
Nova crónica,
relativa 3.ª Jornada PO01, mais uma vez incompleta, se realiza este
fim-de-semana, esperemos que esta não venha a ser normalidade nem a
regularidade que uma prova desta natureza carece.
PO01 – Campeonato Nacional Placard 1 Seniores
Masculinos.
1.ª Jornada
Dia 13-10-21
AA Avanca – Benfica (21H00)
2.ª Jornada
Dia 17-11-21
SC Horta – Águas Santas (21H00)
3.ª Jornada
Dia 02-10-21
ABC 27 – 38 Benfica
Boa Hora 22 – 24 Ismai
Águas Santas 27 – 25 Póvoa AC
AD Sanjoanense 30 – 27 Vitória FC
Sporting 27 – 21 Belenenses
FC Gaia 31 – 23 AA Avanca
Dia 03-10-21
FC Porto 43 – 22 Xico Andebol
Dia 12-10-21
Madeira SAD – SC Horta (19H30)
Nota – Por aquilo que se tem verificado, a Federação
deixou de transmitir na Andebol TV, os jogos dos clubes que possuem canal de
TV, e da TV com a qual chegou tem um acordo ou porque não chegaram a qualquer
concordância, ou porque não acharam conveniente, qualquer das soluções, só vêm
prejudicar a modalidade. Assim como deixou se ser preenchido a
quadrícula do Boletim de Jogo sobre disciplina, não sabemos por orientação de
quem. Assim se a ideia era que não tocássemos no
tema assim iremos proceder, pois a nossa forma de estar na modalidade não nos
permite fornecer informação que poderá não estar correta.
Atualização
FC Porto 43 – 22
Xico Andebol
Jogo realizado no Dragão Acreana
com algum público, entre duas equipas, que perdoem-nos o termo pertence a
escalões diferentes da nossa modalidade, por muito respeito que nos mereça e
merece o Xico Andebol, dizemos isto quando uma equipa como o FC Porto, deixa de
fora Nikola Mitrevski, e Iturriza, não utilizando durante o jogo Rui Silva, e
Fábio Magalhães, estamos certamente a dizer tudo, e podemos acrescentar que
terminou o encontro com 11 jogadores a marcarem golos. O FC Porto iniciou o
jogo com uma equipa completamente diferente do normal, com a baliza a ser
ocupada por Sebastian (50% de eficácia), já que no segundo tempo utilizou o
jovem Diogo Rêma (26% de eficácia) utilizou maioritariamente como central Diogo
Oliveira (6 golos, 75% de eficácia), e teve como pivô Jesus Hurtado (4 golos,
80% de eficácia), e apesar da boa prestação de Pedro Carvalho (20% de eficácia)
na baliza do Xico Andebol, de José Pinto (5 golos, 41% de eficácia, 2 em 3 de 7
metros), e de José Santos (4 golos, 50% de eficácia, 0 em 1 de 7 metros), o
jogo apenas teve equilíbrio nos primeiros momento, até aos 9 minutos, quando se
verificava uma igualdade a 5 golos, com o FC Porto, a realizar de imediato um
parcial de 7-0, e a colocar o resultado em 12-5, com o Xico Andebol a
interromper esta série marcando o 6.º golo, para logo de seguida o FC Porto
realizar um parcial de 8-0 colocando o resultado em 20-6, usando o contra
ataque como sua principal arma onde Miguel Alves (6 golos, 66% de eficácia),
esteve letal, muito bem acompanhado por Mbengue (7 golos, 100% de eficácia), e
o intervalo chegou com o resultado em 24-8 (diferencial de 16 golos), no
segundo tempo o Xico Andebol consegue manter o diferencial até aos 37 minutos (27-11),
iniciando nessa altura uma alteração na sua estrutura de jogo ofensivo,
passando a jogar com 7 jogadores de campo, com o resultado a manter-se num diferencial
pouco variável, chegando aos 54 minutos a vencer por 37-20, sendo o maior diferencial
até este momento, para na parte final do encontro, e com o Xico Andebol a
utilizar os mais jovens atletas, o resultado final, foi um avolumar do
resultado, que terminou com o maior diferencial registado em todo o encontro. Encontro dirigido pela dupla feminina, do Porto, composta
por Flávia Santos e Sara Pinto, que com a vida facilitada, realizaram uma
arbitragem bem positiva.
