Colocamos uma questão, para que servem os graus de Formação, que estão consignados no Anexo 7 ao CO N.º 1 da presente época e que publicamos, pois infelizmente o que se verifica, são diversas equipas, não se apresentarem com técnicos dos Graus exigidos nas suas competições e outras inscrevem técnicos do Grau exigido, mas quem dirige a equipa nos jogos, não são eles, para quando uma forte atuação sobre estes técnicos e sobre as suas equipas, pois então andasse a desperdiçar a Formação que têm custos e por vezes não são baixos.
Para se constatar a veracidade destes factos verificar alguns boletins de jogo em especial no Feminino.
O Formador


10 comentários:
Até que enfim que alguém toca no problema, mas bem podemos esperar sentados que o problema seja resolvido
Welcome to the jungle!
O Banhadas coloca aqui duas questões distintas: uma é não se apresentarem com Grau, e outra é ser outra pessoa a "orientar" o jogo. No meu entender, a única que vai contra as regras é a de não haver treinador com Grau adequado no banco, o que acontece(u) e como o Banhadas diz e bem, maioritariamente no Feminino. De resto, seja o dirigente, adjunto ou atleta a dar indicações, é irrelevante, desde que, esteja presente no banco e na ficha de jogo, o treinador qualificado para o jogo em questão, até porque ai, a culpa é do clube...
Mas já que falam em formações e custos, nos últimos anos (2024/2025) foram promovidos os seguintes cursos:
Grau 1 - 12
Grau 2 - 5
Grau 3 - 4
Grau 4 - 2
Como podem os treinadores fazer os cursos, se não os há?
E mais: formações para renovação.
Não tinha saido uma lei que passava a promover formações gratuitas para renovação da Cédula?
A FAP não tem interesse em ter gente qualificada?
Alguém mais que se pronuncie sff.
Os graus acabam na prática por não serem valorizados, pois basta estar um treinador de Grau 1 e há jogo.
Depois só á terceira ou quarta vez será aplicada uma multita.
É frequente ver-se um Master coach/Grau 4, sentado no banco e um grau inferior ser o técnico principal.
TD deveria ser melhor regulamentado e valorizar quem tem a formação adequada.
O banhadas a seguir os princípios da FAP e "há que andar atrás deles e multar"
Da forma que o andebol esta montado, se nao melhoramos o acesso muitas vezes as coisas vao de ainda haver a deixar de haver...
Creio que a pandemia nos deixou coisas importantes que podia permitir haver outras soluções para universalizar os cursos, principalmente os de grau 1 e 2.
Creio que o que há é o que se passa no futebol, e é criado um endeusamente de alguns para dar formação e valorizarem-se de forma a estarem em clubes de "topo".
Ha que universalizar os cursos de grau 1. Ia permitir haver mais gente nas zonas de menor pratica e tentar assim envolver mais gente, atletas e por ai fora. Os graus 1 ja sao tao mal pagos nos clubes que acabam por nao ser importantes o numero de cursos que saem.
Os vários anos de prática de andebol devia dar equivalência ao grau 1. Termos um treinador que pagou 120€ participou nas aulas do curso e nunca pegou numa bola de andebol nem nunca fez parte de uma equipa de andebol,muitas vezes não vai ajudar a equipa que tenta orientar nem a modalidade
Há muito tempo que isto acontece. O Dr.Pedro Sequeira deu o tiro de partida para tudos isto.Andou anos a mentir aos treinadores sobre rigor e obrigatoriedade de fazer Cursos e depois deu nisto. Os treinadores foram enganados por esta gente da FAP ,que faz o que quer com os Cursos. Aliás basta ver o rigor que colocam na execução dos Cursos de Formação. O que interessa é fazer muitos Cursos e depois os Clubes continuam sem treinadores. Aqui em Lisboa é um bom exemplo na relação de gente que tirou o Curso e disponibilidade de Treinadores para os Clubes,particularmente na formação. Depois dizer que anda muita gente a dar treinos sem habilitação. Jogos sem treinador, jogos em que o treinador habilitado está sentadinho e quieto,para outro qualquer dirigir a equipa, é transversal de Norte a Sul .IPDJ e ASAE em campo e haveria muitas surpresas. Até um dia em que um canal televisivo investigue o Andebol nesta área em concreto.
São sempre os mesmos a dar formação...sempre o dinheiro para o mesmo saco! Tanta malta com qualidade, com outras ideias e formas de ensinar...enfim !
Oh Zé, o Moutinho nunca jogou a bola...não seja Inácio !
. Estimado eu tenho uns anos disto. Conheço a formação de treinadores desde os meados dos anos 80 exatamente quando eu fiz o que na altura era o Grau 1. Quer gostem ou não com todas as embrulhadas que fizeram duas coisas pode ter a certeza. Quando saiu o Calado da formação e entrou o Pedro Sequeira que tantas críticas recebe a formação em Portugal mudou e para melhor tanto em quantidade como em qualidade. Ou é novo ou tem a memoria curta. Obvio que a formação d e qualidade tem um custo. Nos últimos 25 anos passaram por Portugal grandes formadores e com conteúdos de altíssima qualidade. Com a evolução das tecnologias dizer que hoje não tem acesso a formação faz me doer a alma.
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