Regresso às normais crónicas de fim-de-semana,
dedicada aos jogos em atraso da 11.ª Jornada da PO01.
Mais uma
vez continuamos a dar valor acrescentado às diversas transmissões que estão a ser
realizadas, em especial pelos canais próprios de alguns clubes, via internet e
não só, tal como se saúda o positivismo das diversas Transmissões.
PO01 – Campeonato Nacional Placard 1 Seniores
Masculinos.
1.ª Jornada
Dia 08-12-20
Belenenses - Boa Hora (18H00)
Sem data definida
SC Horta - FC Gaia
Madeira SAD - Póvoa AC
2.ª Jornada
Dia 25-11-20
Águas Santas – Belenenses (20H30)
5.º Jornada
Dia 01-12-20
SC Horta - Póvoa AC (21H00)
7.º Jornada
08-12-20
SC Horta - Madeira SAD (11H30)
Nota jogo no Funchal
Dia 23-01-20
Boavista FC – Ismai
(18H00)
8.ª Jornada
Dia 30-01-21
Ismai - FC Gaia (16H00)
9.ª Jornada
Dia Sem data definida
Belenenses - FC Porto
Dia 30-01-21
Boavista FC - Póvoa AC (21H00)
10.ª Jornada
Dia 23-12-20
Póvoa AC - FC Gaia (21H00)
Dia 30-01-20
Madeira SAD - Águas Santas (18H00)
11.ª Jornada
Dia 20-11-20
ABC 25 - 25 Póvoa AC
Benfica 28 - 20 Vitória FC
Dia 21-11-20
Ismai 24 - 23 AA Avanca
FC Gaia 28 - 24 Boa Hora
Águas Santas 33 - 27 AD Sanjoanense
Sporting 27 - 33 FC Porto
Belenenses 31 - 28 SC Horta
Dia 22-11-20
Boavista FC 15 - 26 Madeira SAD
Desta vez tivemos uma jornada
completamente disputado, o que nos tempos que correm começa a ser raro, mas pela nossa parte só temos de considerar esta situação um
bem para a modalidade. Assim teremos a 11.ª jornada disputada em
diversos dias seguidos num fim-de-semana, isto numa prova que conforme já
referimos por diversas vezes, contínua com demasiados jogos adiados (na nossa
opinião), embora existam diversas razões para alguns, mas para outros, elas são
completamente desconhecidas, e mais uma vez referir os jogos em atraso sem qualquer
marcação (que no nosso entender não se entende). Fim-de-Semana
onde a estatística voltou a funcionar, e bem, o que nos congratula, mantemos, no entanto a nossa opinião, de que ao terminarem os
diretos, representou um forte retrocesso na modalidade, na nossa modalidade,
com a Federação mais uma vez a esquecer-se da matéria regulamentar por si
elaborada e aprovada, ver ponto 8 do Artigo 11.º do Regulamento da prova. Continuaremos
a falar neste tema até que alguém venha a público esclarecer o que se passa na
realidade, mas como já referimos a informação é “pobre”. Encontros disputados
sem registo disciplinar.
2.ª Atualização
No último encontro da jornada,
tivemos o Boavista FC / Madeira SAD,
que foi um encontro de sentido único com a equipa insular a comandar o marcador
de principio ao fim, chegando ainda nos primeiros 30 minutos, a realizar um
parcial de 4-0, que a colocou a vencer por 7-2 (um dos maiores diferenciais realizados
neste primeiro tempo, e que foi repetido em diversas ocasiões), e aos 10-4, tivemos
o maior diferencial do primeiro tempo, chegando ao intervalo a vencer por 11-7,
mas controlando sempre o jogo e o marcador, no segundo tempo, o Madeira SAD,
imprimiu um ritmo mais elevado ao jogo, e com uma entrada mais assertiva, rapidamente
chega aos 15-9, para posteriormente e após um novo parcial de 4-0, coloca o
marcador em 19-10, momento em que o Boavista FC, têm alguma reação e coloca o
marcador em 19-13, mas o dia de hoje estava com o Madeira SAP, e coloca
novamente o marcador com 9 golos de diferença, quando coloca o marcador em
23-19, para terminar, em nítida superioridade. Com este resultado o Boavista
FC, continua a ser a única equipa na prova, apenas com derrotas nos jogos
disputados, e neste encontrou pela frente um obstáculo acrescido que foi a
excelente prestação de Radule (54% de eficácia), na baliza do Madeira SAD,
enquanto Sérgio Morgado na baliza do Boavista FC não ultrapassou os 21%.
