquia.

Portugal, disputou a 6.ª Jornada do Grupo 4, última jornada desta ronda de qualificação, defrontando a Islândia fora, tendo perdido mais uma vez de forma clara o jogo, com esta derrota Portugal foi afastada da Fase Final do EURO, terminando de forma inglória esta sua participação nesta Fase de Qualificação, terminando em último lugar no seu Grupo.

Resultados

Dia 15-10-25

Montenegro 29 – 22 Portugal

Dia 19-10-25

Portugal 26 – 25 Islândia

Dia 04-03-26

Ilhas Faroé 25 – 21 Portugal

Dia 08-03-26

Portugal 25 – 23 Ilhas Faroé

Dia 09-04-26

Portugal 26 – 34 Montenegro

Dia 12-04-26

Islândia 32 – 24 Portugal

 

Islândia 32 – 24 Portugal

Jogo na Islândia, num recinto completamente cheio, com Portugal a apresentar-se sem Joana Resende por lesão, mas com 3 guarda-redes, com uma boa prestação de Jéssica Ferreira (30% de eficácia, com 37% no primeiro tempo), de referir ainda a excelente prestação de Rita Campos (6 golos, 86% de eficácia) curiosamente com 100% de eficácia no primeiro tempo, onde foi uma pivô de mão cheia, mas não foi suficiente pois houve elementos que estiveram em dia não como Carmen Figueiredo (2 golos, 33% de eficácia), embora Luciana Rebelo (7 golos, 47% de eficácia) estivesse mais produtiva, mas apenas nos primeiros 30 minutos, destaca-se também a guarda redes da Islândia Hafdis (46% de eficácia), mas de referir que ao intervalo tinha 36%, mas no segundo tempo foi demasiadas vezes “agredida”, aumentando significativamente a sua eficácia, uma referencia para as falhas técnicas da equipa nacional, que foram demasiadas algumas delas até infantis, Portugal inicia bem o jogo com 20 minutos de grande qualidade, de tal forma, que comandou sempre o marcador, obtendo 4 golos de vantagem, pois aos 8 minutos vencia por 5-1, com a Islândia a usar de imediato um time out,, mas aos 14 minutos continuávamos na frente por 8-4, com a equipa da Islândia a crescer no jogo, mas aos 23 minutos ainda vencíamos por 12-10, para Portugal usar um time out aos 24 minutos com o marcador em 12-11, mas ao sofremos um parcial de 5-0, a maior parte em contra ataques, originados por falhas técnicas e perdas de bola no ataque por grande precipitação, permitimos que o marcador ao intervalo fosse favorável á Islândia por 15-12, sofrendo algumas exclusões de forma incompreensível, tal como a desqualificação direta de Minciuna aos 30 minutos, significando que iniciámos o segundo tempo em inferioridade numérica, situação sempre bem aproveitada pela equipa da Islândia, que transformou a equipa portuguesa numa banal equipa “sem rei nem roque”, pois Portugal nunca se entendeu com a defesa 5:1 da sua adversária, ainda fomos com algum sacrifício equilibrado o jogo até aos 40 minutos (19-16) mas de seguida entramos mias uma vez em sub-rendimento, de tal forma que aos 50 minutos perdíamos por 28-18, resultado completamente esclarecedor do que se estava a passar, 17 e a 22 a serem algumas das jogadoras mais da equipa da Islândia, com o marcador em 32-21 aos 55 minutos a Islândia entrou em modo de descontração, permitindo que Portugal terminasse com um parcial de 3-0, concretizado por Luciana Rebelo, por ser de inteira justiça temos de referir Neide Duarte (5 golos, 83% de eficácia, 2 em 3 de 7 metros), e as boas prestações de Elin Klara (7 golos, 70% de eficácia, 3 em 4 de 7metros) e Elin Rosa (6 golos, 86% de eficácia), que acabam por ser as melhores marcadoras da Islândia, arbitragem sem qualificação da dupla da Croácia, Matija Brodic / Matija Hodzic, péssima na sansão progressiva, e na lei da vantagem, em especial na faltado atacante e nos passos, sem princípios de equidade.

O Noticias

24 comentários:

Anónimo disse...

O senhor selecionador deve colocar o seu lugar à disposição. Falhou a qualificação onde o terceiro qualificado, num grupo de 4, tinha acesso ao europeu. Fraco, muito fraco.

Anónimo disse...

