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domingo, 18 de setembro de 2016

Crónica de Fim-de-semana – 05 – 2016 / 2017 – I

Nesta crónica intermédia apenas nos iremos referir, aos jogos hoje (14-09-16) realizados. Um referente á 1.ª Jornada, e outro referente à 3.ª Jornada, disputado em antecipação.

PO01 – Campeonato Nacional da 1.ª Divisão Seniores Masculinos.

1.º Jornada
Dia 05-11-16
SC Horta - AC Fafe (21H00)
3.ª Jornada – Resultados
Dia 14-09-16
Madeira SAD 23 – 21 AA Avanca
FC Porto 26 – 18 Benfica
Belenenses 30 – 27 Ismai
São Mamede 23 – 26 Boa Hora
Sporting 34 – 22 AC Fafe
SC Horta – ABC (Adiado – 09-11-16)
Arsenal 28 – 30 Águas Santas

Jornada com um encontro já jogado por antecipação, o Madeira SAD / AA Avanca, já comentado, e com mais jogo adiado (segundo consta, o motivo são viagens), tivemos a sim apenas 5 encontros a serem realizados, tendo já o primeiro clássico da modalidade o FC Porto / Benfica, e tivemos igualmente o primeiro encontro entre equipas neo divisionárias (São Mamede / Boa Hora). Estes jogos que felizmente decorreram sem qualquer problema ou ocorrência disciplinar, tiveram na nossa opinião e mais uma vez fracas assistências, com a excepção normal do Benfica / Porto.

No Pavilhão Eduardo Soares, tivemos o jogo entre neo divisionários o São Mamede / Boa Hora, que começou com os visitados a fazerem 3-0, para depois o Boa Hora a igualar a 4 golos e novamente a 5 golos, quando estavam decorridos cerca de 12 minutos de jogo, para depois assumirem o comando do jogo e do marcador até final do encontro, onde chegaram a ter 7 golos de diferença, aos 36 minutos de jogo quando venciam por 21-14, para depois permitirem uma reacção positiva do adversário, controlando sempre o resultado e terminando com a sua primeira vitória na prova, depois de terem chegado ao intervalo já na frente do marcador por 16-13. Uma referência final para o guarda-redes Rui Ferreira do São Mamede com 42% de eficácia, e para Filipe Lopes com 6 golos e 50% de eficácia, sendo o melhor marcador da equipa. No Boa Hora o guarda-redes Henrique Carlota, também esteve em grande plano com 48% de eficácia, e com Nuno Santos (7 golos e 78% de eficácia), e Pedro Sequeira (6 golos, mas apenas 43% de eficácia), a serem os seus melhores marcadores.

No Acácio Rosa, tivemos o Belenenses / Ismai, que foi um encontro de grande equilíbrio durante a maior parte do tempo de jogo, com alternâncias no comando do jogo e no marcador, onde nenhum das equipas conseguiu um diferencial superior a 3 golos. O Intervalo chegou com uma igualdade a 16 golos que era uma real tradução do que se passava em campo, No segundo tempo a equipa maiata vencia por 3 golos aos 47 minutos de jogo, para permitir que o Belenenses fizesse um parcial de 5-0, e passar para a frente do marcador aos 55 minutos por 27-26, consolidando a sua vitória nos momentos finais do encontro. Com esta vitória a equipa do Belenenses obteve a sua primeira vitória na prova. Na baliza do Belenenses Miguel Ferreira com 36% de eficácia foi um dos garantes da vitória, juntamente com Nuno Roque (6 golos e 55% de eficácia), a jogar e a ssistir, com 10 jogadores a marcarem golos. No Ismai, foi igualmente um dos seus destaques o guarda-redes Manuel Borges (32% de eficácia), teve igualmente 10 jogadores a marcarem golos com Angel Zulueta a marcar 8 golos (57% de eficácia) a ser o seu melhor marcador-

No Flavio Sá Leite jogou-se o Arsenal / Águas Santas, que começou por ser um jogo de grande equilíbrio, com uma igualdade a 4 golos aos 6 minutos outra a 5 golos aos 7 minutos, para o Arsenal estar pela 1,ª vez na frente do marcador (6-5), quando estavam decorridos cerca de 8 minutos, e apenas esteve mais uma única vez no comando do marcador aos 8-7 (cerca dos 12 minutos), aos 16 minutos de jogo o Águas Santos assumiu o comando do marcador chegando ainda no primeiro período a ter 4 golos de vantagem (15-11, aos 25 minutos), apara o intervalo chegar com a diferença mínima a favor dos maiatos (17-16). No segundo tempo a equipa do Águas Santas foi controlando com maior ou menor dificuldade o jogo e o marcador terminando por vencer com alguma dificuldade a equipa neo divisionária. Na equipa bracarense que teve 10 jogadores a marcarem golos, Sérgio Caniço foi o seu melhor marcador com 8 golos (67% de eficácia), por sua vez no Águas Santas, Elias António com 8 golos (57% de eficácia), e Pedro Cruz com 7 golos (64% de eficácia), foram os seus melhores marcadores.