Gonçalo Ferreira com 6 golos (50% de eficácia, 2 em 3 de 7 metros) foi o melhor
marcador da equipa. No Madeira SAD, tivemos Nuno Reis com 8 golos (72% de
eficácia, 1 em 2 de 7 metros), como seu melhor marcador, bem acompanhado por João
Miranda com 6 golos (85% de eficácia), o que significa que a maioria dos golos
foram obtidos de ponta.
1.ª Atualização
Sporting 27 – 33
FC Porto
Jogo disputado no pavilhão João
Rocha, e que colocava frente a frente dois dos principais favoritos à vitória
na prova Nacional, não se compreendendo a razão do Sporting, ter apresentado
apenas 13 inscritos no Boletim de jogo, terminou com uma clara vitória do FC
Porto, que fez valer a sua maior qualidade em termos de plantel, num encontro
com duas partes distintas, tivemos um encontro até aos 24 minutos de jogo, com
o Sporting a comandar o jogo e o marcador, destacando-se a prestação de Carol
(7 golos, 63% de eficácia, e 3 assistências), e de Valdez (6 golos, 66% de
eficácia), bem acompanhados por Manuel Gaspar (28% de eficácia) na baliza, com
ataques bem planeados, e com o FC Porto a demonstrar alguma passividade em
termos defensivos, já que em termos atacantes, era notória a qualidade de Rui
Silva (3 golos, 60% de eficácia, e 3 assistências), e a excelente relação entre
a 1.ª e a 2.ª Linha, no Sporting, verificava-se uma baixa progressiva de
rendimento, talvez devido à ausência de Ruesga e de Schongarth, com este atleta
a ser uma enorme falta em termos defensivos, mas o marcador era de 12-11,
favorável ao Sporting, aos 24 minutos, já com a substituição de Quintana, por
Mitrevski (51% de eficácia, o homem do jogo na nossa opinião), que esteve
sempre em grande plano (na nossa opinião), e depois de uma primeira igualdade a
12 golos, aos 25 minutos, o FC Porto, passa para a frente do marcador, aos 27
minutos por 13-12, mas o Sporting a reagir bem, e a ir para o intervalo com uma
igualdade a 14 golos, obtida por António Areia (10 golos, 90% de eficácia, 4 em
4 de 7 metros), após em mais uma falta técnica da equipa do Sporting. Nos
segundos 30 minutos o FC Porto, entrou completamente diferente e utilizando o
seu esquema tático de 7 jogadores no ataque, rapidamente tomou conta do jogo,
diga-se que na nossa opinião o Sporting, nunca teve antidoto, para esta forma
de ataque que deveria ser esperada, e aos 35 minutos vencia por 18-15, com
Salina (4 golos, 100% de eficácia), a ser um dos grandes interpretes desta
forma de atacar, para aos 40 minutos já estar a vencer por, 22-17, margem que
foi dilatando e aos 46 minutos vencia por 26-18, maior diferencial verificado
em todo o encontro, com o Sporting a fazer entrar Cudic (29% de eficácia) para
a baliza aos 42 minutos, ainda reduz para um diferencial de 4 golos, aos 54
minutos (29-25), de referir igualmente a prestação de Tiago Rocha (5 golos, 83%
de eficácia mas o FC Porto, em modo de gestão e controlo, não permitiu, mais o
encontro terminou com vitória do FC Porto, que aumentando o seu favoritismo à
conquista da prova. Uma referência, ainda para o eficaz controlo das
inferioridades numéricas por parte do FC Porto, com esta vitória o FC Porto,
mantem a sua invencibilidade na prova, enquanto o Sporting sofre a sua primeira
derrota. Dirigiu e bem o encontro a dupla internacional
de Leiria, constituída por Ivan Caçador e Eurico Nicolau.
No Pavilhão do Águas Santas,
realizou-se o Águas Santas / AD
Sanjoanense, que como de costume a equipa de Vila da Feira, equilibrou o
encontro e o marcador durante algum tempo na primeira parte do jogo, chegando a
igualar o marcador (a 6, e a 13 golos, por exemplo), para o intervalo chegar já
com a equipa maiata na frente do marcador por 18-14. No segundo tempo, o
equilíbrio ainda se manteve durante algum tempo pois a diferença no marcador,
manteve-se, como por exemplo aos 26-22, para cerca dos 52 minutos esta a vencer
por 28-23, e progressivamente dilatar o resultado até aos 60 minutos, Nuno
Grilo com 9 golos (75% de eficácia, e 2 assistências), foi o melhor marcador do
Águas Santas, bem acompanhado por Mário Oliveira (80% de eficácia, 2 em 2 de 7
metros), e com Henrique Carlota (25% de eficácia) na baliza a superiorizar-se
ao seu colega de posto, António Campos (20% de eficácia), na AD Sanjoanense,
sem surpresas, Vinícius Carvalho com 8 golos (53% de eficácia), foi o seu
melhor marcador, e Lucas Santana na baliza com 28% de eficácia, foi o único guarda-redes
utilizado.