Sporting 27 – 21
Belenenses
Jogo disputado no pavilhão João
Rocha, com a presença de algum público, num encontro que foi de grande equilíbrio,
até aos 56 minutos, com o Sporting a vencer por 23-20, e onde as grandes
figuras do encontro foram os dois homens de baliza, Skok (40% de eficácia),
pelo Sporting, e João Moniz (28% de eficácia) pelo Belenenses, atá aos 20
minutos de jogo, registava-se uma igualdade a 9 golos que se repetiu aos 23
minutos a 11 golos, com o Belenenses a defender bem, e atacar com calma, e a levar
o jogo para o ritmo que lhe convinha, e o intervalo chegou com o Sporting na
frente do marcador por 13-11, e a estabelecer uma boa ligação entre a 1.ª e a
2.ª Linha, onde Uros Markovic (5 golos, 100% de eficácia), e Carlos Siqueira (2
golos, apenas 40% de eficácia), foram os concretizadores por natureza, com uma
1.ª linha experiente onde pontificava Tiago Pereira (0 golos, 0% de eficácia), Cláudio
Pedroso (3 golos, apenas 42% de eficácia), e Rui Barreto (0 golos, 0% de
eficácia), marcavam o ritmo do jogo da sua equipa, que tinha em Tiago Ferro (7
golos, 77% de eficácia, 5 em 5 de 7 metros), o seu melhor marcador, no segundo
tempo o Sporting entrou a defender melhor, apesar de ter ficado sem Tidmand aos
7 minutos de jogo por desqualificação, e mais assertivo em termos atacantes,
onde Ruesga (7 golos, 70% de eficácia), era o seu principal jogador seguido de
Natan com 4 golos (57% de eficácia), mas a fazer jogar a equipa, acabando a
equipa por terminar o encontro com 10 jogadores a concretizarem golos, e com o
Belenenses a partir dos 36 minutos quando o resultado era favorável ao Sporting
por 17-13, passou a atacar sempre que lhe era possível com 7 jogadores de
acampo, conseguindo chegar aos 45 minutos a perder pela diferença mínima
(18-17), só então o Sporting arrancou no marcador chegando novamente aos 4
golos de vantagem por 24-20, aos 57 minutos, e só criando a diferença final nos
últimos 3 minutos. Dirigiu o encontro a dupla internacional
feminina, do Porto, constituída por Marta Sá e Vânia Sá, que na nossa opinião
apenas não estiveram bem na lei da vantagem, e em alguns 7 metros parecem-nos a
pedido.
Boa Hora 22 – 24
Ismai
Encontro disputado no pavilhão
Fernando Tavares, entre duas equipas que proporcionaram uns primeiros 30
minutos de grande equilíbrio, com alternância no marcador, e com sistemas
defensivos diferenciados o Boa Hora num 5:1, e o Ismai num 6:0, que apenas
sofria alterações quando o adversário estava em inferioridade numérica, com a
equipa do Boa Hora a ter em Pedro Pinto (4 golos, 40% de eficácia, 3 em 5 de 7
metros), mas a sua principal figura, bem acompanhado por Bruno Lima (26% de
eficácia) na baliza, e por Alexandre Pereira (5 golos, 83% de eficácia), mas
sofre um forte revés com a desqualificação de Felisberto Landim (1 golo, 100%
de eficácia) cerca dos 26 minutos, e demonstra alguma precipitação nas
situações de remate, o Ismai, com Afonso Lima (5 golos, 71% de eficácia, 3
assistências) a comandar todo o jogo da equipa, com Henrique Carlota (20% de
eficácia) na baliza a situar-se menos mal, e com Hugo Santos (6 golos, 75% de
eficácia, 1 em 2 de 7 metros) a ter um bom jogo, e com as equipas a
equilibrarem o marcador durante todo o jogo, o intervalo chega com o Ismai a
vencer pro 12-11, após um golo em contra-ataque antecedido de falta técnica do
Boa Hora. Na equipa do Boa Hora viu-se um Pedro Spinola completamente sem
ritmo, e apenas Pedro Santana (5 golos, 62% de eficácia), tentava, fazer algo,
nos segundos 30 minutos o Ismai comandou sempre o jogo e o marcador com a maior
vantagem a ser atingida aos 36 minutos quando vencia por 14-11, entramos num
período de jogo em que as faltas técnicas eram predominantes para os dois
lados, mas a equipa maiata, manteve sempre a cala suficiente para estar na
frente do marcador e com a entrada de Diogo Ribeiro (33% de eficácia) para a
baliza aos 42 minutos consolidou a sua forma de jogar, e nunca deu oportunidade
a que a equipa do Boa Hora igualasse o marcador, pois defendeu sempre com uma
agressividade permitida sem descurar as transições para o ataque, onde João
Furtado (5 golos, 71% de eficácia) esteve bem. Terminando o jogo com uma
vantagem de 2 golos, obtida diante uma defesa aberta e que foi bem aproveitada
aos 6 metros. Dirigiu o encontro a dupla da Madeira
constituída por Gonçalo Aveiro e Hugo Fernandes, que não tiveram tarefa
simplificada, bem pelo contrário, e na nossa opinião apenas não estiveram bem
na falta do atacante, e no julgamento do jogo passivo.