No Casal Vistoso disputou-se o encontro com o resultado mais dilatado da jornada o Sporting / AC Fafe, com a equipa do Sporting a mostra maior entrosamento entre os seus elementos, comandando o jogo e o marcador durante os 60 minutos de jogo, com o seu técnico a dar tempo de jogo aos atletas mais jovens do Plantel como por exemplo Manuel Gaspar, Bruno Gaspar, O primeiro tempo terminou com a equipa do Sporting já na frente do marcador por 17-10, e o maior diferencial registou-se cerca dos 52 minutos quando o resultado era favorável ao Sporting por 31-16, a rotação do plantel começou e veio a refletir-se no diferencial final. Damos uma especial referência aos guarda-redes Latej Asanin do Sporting e a Miguel Marinho do AC Fafe, que tiveram intervenções de grande mérito. Igor Zabic com 6 golos tantos como os que marcou João Paulo Pinto, foram os melhores marcadores de uma equipa com 11 atletas a concretizarem ocasiões de golo. No AC Fafe, Tiago Gonçalves, José Sampaio e Paulo Silva todos com 5 golos cada foram os marcadores de serviço da equipa.

FC Porto 26 – 18 Benfica

O primeiro clássico da época, disputado num pavilhão quase esgotado, e com um extraordinário ambiente, foi um jogo decepcionante em termos andebolísticos falando, pois na prática apenas existiu uma equipa em campo, o FC Porto, que comando o jogo e os marcador durante os 60 minutos. O Benfica foi uma equipa anémica, sem fio de jogo, com demasiadas falhas quer defensivas, quer atacantes, por vezes com alguns dos seus jogadores a roçarem o displicente, e completamente precipitados, nos processos. Os técnicos de ambas as equipas rodaram os seus planteis, dando tempo de jogo aos menos utilizados, um por virtude do resultado (FC Porto), o outro em sucessivas tentativas de altera o rumo dos acontecimentos (Benfica). No primeiro tempo o resultado nunca ultrapassou o diferencial favorável ao FC Porto de 4 golos, (5-1, 8-4, como exemplos), para o intervalo chegar com um 12-9 a favor do FC Porto, onde Alfredo Quintana com 38% de eficácia ia sendo um dos grandes obstáculos de um ataque sem soluções, e com um Rui Silva (3 golos, 50 % de eficácia) a jogar a fazer jogar e a assistir, juntamente com Miguel Martins (3 golos e 60% de eficácia). No segundo tempo, entrada completamente desastrosa do Benfica no jogo, que sobre um parcial de 4-0 em 5 minutos, ficando o jogo praticamente decidido, pois o resultado situou-se num parcial de 16-9 (7 golos de diferença), o FC Porto, apesar de ter tido 3 exclusões quase em simultâneo neste momento do jogo, nunca se desuniu, com o Benfica a não saber aproveitar a sua superioridade numérica, pois terminado este período de maior confusão, rapidamente o FC Porto, chega aos 9 golos de vantagem (20-11) aos 43 minutos, diferencial que se repetiu aos 54 minutos (23-14), e novamente aos 57 minutos (26-17), no entanto um jogador do Benfica esteve sempre em bom plano durante todo o encontro, foi ele Belone Moreira (5 golos e 83% de eficácia), pois além de marcar ainda assistiu, e teve nas acções defensivas da sua equipa, juntamente com Elledy Semedo (5 golos, 63% de eficácia). No FC Porto, além dos destaques que já referenciamos uma palavra para o excelente jogo do jovem Nikola Spelic (4 golos e 80% de eficácia), tantos quantos marcou Yoel Morales (100% de eficácia). O jogo foi dirigido pela dupla IHF Duarte Santos / Ricardo Vieira, que tiveram uma actuação bastante positiva (na nossa opinião), bem na marcação de livre de 7 metros por falta cometida sobre Ales Silva aos 46 minutos de jogo (damos um conselho aos comentadores desportivos de lerem as Regras de Jogo, sobre o que é uma plena ocasião de golo), bem ainda na exclusão de Alfredo Quintana nos momentos finais do encontro pela sua reacção a um golos que sofreu mascado por Paulo Moreno. Especialmente atentos á falta do atacante onde estiveram igualmente bem.

