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terça-feira, 15 de maio de 2018

Arbitragem – Nomeações – CA – 2017/2018 – VII


ARBITRAGEM – NOMEAÇÕES
FINAL 4 – TAÇAS DE PORTUGAL

Hoje fomos presenteados com uma Circular do CA (N.º 015 de 14-05-18), onde se informou das nomeações dos Quadros de Arbitragem para as Finais 4 da Taça de Portugal Masculina (PO20) e Feminina (PO23). Nada de anormal se passaria, se esta circular não fosse uma demonstração do “quero posso e mando”, com pretensões a fazer algo similar ao que a EHF fez ao indicar as nomeações para as suas diversas finais, mas com uma flagrante diferença, é que esta entidade indicou as nomeações e não quem estaria presente, é uma grande diferença.

Mais uma vez não referimos intencionalmente de que, não dêmos o Titulo “O Caos Continua”, para os chamados “profissionais” da resposta, e que provavelmente no CA serão os leitores preferenciais destes textos, terem matéria diferente para comentar.

Mas temos repetir o que já uma vez dissemos, ou seja, “O Acto de nomear árbitros para um qualquer encontro, não é puramente administrativo, e deve ser realizado com bom senso (muitas vezes não existe), com conhecimento da realidade da modalidade, com conhecimento da importância dos jogos, com conhecimento do momento que as duplas atravessam, com os constrangimentos existentes, e até com a personalidade da dupla, e não interessa, qual a categoria do jogo, mas a qualificação dos próprios árbitros, tendo em atenção a defesa dos mesmos e da arbitragem, da verdade desportiva, e da própria modalidade, estes são na nossa opinião princípios basilares, para quem nomeia. Pois o “encaixar” ou “premiar” árbitros, e delegados, não resulta e na maioria das vezes prejudica a arbitragem, e a modalidade.”

Tudo isto a propósito, das nomeações que são indicadas na referida Circular, e que não respeitam ninguém nem as provas em si, pois não se entende que para os Femininos, sejam indicados quatro (4) Delegados /Representante do Conselho de Arbitragem, e que para o Masculino, sejam indicados seis (6), questiona-se porque não se respeita as duas provas de igual maneira ou a prova do género Feminino, têm menos interesse?

Outra questão se coloca será que os Delegados já deixaram de representar a FAP, e agora como diz o Regulamento de Arbitragem, são apenas Delegados da Arbitragem, pergunta-se como é possível uma direcção de uma Federação que é directamente a responsável pela elaboração dos Regulamentos da modalidade, aceita uma situação que completamente absurda?

Não vamos falar sobre os nomes das duplas para a prova feminina, pois são de todos de nível 3, embora mantendo a questão anteriormente tratada, o CA devesse proceder de igual maneira e indicar duplas que tivessem feito a época desde o inicio, e pertencessem ao quadro do Nível 4, mas aqui, não fazemos grande questão até porque alguns nomes pelo que temos assistido até dão mais garantias, que alguns quadros do Nível mais elevado. Apesar de existir uma dupla internacional Feminina.

Agora sim questionamos a indicação das duplas para a Final 4 da Prova Masculina, pois mais parece um pagamento de “favores”, e uma brincadeira de mau gosto, onde estão as duplas internacionais? Será que estão todos nomeados para jogos internacionais, que as impede de estarem presentes. Qual o motivo de uma dupla de Nível 3, estar presente, quando ficarão de fora duplas internacionais, “ é como dissemos no início, quero, posso e mando” . Depois está nomeada ainda uma dupla que apenas começou a actuar a meio da época, com a agravante de uma delas ter na sua constituição elementos que fazem publicações no Facebook a favor de um dos clubes presentes, e terem sido a dupla protagonista da célebre Final da prova em Almada (Época 2015 / 2016), tendo na altura sido consideradas a pior equipa em campo, e agora como prémio, são novamente indicadas, para esta Final 4, pensamos que basta de favoritismo e de compadrio, sem qualquer justificação. A Final 4 da Taça de Portugal, merece as melhores duplas portuguesas, e não é nem para festas de despedida nem para favores, é para dignificar a modalidade.

Já não falamos nos delegados indicados, pois será que António Goulão ou até Manuel da Conceição têm nomeações da EHF, para não estarem presentes, para não referir outros nomes.

O Analista

6 comentários:

Anónimo disse...

A arbitragem está podre, a culpa é da federação. Os Arbitros na sua grande maioria são maus e facilmente influenciáveis! Veja-se o escândalo da corupaçao face ao Sporting.

Anónimo disse...

Os árbitros dos femininos são muito maus....

Anónimo disse...

Isto é uma vergonha! Os árbitros premeiam-se com uma festa de despedida com um órgão federativo presente, não com jogos deste calibre para o qual nunca estiveram qualificados! Isto sim é um verdadeiro descalabro. Ninguém vai sair bem nesta fotografia.

Anónimo disse...

Os arbitros portugueses são muito maus. Nunca iremos longe no Andebol enquanto a arbitragem for tão má

Anónimo disse...

Se não der na tv esta final vai ser + um inexito! Agora vejam bem quem nomeiam para andar de apito na boca! E vejam o que se vai fazer quanto a claques! È que ainda não sairam castigos de uma outra final| Pois... já se esqueceram!

Anónimo disse...


Eu gostaria que o Banhadas pusesse o nome nos bois em vez de atirar postas de pescada para o ar.
Para além disso em vez de dizerem que a arbitragem está má e tal, metam os pés a caminho e façam algo? ou será que no sofá é assim tão confortável?