No Pavilhão Flávio Sá Leite,
realizou-se um dos mais importantes jogos da jornada, o ABC / Benfica, que começou com o Benfica a gerir o seu plantel, e
permitiu que o ABC chegasse aos 8-3 a seu favor, e não fosse um time out da
equipa do Benfica cerca dos 11 minutos de jogo, e não saberíamos aonde o
marcador poderia ir parar, o certo é que a seguir ao time out a equipa do
Benfica surgiu transformada, e teve um desempenho de tal forma que passou o
resultado de um 9-5 a favor do ABC, para um esclarecedor 16-9, a seu favor, com
o ABC a usar pelo meio um dos seus time out, que não teve grande efeito, pois o
Benfica chegou ao intervalo a vencer por um esclarecedor 17-12. No segundo
tempo o Benfica, entrou bem e chega aos 19-12, para mais tarde chegar aos
17-27, diferencial que manteve por diversas vezes, chegando aos 33-21, para
depois fazer um controlo do jogo e do marcador, terminando com uma confortável
margem. No ABC os seus melhores marcadores não passaram dos 4 golos (João
Peixoto - 60% de eficácia, José Silva – 66% de eficácia, 1 em 1 de 7 metros, e
Vinícius Carvalho – 57% de eficácia), com Tiago Ferreira na baliza a ter 20% de
eficácia, e a ser o melhor dos três utilizados, no Benfica com 12 jogadores a
marcarem golos, temos Alexis (6 golos, 75% de eficácia), e Grigoras (6 golos,
85% de eficácia), como os seus principais marcadores, tendo na baliza Gustavo
Capdeville com 32% de eficácia.
No recinto do Águas Santas,
tivemos um encontro de grande equilíbrio, o Águas Santas / Póvoa AC, cujo equilíbrio se reflete no resultado
final, apesar de um início de grande eficácia do Póvoa AC, chega com grande
facilidade aos 4-0, para surpresa de muita gente, coa equipa maiata a apenas
conseguir igualar o marcador a 6 golos, mantendo-se um forte equilíbrio, pois
perto do final dos primeiros 30 minutos, registava-se uma igualdade a 12 golos,
para o intervalo chegar com o resultado em 14-13 a favor dos maiatos, que desta
vez não tiveram quer António Campos (13% de eficácia), quer Alexandre Magalhães
(16% de eficácia), ao seu nível habitual, enquanto Humberto Gomes com 30% de
eficácia, não deixou os seus créditos por mão alheias. No segundo tempo o
ataque do Águas Santas com fortes melhorias, chega aos 22-16, após um parcial
de 6-1, momento decisivo para a definição do encontro, que terminou com a
equipa do Póvoa AC a realizar um parcial de 3-0, que estabeleceu o resultado
final. Na equipa maiata Pedro Seabra Marques com 6 golos (60% de eficácia),
comandou o seu jogo, sendo bem acompanhado pelo jovem André Sousa (5 golos, 50%
de eficácia, 1 em 2 de 7 metros), por sua vez destaca-se no Póvoa AC, Rafael
Andrade (7 golos, 70% de eficácia), como sendo o seu principal marcador, quando
10 jogadores da sua equipa concretizaram golos.
No Municipal das Travessas,
realizou.se o AD Sanjoanense / Vitória
FC, que pelo menos na nossa opinião terminou com a vitória da equipa da AD
Sanjoanense, que não seria o resultado esperado por muito boa gente, num jogo
onde os primeiros 30 minutos foram de total equilíbrio com diversas igualdades,
e alternâncias no comando do jogo, registando-se uma igualdade a 12 golos nos
momentos finais do primeiro tempo que terminou coma equipa de São João da
Madeira a vencer pro 13-12, no segundo tempo, voltamos a ter u forte equilíbrio
até à igualdade a 24 golos, e só a partir deste momento o jogo se desequilibrou
coma equipa visitada a realizar um parcial de 6-3, e a estabelecer o resultado
final. Teremos de destacar na baliza do Vitória FC, Alexandre Moura com 32% de
eficácia, apesar dos 33% de eficácia de Francisco Fontes na baliza da AD
Sanjoanense, no pouco tempo que teve em jogo. Leonardo Silveira com 6 golos
(66% de eficácia, e Bruno Castros (7 golos, 70% de eficácia) como os melhores
marcadores da AD Sanjoanense, por sua vez Rafael Paulo com 7 golos (58% de
eficácia), e Pedro Martins (5 golos, 100% de eficácia), como os mais eficazes
em termos de golos na equipa do Vitória FC,
Disputou- se no pavilhão do FC
Gaia, o FC Gaia / AA Avanca, sendo infelizmente
o único encontro a esta hora ainda sem estatística disponível. Foi um encontro
que conforme o bom momento que atravessa a equipa visitada, que neste encontro
ao intervalo já vencia por um esclarecedor 17-10, e pelo resultado verificado
no segundo tempo, onde na prática se limitou a controlar o jogo e o marcador,
gerindo o seu plantel, terminando com 10 jogadores a marcarem golos, sendo José
Rebelo e Pedro salvador ambos com 6 golos cada os seus principais marcadores.
Na equipa da AA Avanca, onde certamente o seu técnico tudo tentou, pois também
terminou com 10 jogadores a marcarem golos, sendo Pedro Oliveira com 7 golos o
seu principal marcador.
O
Banhadas Andebol