Crónica
de fim-de-Semana, sobre a PO01, relativa aos encontros que não foram nem
antecipados nem adiados, relativos à 2.ª Jornada.
Continua-se
a dar valor acrescentado às diversas transmissões que poderão ser efetuadas,
em especial pelos canais próprios de alguns clubes, via internet e não só, tal
como se saúda o positivismo das diversas Transmissões da Andebol TV, e esta
época do regresso da Bola TV. De referir que hoje transmissão da Andebol
TV do Boavista FC / Benfica, iniciou-se bastante depois do inicio do jogo. Apenas esperando que se continue a verificar uma forte
melhoria nos seus comentadores. E que seja uma boa prova, disputada com verdade
e desportivismo, por todos os intervenientes.
PO01 – Campeonato Nacional Placard 1 Seniores
Masculinos.
1.ª Jornada
Belenenses - Boa Hora (ADIADO)
Dia 31-10-20
SC Horta - FC Gaia (21H00)
Madeira SAD - Póvoa AC
2.ª Jornada
Dia 18-09-20
FC Gaia 27 – 32 Sporting
Dia 19-09-20
Águas Santas - Belenenses (ADIADO)
Boavista FC 25 - 36 Benfica
ABC 24 – 16 SC Horta
AA Avanca 20 – 24 Vitória FC
Póvoa AC 27 – 25 AD
Sanjoanense
Boa Hora 22 – 22 Madeira SAD
Dia 20-09-20
Ismai 12 - 31 FC Porto
Voltamos
a referir que o encontro adiado (Águas Santas / Belenenses), que desta vez não
mereceram qualquer explicação por parte da Federação o que torna, à evidência,
a fraca informação da FAP, o que se lamenta. Realizaram –se os
restantes encontros, de que realizamos esta ligeira crónica. Com a certeza de que provavelmente apenas teremos um simples
relatório estatístico, pois os directos terminaram (um forte retrocesso na
modalidade), com a Federação mais uma vez a esquecer-se da matéria regulamentar
por si elaborada e aprovada, ver ponto 8 do Artigo 11.º do Regulamento da prova.
Continuaremos a falar neste tema até que alguém venha a público
esclarecer o que se passa na realidade. Quanto
ao chamado Relatório Estatístico, esta semana surgiram mais cedo no Portal da
FAP, embora apenas passado bastante tempo após o términus dos encontros. Nos
jogos que se realizaram, tivemos apenas um
encontro ocorrências disciplinares registadas. Apesar
de começarmos cedo com a inversão dos jogos.
Atualização
Ismai 12 – 31 FC
Porto
Jogo disputado no Pavilhão
Municipal da Maia, e que foi plenamente demonstrativo, do desequilíbrio
existente entre as equipas nesta prova, esperando nós que leve os responsáveis da
modalidade à necessária reflexão sobre o modelo competitivo. O FC Porto, fez um
jogo de autêntica gestão do seu plantel, tendo em conta o seu calendário
internacional, por sua vez o Ismai, foi uma equipa demasiado frágil, inclusive para
este FC Porto, que não apresentou alguns dos seus principais jogadores, e
cometeu um sem numero de faltas técnicas, algumas que consideramos inadmissíveis
para uma 1.ª Divisão Nacional, o FC Porto que fez um jogo de sentido único, de
tal forma, que aos 15 minutos vencia por 6-0, uma atordoada equipa do Ismai,
qua apenas marca o seu segundo golos aos 23 minutos quando coloca o resultado
em 11-2, a favor do FC Porto, que chega ao intervalo a vencer por uns claros
14-4, e com a sua principal figura na nossa opinião a ser o seu guarda-redes,
Nikola Mitrevski, que esteve soberbo entre os postes, nas poucas vezes que foi
colocado à prova, no segundo tempo pouco ou nada se alterou, embora o Ismai
tentasse com uma alteração defensiva (passando para uma defesa mais aberta),
contornar o que se estava a verificar em campo, com o FC Porto, a atingir um diferencial
de 20 golos aos 50 minutos (26-6), números completamente esclarecedores,
terminando por ser Iturriza com 6 golos o seu melhor marcador, tendo no banco
por exemplo António Areia e Diogo Branquinho, que nem chegar a participar no
jogo, e com Ivan Sliskovic e Miguel Alves, a marcarem ambos 5 golos, e a equipa
com um excelente aproveitamento dos ataques rápidos. A equipa do Ismai, cedo se
revelou demasiado “fraca”, sendo uma equipa a quem se exige mais, em especial
nos processos atacantes, que não podem ser tão precipitados, para não dizer “atabalhoados”,
apesar de ter 11 jogadores a marcarem golos, Hugo Rosário com dois golos, acaba
por ser o seu melhor marcador num jogo, que devem refletir sobre o que “não
fizeram”. Dirigiu e bem o encontro a dupla de Aveiro, constituída
por Ruben Maia, e André Nunes, que foram coerentes durante os 60 minutos, quer
na sanção progressiva, quer nos livres de 7 metros em especial.