O Banhadas Andebol

16 comentários:

Anónimo disse...

Esta Benfica revelou-se uma equipa que parecia lutar pelo meio da tabela, não porque tenha jogadores medianos, mas porque o Porto foi claramente melhor, decidido e sabia o caminho, com um Benfica incerto. Os centrais estiveram bem, não conseguiram jogar, com um ataque incapaz de superar a agressividade e coesão do adversário. O pior exemplo conseguiu jogar contra 4 jogadores mas a produtividade escassa. Mais contratações e espalharam jogadores pela outras equipas, sem resultados evidentes. Os mais jovens longe do que o Miguel Martins já produz. Perda de tempo em quezílias, com os jogadores mais maduros apelar ao bom senso.

Enfim jogo estranho para esquecer e espera-se mais.

Há muito que se ambiciona novo estratega e coordenação para o Andebol.

Anónimo disse...

Porto candidato ao titulo e se calhar, o mais sério candidato! Benfica mal a defender e a atacar. ESTES JOGOS VALEM MAIS QUE OS TRÊS PONTOS! Quintana já está a mais no andebol luso... Acho, pessoalmente que há muita cegueira pois, já é um escandalo ainda estar em Portugal. Pavilhão quase cheio, pena a maioria não entender que, no andebol o ambiente não precisa ser como no desporto do pontapé nas bolas. Agora esperemos por outro clássico de candidatos, afinal, o Sporting tem uma equipa de estrangeiros cotados. O ABC nada mudou, perdeu até Vidrago mas, matem a maioria da equipa. O andebol á Portuguesa chegará? Uma chamada de atenção para os "comentadores" da Porto canal... atualizem-se! No caso da voz femenina deixe a paixão pelo clube e seja mais verdadeira! Roça o ridiculo. Como pode á tanto tempo relatar jogos? Não tem chefias que notem nisso?!

Anónimo disse...

SLB muito aquém do esperado e exigível! Centrais sem mão para a equipa e eles próprios a falharem muito. E os grandes "de tamanho" a mostrarem que os "pequenos" (bélone) fazem tudo o que os grandes fazem... Estranho apagamento de Vidrago...como peixe fora de água!. Ainda não é uma equipa e assim não irá lá...Olhem para o mercado interno! Depois..alguns com uma gritante falta de humildade: aquele central alternativo ao Tiago (Lima?), O Moreno, o Cavalcanti... Humildade precisa-se! Não têm estaleca para a serem jogadores de topo...

Anónimo disse...

falemos muito ou pouco em campo só houve uma equipa o Porto, quanto aos comentadores o problema é a cor do sangue devem ser sangue azul, pois só dizem asneiras.

Anónimo disse...

Apesar do resultado 2 excelentes Jogos do Arsenal, contra o Benfica e este fim de semana contra o Aguas Santas, acho que temos equipa para nos mantermos na 1ª.
Aguas Santas, agora entendo o discurso do Sr. Paulo Faria de facto esta equipa está bem pior que a do ano passado, 8 jogadores somente, Campos sempre em grande e o Elias, Pedro Cruz ainda longe daquilo que nos habituou, banco? Para além destes 8 jogadores "zero" muito fracos e muito jovens e sem qualquer experiência destas andanças, em minha opinião muito pior que a época passada, não vai ser nada fácil ficar nos 6 não vai não.
Vamos Arsenal.....

Anónimo disse...

Devia ser sempre assim. Após uma derrota um pouco pesada o treinador do Benfica fez o mea culpa. Só lhe fica bem e engrandece. O Benfica atacou mal e defendeu mal, não existindo como equipa. O Porto merece ganhar porque foi mais equipa e, não uma soma de valores. A arbitragem esteve dentro do normal, apesar que convocar esta dupla pra jogos do Porto, é um número perigoso. Estiveram ligados a um escândalo e depois, isso pode fazer o pior. Público ruidoso mas pobre. Deve-se ir a um pavilhão dar alegria e apoiar a nossa equipa. Não estar constantemente a insultar e usar vocabulário baixo e ordinário. Vi o jogo pela tv e nada a dizer, não vale a pena! Os dois observadores do Porto Canal caem no ridículo. Há por lá uma rapariga que para além dos erros, vive demasiado o jogo como adepta. Tem que ter noção que, quem a escuta pode perceber menos que ela, quanto a regras de Andebol. Acontece demasiadas vezes nos canais de clubes.