No municipal da Maia, tivemos o Ismai / AA Avanca, que foi um encontro
com um final impróprio para “cardíacos” na nossa opinião, a AA Avanca, comandou
o marcador praticamente durante 54 minutos, pois ainda nos primeiros 30 minutos
chegou a estar a vencer por 10-5, para chegar ao intervalo a vencer por 12-9,
nos segundos 30 minutos a sua vantagem oscilou entre os 2 e 3 golos, para aos
54 minutos o marcador assinalar apenas a vantagem mínima (22-21), para o Ismai
igualar a 22 golos, aos 55 minutos, sendo os 5 minutos finais de total
equilíbrio, com o Ismai a marcar o golo da vitória nos últimos segundos do
encontro, com menos um jogador em campo, jogo que teve, 11 exclusões e uma
desqualificação direta. No Ismai com 10 jogadores a marcarem golos, os seus
principais marcadores com 4 golos, foram, Afonso Lima (50% de eficácia, e 3
assistências), Manuel Lima (66% de eficácia), e Hugo Santos (100% de eficácia,
2 em 2 de 7 metros), e com João Edra (40% de eficácia) na Baliza a ser decisivo
na parte final do encontro, apesar de ser o guarda-redes menos utilizado pela
sua equipa, na equipa da AA Avanca, o jovem André Sousa com 6 golos (54% de
eficácia, 1 em 3 de 7 metros, e 3 assistências), foi o seu melhor marcador, bem
acompanhado por Gualther Furtado com 5 golos (100% de eficácia), mas cometendo
11 faltas técnicas, baliza tivemos o Luís Silva com 24% de eficácia.
No Pavilhão do FC Gaia,
realizou-se o FC Gaia / Boa Hora,
encontro que se esperava de grande equilíbrio, e que realmente o foi durante
largo período do primeiro tempo, com diversas alternâncias no marcador, até que
o FC Gaia, se coloca perto do intervalo na frente do marcador por 12-11, para
chegar ao intervalo a vencer por 14-11. No segundo tempo o FC Gaia chega logo início
do período de jogo aos 17-12, maior diferencial registado durante os 60
minutos, para o Boa Hora igualar o marcador a 21, e a 22 golos, para de
imediato sofrer 2 golos, que colocaram o FC Gaia, na frente do marcador e foi
progressivamente aumentando a vantagem até ao resultado final. No FC Gaia, Luís
Carvalho com 8 golos (66% de eficácia, 1 em 2 de 7 metros, e 3 assistências)
foi o seu melhor marcador, acompanhado de Bernardo Pegas (6 golos, 75% de
eficácia, e igualmente 3 assistências, com Manuel Borges na baliza a chegar aos
41% de eficácia, fazendo toda a diferença para Bruno Lima que na baliza do Boa
Hora, chegou aos 30% de eficácia, e Paulo Cândido com 7 golos (53% de eficácia,
e 5 assistências) foi o melhor marcador do Boa Hora, acompanhado de perto por
Pedro Pinto com 6 golos (54% de eficácia).
No Acácio Rosa, disputou-se o Belenenses / SC Horta, encontro que se
esperava maiores facilidades para a equipa do Belenenses, mas o SC Horta chegou
a provocar, graves problemas, ainda nos primeiros 30 minutos, quando chegou a
comandar o jogo e o marcador por 7-5, interessante porque jogou este encontro
com apenas 7 jogadores de campo, o que significa, que o seu técnico, pouco ou
nada podia altera na sua equipa, verificando uma série de igualdades, com a
última a ser aos 11 golos, para o intervalo chegar com o Belenenses na frente
do marcador por 16-14. No segundo tempo o Belenenses, chegou a ter uma vantagem
de 5 golos (28-23), mas o jogo manteve-se sempre com uma toada de grande equilíbrio,
que acaba por se refletir no resultado final. Com esta vitória a equipa do
Belenenses, mantêm o estatuto das equipas que ainda não contabilizaram qualquer
derrota. Cláudio Pedroso com 9 golos (75% de eficácia, e 3 assistências), foi o
melhor marcador do Belenenses, logo seguido de Tiago Ferro com 8 golos (72% de
eficácia, 5 em 6 de 7 metros), Manuel Moreira na Baliza, chegou aos 22% de
eficácia, no SC Horta, Bruno Landim com 8 golos (57% de eficácia) foi o melhor
marcador da equipa insular, logo seguido por Spasoje Gacevic com 6 golos (75%
de eficácia, e 4 assistências), com Tomas Van Zeller na baliza a chegar aos 24%
de eficácia.