Boavista FC 25 – 36 Benfica
No Pavilhão da Luz, realizou-se o
Boavista FC / Benfica, jogo com inversão de pavilhão, que tal como todos os
outros, foram disputados sem público, que começou como era esperado com o
Benfica na frente do marcador, e com a jovem equipa do Boavista FC, a dar a
réplica possível, e aos 20 minutos vencia por 10-6, para aos 23 minutos, chegar
aos 12-6, e com Paulo Moreno (9 golos) em bom plano, numa equipa que se apresentou
com Gustavo Capdeville na baliza, que esteve em bom plano, e com o Benfica a
chegar 8 golos de vantagem aos 28 minutos (16-8), diferença que se verificava ao
intervalo (17-9). De salientar que o Boavista FC, neste encontro não apresentou
o seu “veterano” guarda-redes Sérgio Morgado, apresentando Carlos Guimarães na
baliza que fez o que pode, dizer ainda que a equipa do Boavista FC, apresentou
o jogador chileno, Emilio Valenzuela (5 golos, melhor marcador da equipa), que
mostrou ser um bom jogador apesar da falta de envergadura física (na nossa
opinião), no segundo tempo, o Benfica continuou a demonstrar a sua
superioridade, chegando aos 13 golos de vantagem (32-19, por exemplo), com os
técnicos das duas equipas a darem tempo de jogo a praticamente todos os seus
jovens jogadores, incluindo os jovens, Gonçalo Coelho do Boavista FC, e Pedro
Tonicher no Benfica, de destacar ainda que no Benfica 10 jogadores marcaram
golos, com Nyokas (7 golos) a ser um dos seus principais marcadores, juntamente
com o espanhol Arnau (6 golos), e gestão do plantel do Boavista FC, permitiu
que 11 dos seus atletas marcassem golos, com Miguel Costa a acompanhar com 4
golos, o colega chileno, e um apalavra para o bom jogo de Francisco Lopes (3
golos), a jogar como pivô no meio da muralha encarnada. Jogo
dirigido, sem quaisquer problemas pela dupla da Madeira, constituída por
Gonçalo Aveiro, e Hugo Fernandes.
Boa Hora 22 – 22 Madeira SAD
Jogo
realizado no pavilhão Fernando Tavares, que se iniciou com total superioridade da
equipa madeirense, que chegou a comandar o marcador com 4 golos de vantagem,
(7-3) aos 16 minutos, apresentando-se com uma defesa mais agressiva e mais
profunda, a aproveitando e bem a maior experiencia dos seus jogadores, num jogo
em que o número de faltas técnicas, nos pareceu um pouco exagerado, com o Boa
Hora a solicitar o seu Time Out neste momento, e que se revelou de uma extrema
oportunidade, sendo acompanhado com a entrada de Paulo Vinícios (6 golos), que
passou a fazer a diferença, bem acompanhado por Tiago Cardoso na baliza do Boa
Hora (equipa mais jovem e mais inexperiente), e com a alteração do sistema
defensivo, também para uma maior profundidade, o Boa Hora iguala o marcador a 8
golos aos 26 minutos, precisamente pelo jogador referido, e consegue passar
ainda que esporadicamente para a frente do marcador 10-9, aos 29 minutos e 40
segundos, permitindo no entanto que Vrazalica (4 golos) ainda igualasse o
marcador a 10 golos, resultado com que se atingiu o intervalo. No segundo tempo
tivemos um encontro cheio de emotividade, com a equipa do Madeira SAD com a sua
experiencia, a aproveitar e bem as superioridades numéricas de que dispôs,
criando diferenciais de 3 golos, 13-10 (aos 34 minutos), e 17-14 (17 minutos),
com a equipa do Boa Hora a recuperar sempre, igualando aos 20 minutos a 17
golos, e a 21 golos aos 28 minutos, jogando os dois minutos finais em
superioridade numérica, e aos 29 minutos e 20 segundos vencia por 22-21,
permitindo a igualdade através de Elledy Semedo (6 golos, melhor marcador da
equipa), que utilizou toda a sua experiencia, para perder a oportunidade de
vencer na marcação de um livre de 7 metros, com o tempo terminado, por Pedro
Pinto (5 golos), que acertou na barra, ele que tinha sido um dos melhores
jogadores da equipa, Na nossa opinião as substituições defesa / ataque,
realizadas pelo Boa Hora, retiram-lhe fluidez na transição rápida que era possível
nesses momentos. Dirigiu este
encontro a dupla de Leiria / Santarém, Francisco Remígio e Fábio Gonçalves, que
demonstraram ainda pouca experiencia, para jogos desta exigência, em especial, no
sansão progressiva, nos 7 metros e na lei da vantagem.
