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quarta-feira, 1 de abril de 2020

Covid-19 e o Andebol - VII


EFEITOS DO COVID-19 NO ANDEBOL
(EM PORTUGAL)

Depois de já termos publicado alguns textos em abordávamos este tema, hoje e obrigatória mente somos “obrigados”, face à aparente inércia dos órgãos da modalidade, onde as reuniões segundo informação da FAP, se têm seguido umas atrás das outras (atenção, não se critica a sua existência), mas as únicas soluções que são divulgadas são a modalidade contínua parada, e sem soluções à “vista”, dando a sensação de irmos ao “sabor das “ondas”, sem encontrar soluções, e algumas vezes dando a sensação de que a entidade máxima da modalidade está “presa” a compromissos, quando por essa Europa se constata que um número significativo de Países já tomaram resoluções Finais.

Sendo exemplos do que afirmamos e já publicamos, a Polónia, a Suíça, a Eslovénia, A Áustria, a Bélgica, a Holanda, a França (em grande maioria das suas provas), a Noruega, e a Suécia, alguns exemplos, que apresentaram diferentes soluções, que não vamos aqui falar, pois dizem respeito a cada um, mas a verdade é que já resolveram, enquanto cá pelo “burgo”, continuamos á espera que caia do céu.

É inteiramente verdade e estamos em completo acordo que seja privegiliado em primeiro lugar a saúde de todos os intervenientes no processo do Andebol.

Mas como bons portugueses que somos estamos à espera das últimas novidades, para tomar uma decisão, esquecendo que já vários técnicos se pronunciaram, que as provas antes de começarem necessitam de um período mínimo de 30 dias (quase uma pré época), para ganhar rotinas, e voltar a ter equipas, pois o confinamento, apesar dos programas físicos que cada um possa fazer (e aqui apenas poderemos falar daquelas equipas que possuem profissionais, ou próximo de o serem). Voltamos a referir que em Portugal continuamos sem saber muito bem como será e deste modo repetimos as questões já colocadas e neste momento de agudização colocamos outras de extrema importância. Tais como:

  • Quando termina a época e se inicia a nova, será que os estatutos e a lei são para cumprir?
  • Como resolverá a FAP o problema dos seguros; e aqui, englobamos os clubes que apresentam seguros próprios?
  • Come resolverá a FAP, o problema dos atletas, que embora possuam contrato, com os clubes e não sejam nacionais (por exemplo), e já tenham regressado aos seus países?
  • Quando termina a data de validade da inscrição dos atletas, (excepto as plurianuais), será 31-07-20?
  • Que fará a FAP, perante possíveis incumprimentos salariais e outros perante esta crise e que os clubes venham a implementar ou já tenham implementado?
  • Quando será possível liquidar as verbas em atraso aos clubes, em relação às deslocações às Regiões Insulares?
  • Por falar em liquidação de verbas, quando serão e como serão liquidadas as verbas previsivelmente em divida aos quadros de arbitragem?
  • Face aos regulamentos actuais, como agirá a FAP, em rescisões, transferências, e inscrições, e quando será publicado o CO N.º 1 da próxima época?
Além destas novas questões, e que deveriam ser tratadas com o máximo brevidade, mantemos as questões anteriores e que são:

  • Serão alguns dos principais campeonatos concluídos?
  • Será que haverá campeões Nacionais, e aqui, referimo-nos, em especial à PO01, PO02, e PO09, e PO10?
  • Será que a época vai terminar?
  • Poderá a época ser considerada nula?
  • Como serão definidas as representações nas Competições Europeias, se as provas Portugal não terminaram ou a época for considerada nula?
  • Como serão definidas as subidas e descidas nas diversas provas, se as mesmas em Portugal não terminaram ou a época for considerada nula?
  • Será que poderemos assistir, a novos alargamentos das divisões, face aos condicionalismos existentes?
Certamente que além das novas questões que colocamos, muitas outras se poderiam colocar, mas temos esperança de que o bom senso prevaleça, e que os agentes decisórios da modalidade, decidam a favor da mesma e sem regionalismos, estes são os nossos desejos.

O Administrador

1 comentário:

Anónimo disse...

texto oportuno, mas como o pessoal gosta é de caldeiradas, não diz nada