Anónimo disse...

O Arsenal tem valores para fazer uma boa equipa. No entanto falta-lhe algo...
Não há boas orquestras sem bons maestros.

Anónimo disse...

Belenenses -ismai o jogo que tive presente começo com uma critica ha dupla de arbitragem como e possivel o treinador do belenenses Joao Florencio Junior que nem treinador é pois quem e o treinador é o Carlos Jorge levou desde os 2 minutos de jogo repito dois minutos de jogo a mandar e a controlar a equipa de arbitragem como e possivel mas sera que tem medo dele.
Quanto ao jogo continuo a dizer que aquela equipa do belenenses esta toda trocada e nem sabem o que fazer , pontas a meio distancia bem uma confusao depois de assumirem que iam aos 6 primeiros acho que nem aos 8 vaoo ficar

Anónimo disse...

Que o Florêncio Júnior não tenha grau 4 é uma coisa que não seja treinador é outra. Podemos discutir ética mas treinador ele é. Esta situação no Belenenses não é virgem. Os dirigentes la sabem para onde caminham.

Anónimo disse...

Esta equipa do Belém é um flop a começar pelo treinador, só se salva o puto Gonçalo Ribeiro, Nuno Roque Moniz e o pivô....não não é esse!!

Estou a falar do Siqueira.

Anónimo disse...

O Joao Florencio so esta no Belenenses porque enganou o pai domingos ao dizer que ia fazer do filho um dos melhores pivots do nosso andebol, pois se nao for no belem tenho a certeza que nao treina em mais lado nenhum .

Anónimo disse...

É bom que continuem a pensar assim, que a equipa seja um flop, que o treinador seja um flop, que os jogadores sejam um flop. Pode ser que os adversários acreditem nisso e sejam apanhados distraídos.

Anónimo disse...

Pena que no Belém se façam dirigentes, treinadores etc, á pressa. Jogadores saem de lá muitos! Basta olhar para os grandes. Há um jogador que, conseguiu chegar ao Sporting mas nunca lá jogou. Negócios! Foi emprestado ao boa-hora e agora ao Belém... mas o mano dá um jeito pois, é dirigente! O Moniz nem sonha jogar no Porto pois, lá tem dois que são do melhor. Sempre ouvi mil histórias que, dimensionam a loucura do treinador. Dará esta equipa para assegurar a manutenção? Ainda por cima há sócios e adeptos que têm o que merecem! Passam a vida a dizer mal da sombra! Tem que se conseguir empréstimos dos dois grandes. No entanto em redes sociais eles mandam abaixo, tudo que venha doutro lado. O Belém vai andar a penar muitos anos. È pena!

Anónimo disse...

O Sporting cometeu as maiores loucuras. Ali tudo anda á toa. Os últimos anos (3) são uma constante dor de cabeça. Na cegueira em ano de eleições chega-se ao ponto de contratar uma equipa nova mas, manter um treinador que só chama a atenção, pelo que come e bebe. Ao menos faz publicidade aos nossos vinhos brancos! Depois dalgumas tristes cenas devia ter sido corrido. Tem algum currículo mas, deixa a desejar em inteligência e mais coisas. As contradições são por demais evidentes quanto a jogadores. Gasta-se a valer e os sócios pagam. Este ano nem do calendário se podem queixar. Não tenho ido aos pavilhões e vejo nas tvs. Quando jogarmos com os outros três candidatos quero ver o que dá.

Anónimo disse...

Uma boa equipa tem de possuir bons jogadores. Este ano saíu Gil e há quem festeje. Não contavam com um equilíbrio como equipa que leva o Porto a vencer. Pena não termos um líder no banco. Não chega dizer-se que se é do clube. Nuno Gonçalves está em França emprestado? Não se arranja melhor que o pequeno Hugo Santos sabendo que na Europa, a morfologia conta? Depois de despacharmos as aves, aguardemos para passarmos a ferro os outros. Amarelados e fidalgos do Lumiar vão sentir o nosso poder como equipa. Julgo que o ABC não vai aguentar andar na Europa e o grupo deles é um pouco forte. Os outros gastaram e pediram emprestado porque querem, apresentar á sua gente um pavilhão novo e campeões.

Anónimo disse...

Quem anda no Andebol à muitos anos sabe como o Belém chegou a esta situacao. Hoje para.gerir não basta ser sócio ou gostar muito da modalidade. Foram muito anos de erros consecutivos. Muitos anos de gente com amor pela modalidade mas sem capacidade de gestão. É pena porque é um histórico da modalidade que navega com rumo indefinido.