Ora vamos pegar aqui nas palavras do Sr Selecionador: "De facto, creio que provamos ter condições para resolver alguns problemas, mas existem outros, em que se torna necessário investir mais, já que se tratam de questões estruturais que só serão resolvidas com a colaboração de todos.”
Estruturais em que parte? Empenho das convocadas?Trabalho dos Clubes? Estrutura dos campeonatos? Estrutura do Staff? Abram o site da Federação Norueguesa e façam uma comparação (https://www.handball.no/). E não, não serve de desculpa a tradição da modalidade. Estamos a anos luz das restantes equipas da europa. Com campeonatos desorganizados, pouco competitivos, onde quem tem dinheiro domina. E depois vemos estes belos resultados, com um andebol de á 20 anos, onde o selecionador anda a insistir num andebol não se sabe como. Epa eu nem sei descrever. É muito mau. Aproveite e siga o caminho dele. Venha uma cara nova, homem ou mulher, mas que venha com ideias novas e com um staff dedicado e sem vicios.
Eu acho que existem boas opções por ai. E a nivel de atletas, há mais clubes que aqueles 3 nacionais representados.

Anónimo disse...

Como uma pessoa disse se tivessem levado só as do garret agora estavam a festejar a passagem ao europeu

Anónimo disse...

Prof JAS, tá na hora de seguir o conselho do outro Zé: Addio, adieu, aufwiedersehen, goodbye.

Anónimo disse...

É sem comentários !
Uma coisa boa é que assim não gastam o dinheiro que a FAP não tem

Anónimo disse...

Lol, a única coisa que não tem qualificação é o JAS e a seleção...

Anónimo disse...

Foi só ridículo.
A Mariana Costa (e coitada da rapariga que não tem a culpa) não joga na primeira linha há anos e é a unica opção? Basicamente fomos ao jogo só com 4 primeiras linhas?
Quando se faz um estágio não se pode convocar apesar as amigas, pelo menos ter algum em casa pronto para estas situações.
Ridículo

Anónimo disse...

Sonho? Eu sonho todos os dias.
Ponham-se é a trabalhar em condições e ponham essa corja daí para fora.

Anónimo disse...

Falhamos na preparação dos jogos, as lesões, não são desculpas, ou apenas desculpas de mau perdedor, porque poderiam ter sido chamadas outras jogadoras para colmatar essas lesões, por exemplo, Ângela Pessoa do Garrett, que para a defesa 5:1 do Islandia poderia ter sido muito útil, Luisa Freitas também do Garrett, do ABC poderiam ir a Maria Rita, a Laranjeira ou a Matilde Figueiredo, para não falar na Patricia Rodrigues ou da Mariana, não sabendo se alguma destas está lesionada, mas não acredito que estejam todas lesionadas.
Contra Montenegro, entendo a preparação do jogo com especial enfase na Babovic, lateral esquerdo possante, mas não reagir e perceber que a defesa demasiado aberta estava a dar muito espaço para as outras atletas, nomeadamente a Pletikosic, com 7 golos e 9 assistências, mais de metade dos golos da equipa passaram por ela, e alterar a defesa e as dinamicas defensivas foi um enorme erro.

Contra a Islandia, entramos bem em termos de marcador, mas quem nos deu a vantagem foi a Jéssica na baliza, quando voltou a eficácias ditas normais, o jogo desenrolou-se de outra forma, iniciamos com a Luciana e a Carmen a defesas centrais, quando a débora, no jogo com o Montenegro foi provavelmente a nossa melhor defensora, a defender no meio, e a Luciana acabou a defender na ponta (????) não percebi a preparação inicial do jogo. Depois faltou estarem devidamente preparadas para o ataque a uma defesa 5:1, não demos largura, utilizavamos, após entrada dos pontas, muitas vezes apenas 2/3 do campo para atacar, e o defesa avançado nessa situação conseguia causar muitas dificuldades na criculação e na continuidade das ações.

Não compreendo como com tanto tempo para preparar estes jogos, tenham sido dados estes tiros nos pés

Não obstante, de até aqui, achar que o trabalho do professor josé antónio tem sido meritório, nestes dois últimos jogos, esteve longe de o ser

Anónimo disse...

O andebol feminino em Portugal precisa de uma mudança urgente. Quando os resultados não aparecem, quando o projeto não evolui e quando há uma clara sensação de estagnação, é inevitável questionar quem lidera.

A continuidade só faz sentido quando há progresso — e isso não se tem verificado. A falta de transparência, decisões discutíveis e a perceção de pouca valorização da modalidade feminina só agravam o problema.

Defender a demissão não é atacar pessoas, é exigir responsabilidade. É abrir espaço para novas ideias, nova liderança e um rumo diferente. O andebol feminino merece mais ambição, mais competência e mais respeito.

Está na altura de mudar.

Anónimo disse...

Comitivas de 10 pessoas, com 2 chefes de delegação e mais 10 entre marketingo (que não existe) e arrumadores de placares de fato é preciso investir mais,

Anónimo disse...

Sem duvida... se fossem as do garret tinham ganham por falta de comparencia das outras (por medo com certeza)

Anónimo disse...

Neste momento os arbitros respiram de alivio. Talvez ja recebam o maio do ano passado, isto se o "contabilista" nao decidir que agora há margem para as seleções de baby andebol de praia...

Anónimo disse...