Benfica 28 – 20
Vitória FC
Encontro disputado em Setúbal, ou
seja com inversão de pavilhão, por acordo entre clubes. Foi um encontro com
duas partes completamente distintas, e onde a principal figura do encontro (na
nossa opinião), foi o guarda-redes do Vitória FC, Alan Lima (35% de eficácia),
que defendeu tudo ou quase tudo o que poderia defender, tivemos uns primeiros
30 minutos, como Vitória FC, a controlar o marcador, chegando a estar na frente
do marcador por 3 golos de diferença (5-2), mas com o Benfica a igualar por
diversas ocasiões, a 7, e a 8 golos, mas sem nunca conseguir assumir o comando
do marcador. Chegando ao intervalo a perder por 12-10, o Benfica neste período,
esteve com uma fraca eficácia no ataque, e foi bastante permissivo em termos
defensivos, por sua vez o Vitória FC, por vezes demonstrou alguma precipitação
no ataque, onde o seu principal atleta Ruben Santos (5 golos, 45% de eficácia,
e 3 assistências) esteve em grande evidência, sendo um jogo com pouca
velocidade, e no Benfica (na nossa opinião), apenas Paulo Moreno (4 golos, 57%
de eficácia), se mostrou ao nível dos seus pergaminhos, bem como Belone Moreira
(4 golos, 57% de eficácia). Nos segundos 30 minutos tudo se alterou, pois o
Benfica entrou no recomeço em superioridade numérica, que soube aproveitar e
bem, apresentou-se com outra velocidade, especialmente no ataque, e com uma
maior agressividade competitiva na defesa, e com Sergey (34% de eficácia) em bom
plano e aos 34 minutos já vencia por 13-12, nunca mais perdendo o comando do
jogo e do marcador, surgindo então Petar (3 golos, 50% de eficácia, 2 em 3 de 7
metros), e Kukic (6 golos, 75% de eficácia), a fazerem toda a diferença, para
aos 40 minutos o marcador estar em 18-13 a seu favor, apesar da boa prestação
de André Alves (4 golos, 66% de eficácia) no Vitória FC, para aos 52 minutos
vencer por 24-17, para aos 59 minutos registar o maior diferencial de todo o
encontro (28-19). Dirigiu o encontro a dupla de Lisboa constituída
por André Gameiro, e Renato Marques, que realizaram uma arbitragem bastante positiva.
No Pavilhão Flávio Sá Leite,
realizou-se o ABC / Póvoa AC, jogo
onde íamos tendo a grande surpresa da jornada (na nossa opinião), e que
terminou com uma igualdade, começou melhor o ABC, que durante o primeiro tempo,
começou melhor, esteve no comando mas o Póvoa nunca permitiu que equipa minhota
estabelece-se grandes diferenças bem pelo contrário igualou o marcador por
diversas ocasiões (a 9, e a 14 golos, por exemplo), para o intervalo chegar com
o ABC na frente do marcador por 17-15. Nos segundo 30 minutos uma melhor
entrada do Póvoa AC, levou anova igualdade a 17 golos e de imediato com o Povoa
a passar para a frente do marcador por 18-17, situação que foi mantendo
chegando a ter uma vantagem de 4 golos (22-18), para terminar com uma igualdade,
após o ABC fazer um parcial de 3-0, nos últimos minutos de jogo. No ABC, Rodic
(5 golos, 62% de eficácia), Rui Batista (5 golos, e 55% de eficácia), foram os
seus melhores marcadores, com os seus guarda-redes em bom Plano Carlos Oliveira
(37% de eficácia), e Cláudio Silva (30% de eficácia), no Póvoa AC, Alan Silva
(9 golos, 81% de eficácia), e Manuel Lima (7 golos, 87% de eficácia), foram os
seus melhores marcadores, com Alexandre Magalhães na baliza a chegar aos 57% de
eficácia.
Classificação, após este encontro – 1.º Benfica
(33 pontos), 2.º Sporting (31 pontos), 3.º FC Porto (-1 jogo) (30 pontos), 4.º ABC
(23 pontos), 5.º Águas Santas (-2 jogo) (23 pontos), 6.º Belenenses (-3 jogos)
(21 pontos), 7.º Vitória FC (20 pontos), 8.º AA Avanca (19 pontos), 9.º Boa
Hora (-1 jogo) (15 pontos), 10.º AD Sanjoanense (14 pontos), 11.º SC Horta (-3
jogos), Ismai (-2 jogos), e Madeira SAD (-4 jogos), (13 pontos), 14.º FC Gaia
(-3 jogos), e Póvoa AC (-4 jogos), (12 pontos), 16.º Boavista FC (-3 jogo) (8
pontos).
O Banhadas Andebol