No pavilhão Adelino Costa,
disputou-se o AA Avanca / Vitória FC,
que tinha todos os “condimentos” para ser um dos jogos mais interessantes da
jornada, mas na realidade durou pouco tempo, tendo a equipa visitada, começado
melhor e mantendo-se dentro do jogo até cerca dos 13 minutos quando se
verificava uma igualdade a 4 golos, momento em que a equipa do Vitória passa
para a frente do marcador, situação que manteve até ao intervalo, onde chegou a
vencer por 11-7, maior diferencial registado nos primeiros 30 minutos. No
segundo tempo e num campo onde o piso tornou o jogo praticamente impraticável, apesar
do bom recomeço da equipa da AA Avanca, que soube aproveitar e bem as várias superioridades
numéricas de que dispôs, permitiu no entanto que o Vitória FC realizasse um
parcial de 6-0 entre os 37 minutos e os 44 minutos, colocando o resultado em
21-13 a favor do Vitória FC, que a partir desse momento julgou ter o jogo na
mão e também acompanhado pelas diversas exclusões que sofreu, permitiu que a
equipa da AA Avanca, chegasse aos 22-18, quando estavam decorridos cerca de 53
minutos de jogo, para aos 59 minutos o resultado ser de 24-20, a favor do
Vitória FC, resultado com que terminou o jogo. De destacar neste encontro a
prestação dos dois guarda-redes, Luís Silva, pela AA Avanca, e Alan Lima pelo
Vitória FC, destacamos ainda, os jovens André Sousa (8 golos), e Fábio Silva (4
golos), na AA Avanca, por sua vez no Vitória FC, André Alves (6 golos) foi uma
das suas principais figuras, juntamente com Ruben Santos a marcar o mesmo
número de golos.
Em Braga no Flavio Sá Leite,
realizou-se o ABC / SC Horta, que
foi um encontro de sentido único com a jovem equipa do ABC a comandar o jogo e
o marcador durante todo o jogo, chegando ao intervalo já a vencer por 12-7,
para no segundo tempo, e após uma esporádica reacção do SC Horta, ao colocar o
resultado em 16-14, a favor do ABC, foi esporádica, pois rapidamente os jovens
do ABC, voltaram a dominar o encontro e terminaram com uma vitória por um diferencial
que ninguém certamente esperaria. Foram os melhores marcadores da equipa
minhota, André Rei com 6 golos, e Rui Baptista com 5, por sua vez no SC Horta,
destaca-se Miguel Gomes com 8 golos, como melhor marcador da equipa e do jogo.
No Pavilhão Municipal da Póvoa do
Varzim, tivemos o Póvoa AC / AD
Sanjoanense (único jogo com ocorrências disciplinares),
encontro que colocava frente a frente as últimas duas equipas que ascenderam ao
Andebol Placard 1, e foi um encontro com todos os condimentos, de tal forma e
com grande surpresa de muita gente a AD Sanjoanense, comandou o jogo durante os
primeiros 30 minutos chegando ao intervalo na frente do marcador por 14-11. No
segundo tempo o Póvoa AC entrou com todo o “gás” como se costuma dizer e rapidamente
igualou a 14 golos, para a seguir passar a comandar o resultado e o jogo,
chegando, aos 22-21, num encontro que se estava a revelar mais equilibrado do
que se esperava, terminando por vencer o encontro por 27-25. A equipa do Póvoa
AC que terminou com 11 jogadores a marcarem golos, teve em Rui Lourenço com 8
golos, o seu principal marcador, por sua vez a equipa da AD Sanjoanense, teve
Lourenço Santos com 9 golos, como seu melhor marcador e do jogo, e em Ricardo
Pinho com 6 golos, outro dos seus melhores marcadores, num encontro marcado
pela existência de 14 livres de 7 metros.
Não apresentamos a Classificação por ainda não
se justificar,
O
Banhadas Andebol