Eu no jogo com Montenegro ouvi o comentador dizer que a seleção estava limitada a nivel de atletas. Eu na altura ri-me com tal afirmação pois entendo eu que essa limitação era para os clubes e nunca para uma seleção, onde todas as atletas são convocáveis, portanto falta de "mão de obra" não faltava. Podia faltar qualidade, ou experiência, mas havia gente para jogar. Afinal e após os colegas de 14 de abril de 2026 às 00:59 e 14 de abril de 2026 às 11:05 aqui também falarem no assunto, o que faltava era preparação para estas andanças. Todas as seleções têm 40 atletas prontas a entrar. Para representar a seleção A de Portugal pelos vistos só temos 18. O Feminino precisa de uma mudança e já andamos a dizer isto aos anos. Vamos continuar com este Staff por mais quanto tempo? Pedir demissão não é vergonha, é sinal de carater, assumir os erros e perceber que já não tem competência para estes voos. Deem oportunidade a outras pessoas, sejam uteis noutras areas, no scouting, nas seleções regionais, a dar formações e treinos a clubes ou mesmo a fazer tiktoks ou a bater palmas nas bancadas, mas já chega destes espetaculos.

Anónimo disse...

À que existir responsabilidade pelo acontecido.

Anónimo disse...

Concordo que os jogos se calhar foram mal preparados, o plantel muito limitado tudo isso, mas a culpa não é só da equipa tecnica, como explicar tantas falhas, desde passos, atacantes passes mal efectuados ate se dava a bola ao adversário, faltas desnecessárias e ainda ficam espantadas. O problema é que os vicios estão enraizados, no campeonato portugues, tem atletas que lhes é permitido fazer isto e muito mais, depois chegam aos jogos lá fora que é a sério e da asneira os árbitros apitam, se viram os jogos sabem bem do que estamos a falar. E depois tem atletas que demonstram uma falta de compromisso com a seleção. É uma falta de respeito pelas colegas que levam a modalidade a sério, falta de respeito pelo público que apoia e falta de repeito por PORTUGAL, quem veste a camisola das QUINAS e canta os HEROIS DO MAR, havia de esquecer os protagonismo dar nas vistas ou jogar para um futuro contrato, e sim jogar como um todo na ajuda no sacrificio na luta pelo resultado que é a Vitória. Enquanto a mentalidade de algumas atletas titulares da nossa seleção não mudar, podem mudar de treinador que vai continuar tudo na mesma. FORÇA PORTUGAL

Anónimo disse...

Toda a gente tem medo de falar da pessoa que há muito está por de trás da DTN e do Selecionador Nacional Feminino e que condiciona tudo e todos. Essa pessoa continua a dar cabo do andebol. Como no masculino foi corrido pelo PP (e por isso hoje os masculinos estão onde estão) anda agora atrás do feminino com as suas ideias do século passado. Até os funcionários da FAP têm medo dele. O Presidente é manipulado por ele e faz tudo o que ele diz. Enquanto esse “problema” não for resolvido o andebol feminino continuará como está.

Anónimo disse...

Na cabeça desse iluminado elas são as melhores. Há muitas miudas que sonham um dia representar a seleção, miudas com raça e vontade, miudas que mereciam uma oportunidade de ir a um estágio, miudas que treinam e se empenham todos os dias e jogos, miudas que gostam de andebol, mas estão fora dos radares por estarem em equipas "não grandes", ou mesmo em escalões inferiores. Não é vergonha nenhuma chamar essas miudas sejam elas da honra, da terceira ou mesmo sub-18. Se o talento está lá, se o trabalho está lá, SE A VONTADE está lá, porque não dar uma oportunidade? Ninguém nasce ensinado. A Patricia Rodrigues fez o primeiro jogo na seleção A aos 15 anos. Não venham com essa desculpa da idade.

Anónimo disse...

E quem é essa pessoa? Não lhe posso chamar de Senhor, porque se faz isso que dizem, não merece o meu respeito.
Mas é melhor divulgarem o nome, para as pessoas, como eu, ficarem acautelados.

Anónimo disse...

Não te preocupes com as limitações da equipa neste jogo Zé, porque quando fores embora essas limitações desaparecem. E voltam as jogadoras que, contigo nesse teu cargo vitalício, não querem jogar.

Anónimo disse...

Volta ULISSES PEREIRA, que saudades...

Anónimo disse...

Diga lá quem é essa pessoa! Ou também tem medo?

Anónimo disse...

Tem nome? Ou continuamos a falsr por falar?

Anónimo disse...

Essa agora também é boa. Então agora uma atleta não quer ir? Opa, meninas mimadas dessas Portugal não necessita. Precisamos de gente com raça e vontade. O JAS não consegue unir um grupo e isto já não é de agora. Peça dispensa temporária pra sempre do cargo e vá dar palestras mais a Sheila Bate-palmas.